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domingo, 5 de outubro de 2025

Sondagem, Freguesias, Lisboa, Intrapolls

Estimativa de resultados com as percentagens esperadas para Lisboa.
Os resultados são fruto de uma extrapolação avançada que leva em conta diversos resultados históricos na cidade.
A percentagem de Lisboa é baseada no modelo Híbrido.
O estudo resultante nas percentagens do município não é uma sondagem, já que a amostra não é representativa do universo de eleitores portugueses, sendo esta constituída apenas por participantes voluntários, a amostra foi tratada e ajustada em função das caraterísticas sociodemográficas e de intenção de voto reportadas, foi também mesclada com outras componentes como análise Ai, tendências históricas e tendências das sondagens autárquicas publicadas na imprensa). 05/10/2025 (Intrapolls)

domingo, 24 de agosto de 2025

autárquicas 2025 LISBOA: O CHEGA

Idade dos Eleitores
18–34 anos: representam cerca de 21 % do eleitorado nacional (2022), mas em Lisboa têm mais peso na Aliança Democrática (AD – 28 %) e no Chega (25 %) entre os jovens, com o PS apenas a 13 % nesta faixa pordata.pt+12maisliberdade.pt+12sicnoticias.pt+12.
55 anos ou mais: entre os maiores de 65 anos, o PS atinge 48 % nacionalmente, a AD 28 % e o Chega apenas 8 % .
Em resumo, em Lisboa (em linha com o nacional), o Chega capta força sobretudo entre jovens adultos (18–34 a.).
Nível de Instrução Segundo o INE/Pitagórica (exit poll 2022):
sem o Ensino Secundário completo: representam 31 % do total, 
com 7 % a votar Chega, 55 % no PS, e 23 % no PSD
Secundário completo: 34 % do eleitorado – 
Chega tem 10 % aqui; PS 39 %, PSD 28 %.
Ensino superior completo: 35 % 
Chega desce a 5 %; PS 31 %, PSD 36 %.
Assim, o Chega tem maior penetração entre eleitores com menor escolaridade, especialmente aqueles sem secundário .
Distribuição por Partido em Lisboa (2024)
Dados específicos do Concelho de Lisboa nas Legislativas de Março 2024 en.wikipedia.org+12pt.wikipedia.org+12maisliberdade.pt+12:

O Chega obteve cerca de 11,7 % dos votos em Lisboa, um aumento de mais de 6 pontos percentuais desde 2022.




Perfil Combinado (Idade + Educação + Partido)
O Chega em Lisboa tende a ser votado por eleitores:
Mais jovens (18–34 a.) do que na maioria dos outros partidos (c. 25 %).
Com menor escolaridade (sem ensino secundário, ou apenas secundário).
Em termos totais, cerca de 11,7 % dos votos no concelho (2024).
O PS domina os eleitores mais velhos (55+) e os com ensino superior, enquanto 
a AD beneficia de jovens e de níveis variados de escolaridade, mas sobretudo nas franjas menos escolarizadas comparativamente à média nacional.

Resumo Final
Idade: o Chega tem forte apoio entre os jovens (18–34 a.), mas fraco entre os mais velhos (55+).
Educação: o Chega tem mais apoio nos estratos com menos instrução.
Resultado eleitoral (2024): o Chega em Lisboa alcançou 11,7 %, ficando em 3.º lugar.


quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Lisboa entre o século XVIII e a actualidade

 

rossio
REVOLUÇÃO TOTAL O Rossio (hoje Praça Dom Pedro IV) modificou-se radicalmente desde que Zuzarte assinou este desenho, no século XVIII. Desapareceram os emblemáticos Palácio dos Estaus, Igreja e Convento de São Domingos e Hospital Real de Todos os Santos. Manteve-se, estóico, o Palácio dos Condes de Almada (hoje, Palácio da Independência). Palco da revolução popular de 1385, o Rossio perdeu progressivamente importância como espaço político. Nos planos pombalinos, a Praça do Comércio manteve o estatuto primordial, embora fossem privilegiadas as vias de ligação entre as duas praças. Em 1775, decidiu-se abrir uma praça gémea – a Praça da Figueira. O Rossio foi das últimas áreas concluídas.

rossio

Os últimos edifícios (projectados em cima, numa paragem de autocarro) datam de meados do século XIX.

Terramoto 1755
A “promoção” religiosa do patriarcado lisboeta entusiasmara D. João V, que despendeu elevados recursos na ampliação da pequena capela do Paço Real. Nasceu a Igreja Patriarcal, símbolo religioso de um regime fervorosamente devoto. Em 1754, Lisboa tinha 79 conventos.

DA PATRIARCAL À CÂMARA DE LISBOA Nas imediações da actual Praça do Município, a antiga Igreja Patriarcal, extensão religiosa do Paço real, ruiu por completo, como dá conta a gravura (porventura exagerada) de Miguel Pedegache. Em 1774, por projecto de Eugénio dos Santos, ergueu-se o edifício dos Paços do Concelho, na Praça do Município (em cima), onde a rainha Maria I chegou a viver no final do século XVIII. Um incêndio, em 1863, devastou-o por completo e a cidade optou então por um projecto totalmente novo. Dessa inspiração, foi construído o actual edifício, que só ganhou forma em 1880. Foi neste edifício que se proclamou a República em 5 de Outubro de 1910. Em 1996, um novo incêndio destruiu os pisos superiores, afectando pinturas e ornamentos dos tectos.

Terramoto 1755

Espaço predilecto de um monarca melómano, a Casa da Ópera fora inaugurada no dia de aniversário da rainha, em 31 de Março de 1755. A acção combinada do terramoto, do maremoto e dos incêndios posteriores destruiu-a por completo. O novo teatro da cidade só foi erigido quatro décadas depois.

O VELHO ARSENAL Antes de 1755, as carreiras de construção da Ribeira das Naus tinham capacidade para construir seis navios em simultâneo, mas o terramoto destruiu-as por completo. O antigo Arsenal de Marinha foi das primeiras reconstruções depois do terramoto. Gizado por Eugénio dos Santos, ocupou antigos espaços do Palácio dos Cortes Reais, perto da Casa da Ópera que encantara a família real. Em 1769, ficou concluída a Sala do Risco (ou Casa do Risco das Reais Obras Públicas), verdadeiro gabinete de guerra dos projectistas da reconstrução da cidade. No século XX, a Marinha transferiu o arsenal para o Alfeite, na margem sul do Tejo, e aterrou o dique na sequência da abertura da Avenida Ribeira das Naus, mantendo as velhas instalações. Actualmente, as obras de expansão do metropolitano para o Terreiro do Paço marcam o cenário.

belém

Naquela manhã de desgraça, o rei fora protegido pela fortuna, que o induzira a dormir nas Reais Casas de Campo de Belém. A família real sobreviveu incólume e rapidamente mandou erguer a Real Barraca da Ajuda. Só no início do século XIX, quase 50 anos depois, o Palácio da Ajuda começou a ganhar forma.

sábado, 1 de abril de 2023

“Se túneis de drenagem já existissem, cheias não teriam acontecido” Carlos Moedas

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa afirmou esta quinta-feira que se os túneis de drenagem já existissem, as inundações e cheias da noite passada na capital não teriam ocorrido. Carlos Moedas lamenta que tenham demorado 20 anos a pôr o plano em prática.
“Tivemos um evento completamente extremo. Numa hora choveram 44ml, que é uma brutalidade”, começa por dizer Carlos Moedas, acrescentando que este é um problema que já existe há muitos anos e que é “triste” que as obras para o resolver tenham demorado tanto tempo a avançar.
O autarca garante que foi feito tudo o que era possível e que os serviços municipais tinham, inclusive, mandado limpar todas as sarjetas da cidade, mas que nem isso foi capaz de evitar o que ocorreu na noite passada.
PORQUE É QUE LISBOA INUNDA CADA VEZ QUE CHOVE MAIS?

“Lisboa foi construída em cima de rios. Alcântara era uma ribeira, a Avenida da Liberdade era uma ribeira. [Na altura] não foi estruturalmente pensado como ir buscar a água da chuva e lavá-la até ao rio sem estas cheias”, começou por explicar.

Carlos Moedas diz ainda que a cidade tem dois pontos altos: Monsanto e Chelas, de onde a água desce até à parte baixa da cidade. “Tudo conflui” e, sem um sistema de drenagem adequado, acaba por gerar inundações.
COMO RESOLVER?
O plano de drenagem prevê a construção de dois túneis com início exatamente nos dois pontos altos da cidade. O primeiro túnel, com 17 mil metros cúbicos de capacidade, servirá para escoar a água de Monsanto para Santa Apolónia. O segundo entre Chelas e o Beato.

“A água quando chega a Monsanto normalmente vai para Alcântara. Vamos conseguir que a água entre neste túnel”, indicou Moedas.
OBRAS SÓ ARRANCAM EM MARÇO. PORQUÊ?

O presidente da Câmara de Lisboa explica que já chegou a Portugal a tuneladora que vai ser usada para construir os dois túneis, mas que a dimensão desta atrasa a sua montagem.
“[As obras] só começam em março porque não se consegue montar a tuneladora antes”, revelou.
Carlos Moedas alertou ainda que as obras, a começar em março de 2023 e com término previsto para 2025, vão dar “muito trabalho” e “impedir o trânsito” em várias zonas da cidade.
No futuro, a água que os túneis recolherem será usada para lavar as ruas e fazer a rega dos espaços verdes, de forma a criar “uma cidade mais sustentável”, disse Moedas.

QUE APOIOS PARA A POPULAÇÃO?

Para concluir, Carlos Moedas revelou que durante a noite desta quinta-feira será feito um levantamento dos prejuízos para, esta sexta-feira, apresentar à ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, que vai reunir com os municípios mais afetados.
“A Câmara fará a sua parte, mas não podemos estar sozinhos. Vamos pedir ajuda. Precisamos que o Estado participe, são muitos milhares de euros”, finalizou.

domingo, 11 de dezembro de 2022

o estado a que isto chegou: "'Embrutecidos' pelo futebol, já aceitamos tudo"

Guerra, cabaz alimentar a subir, 15 horas de filas nas urgências?
Estamos "habituados e dessensibilizados" para o novo normal.
Cheias em Lisboa: "Medina e Moedas são os vencedores da história".

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Calçada Portuguesa


Um quando lhe perguntarem porque é que a Calçada Portuguesa não foi aceite como
PATRIMÓNIO MUNDIAL lembrem-se desta imagem de 2010

Cinco anos depois os portugueses premiaram o António Costa como Primeiro Ministro e o seu “pupilo”, o portuense Fernando Almeida Correia, que usa como denominação comercial o nome de Fernando de Medina, como seu sucessor na Presidencia da Camara Municipal de Lisboa que fez avançar o desmantelamento da Calçada para outras zonas nobres da Capital Mundial da Calçada Portuguesa

LISBOA! acorda LISBOA!

«Vai para catorze anos que a Câmara de Lisboa está nas mãos do PS, e dos seus aliados pseudo-independentes, todos oriundos da Esquerda. Costa largou a Câmara a 1 de Abril de 2015 para se dedicar à conquista do poder central com os resultados que se conhecem.
Permaneceu nos Paços do Concelho, como segundo quase primeiro, o arquitecto Manuel Salgado que vicissitudes judiciais recentes obrigaram a demitir-se da vereação. Os mandatos de Costa e de Medina não teriam sido os mesmos sem Salgado. E Salgado não teria sido o que foi sem a caução política do actual primeiro-ministro e de Medina. São catorze anos de desprezo pela vida comum dos lisboetas, ao serviço de floreados e da imagem para terceiros verem. Os lisboetas foram expulsos do centro de Lisboa, andem de carro, a pé ou de bicicleta. Fizeram-se alterações no terreno quase exclusivamente a pensar no turismo. Na Baixa, em cada quatro edifícios, três são hotéis ou equivalentes. A obsessão estúpida por ciclovias e pilaretes tornou a cidade infrequentável. 
A Polícia Municipal é um sorvedouro indirecto de receita municipal, sempre à cata de possibilidades de reboque por dá cá aquela palha. 
Já a CML, “elefantizada” por todo o lado, constitui um formoso centro de emprego socialista. E dos muitos complacentes da falsa oposição que por lá se arrastam. São todos primos e primas políticos, socialistas ou não. Não lhes ocorre outro desígnio ou destino que estar e ficar. 
Não tenho nada contra uma cidade virada para fora e cosmopolita. Tenho tudo contra uma edilidade que trata os munícipes como atrasados mentais em nome de interesses transversais e da pura farsa.»

domingo, 12 de setembro de 2021

é para isto que vão os seus impostos!


eu sei que já se esqueceu. 
Por isso é que o estou a lembrar!

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

o pra do Medina fez um ano!


Uma torre com o máximo de 23 andares é a “imagem de marca” da nova urbanização. Cada andar vai ter 14 apartamentos, totalizando 314 fogos, todos afectos ao PRA.
... a localização é  “privilegiada” porque se situa numa área de transição entre uma estrutura residencial consolidada de Benfica e uma grande área verde pública, a Quinta Histórica da Granja,
(O Programa de Renda Acessível era uma iniciativa da CML que visa construir nos próximos anos entre cinco a sete mil habitações com renda acessível distribuídos por 15 bairros da cidade.)
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Querem ver que foi mais um barrete que o Medina lhes enfiou?

domingo, 21 de junho de 2020

Metro de Lisboa: Os grandes interesses financeiros e imobiliários.

Exemplo claro de como a suposta política de Mobilidade da CML (da qual também faz parte a emel) é na verdade motivada pelo favorecimento a grandes interesses financeiros e imobiliários.
Isto em detrimento das reais necessidades de quem precisa de se deslocar diariamente para Lisboa e dentro de Lisboa.

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o Eng. Fernando Santos e Silva aponta sem rodeios quem sairia beneficiado com esta Linha Circular e apresenta argumentos técnicos para denunciar esta obra como um erro.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Asas no chão

O tráfego aéreo caiu a pique no período da Páscoa. Vídeos mostram uma diferença radical entre o início de Março e de Abril. O aeroporto de Lisboa transformou-se num enorme parque de estacionamento. (Observador)

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

...o pai Natal do ano passado distribuiu-nos o brinquedo!

(como prometi em Dezembro cá estou a perguntar às gentes se o “concurso já foi aberto” ou se o pai Natal vai outra vez distribuir-nos este brinquedo!)
o Marques que está “ministro” das Infraestruturas (?) quer quadruplicar a capacidade do eixo ferroviário Porto-Lisboa!
É a grande obra pública prevista no Programa Nacional de Investimentos 2030 avaliado em 20,4 mil milhões de euros, que o Executivo queria fazer chegar à Assembleia da República em Janeiro passado...


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