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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

55 contra as privatizações..


No manifesto, apresentam três “fortes razões” para se oporem à venda da TAP, que será decidida quinta-feira em Conselho de Ministros, e da ANA, à qual concorrem quatro investidores.
Claro que estou de acordo com os 55, mas custa-me perceber onde é que esta e “outra gente” estava quando o Governo de Portugal, em 17 de Maio de 2011, negociou e assinou isto:
 
“MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONALIDADES DE POLÍTICA ECONÓMICA”  onde se pode ler:
Privatizações
3.31. O Governo acelerará o programa de privatizações. O plano existente para o período que decorre até 2013 abrange transportes (Aeroportos de Portugal, TAP, e a CP Carga), energia (GALP, EDP, e REN), comunicações (Correios de Portugal), e seguros (Caixa Seguros), bem como uma série de empresas de menor dimensão. O plano tem como objectivo uma antecipação de receitas de cerca de 5,5 mil milhões de euros até ao final do programa, apenas com alienação parcial prevista para todas as empresas de maior dimensão. O Governo compromete‐se a ir ainda mais longe, prosseguindo uma alienação acelerada da totalidade das acções na EDP e na REN, e tem a expectativa que as condições do mercado venham a permitir a venda destas duas empresas, bem como da TAP, até ao final de 2011. O Governo identificará, na altura da segunda avaliação trimestral, duas grandes empresas adicionais para serem privatizadas até ao final de 2012. Será elaborado um plano actualizado de privatizações até Março de 2012.
3.32. Elaborar um inventário de bens, incluindo imóveis, detidos pelos municípios e pela administração regional, analisando a possibilidade da sua privatização.
 
Aqui neste blog, bem clamei contra o "memorando" antes e depois de o negociaram, contudo sou do tempo em que se fechava um negócio com um aperto de mão e era impensável não o cumprir.
Mas a tradição já não é o que era...

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cada cor, seu paladar na economia!

Lisboa, 09 Jul. (Lusa) - A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) volta a perspectivar uma melhoria na tendência de crescimento da economia portuguesa nos próximos meses
Os indicadores que apontam a tendência de crescimento ou queda a acontecer num período futuro entre 4 a 8 meses dão conta de nova melhoria em Maio e uma correcção para um valor positivo na evolução mensal destes indicadores no mês de Abril. NM Lusa

"É um ano muito difícil e não creio que o segundo semestre vá ser melhor porque há as perspectivas das exportações desacelerarem face à recessão na Europa e, em particular, em Espanha, que é nosso principal cliente". Lusa

Quem os entende?

domingo, 21 de novembro de 2010

o orçamentador...

Pedro Passos Coelho considerou que «o facto de o Estado, de há muitos anos a esta parte, ter vindo a desorçamentar uma série de actividades, tornou boa parte dos nossos números fictícios» e frisou que «na verdade, a dívida pública é muito maior» que 82 por cento do PIB este ano e será cerca de 90 por cento em 2011, «só que não vem nas contas». sol aguardo para ver PPC orçamentar as actividades desorçamentadas... mas vou esperar sentado, claro!

domingo, 20 de junho de 2010

a Lei de Peel e a crise global

No 1º de Maio de 2009 proferiu conferência. Ninguém o ouviu ou o entendeu e as consequências estão á vista… um excelente tema para reciclar alguns Keynesianos que se passeiam pela nossa economia. Jesús Huerta de Soto, com base na teoria do capital da Escola Austríaca da Economia como única doutrina científica capaz de interpretar os problemas económicos, explica a origem teórica dos ciclos económicos recorrentes, onde existe o auge especulativo denominado borbulha económica, que geralmente culmina em crises, como se evidencía actualmente no ocidente. Huerta de Soto manifesta que esta situação remonta a Julho de 1844 quando em Inglaterra se implementou a Bank Charter Act (Ley de Peel), onde, segundo Ludwig von Mises, se cometeram dois grandes erros: - o primeiro foi a falta exigência de cem por cento de encaixe bancário para a emissão de depósitos à vista, e - o segundo, referente à exclusividade da banca central para a criação de moeda, que, longe de resolver as crises da época, provocou maiores problemas financeiros. Finalmente, Huerta de Soto, comenta que enquanto não se modifique o sistema financeiro internacional, se irão cometer os mesmos erros do passado, produto da mencionada Lei de Peel. O video que pode ser visto aqui tem cerca de uma hora mas vale a pena e não será tempo perdido. (agradeço ao blog liberdade de escolha ter-me alertado para esta conferencia deste meu antigo mestre)

domingo, 16 de maio de 2010

ainda há UM que não percebe a crise...

«Julgo que muita gente ainda não percebe porque o discurso oficial foi, durante muito tempo, o discurso de convencer as pessoas de que nós não tínhamos problemas nenhuns e que o futuro era risonho. Por isso, compreendo que isso gere uma complexidade maior, porque as pessoas são confrontadas com um ajustamento que lhes aparece de forma violenta», afirmou à TSF, Vítor Bento, economista e presidente da SEDES. TSF (a cultura NO de algum pmj conseguiu confundir a SEDES com a SIBS a que este Conselheiro de Estado, também preside...) Realmente ainda há portugueses que não perceberam a crise e, principalmente, não entenderam que a solução passa pela saida de UM, que continua a semear pedras e blocos de cimento e a acreditar num "milagre" que não veio com o outro Bento.
Vítor Bento, da SEDES, SIBS e do Conselho de Estado, noutra comunicação ao DN continua com a inevitável e cabalística linguagem de economista referindo que "O modelo social em que vivemos não é sustentável". E, mais uma vez, os portugueses que esperam mais soluções e menos palavras, irão continuar a não perceber. A iliteracia funcional da maioria da população exige uma linguagem clara, sem rodriguinhos fadistas, porque as soluções economísticas que avançaram para Portugal e para os PIGS, refere o Finantial Times, nunca foram experimentadas em democracia e as ditaduras, não têm, necessariamente, que ser militares e os germanos e godos ao longo da história sempre as tentaram.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Clube do Cais do Sodré para enfrentar crise económica

Luís Nazaré, João Confraria e João Ferreira do Amaral, Manuel Caldeira Cabral, Brandão de Brito e António Mendonça, apresentaram hoje o Clube do Cais do Sodré, um fórum que pretende contribuir "para o debate necessário sobre um modelo de desenvolvimento económico português". Os seis economistas defendem "que o Estado terá de assumir, sem complexos, um papel activo nos domínios económico e social", criticando os que defendem uma redução do peso do Estado na economia. Apenas mais um grupo de seguidores de um tal Rei Ventoroso que colocou os portugueses na senda da subsidio dependência ou debaixo do guarda-chuva estatal. Empresário luso que se preze não corre riscos, economisticamente aconselhado, recorre aos dinheiros públicos do "estado activo nos domínios económico e social" ou investe nas empresas onde quem manda é a "golden share"... preferencialmente usando um emprestimo a renegociar quando não tiver lucros, numa Caixa que é Banco.
(livro aconselhado apesar de escrito em brasileiro)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

já chegaram á Grécia

O Fundo Monetário Internacional anunciou, o envio de uma equipa à Grécia a pedido das autoridades de Atenas, indicando que seria examinada «a eventualidade de uma assistência técnica», destinada a avaliar um possível apoio financeiro. TSF A Grécia terminou o ano de 2009 com um défice equivalente a 12,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), elevando a dívida até aos 113 por cento do PIB.
O (real) défice português deverá estar próximo dos 10% se se incluírem Institutos e Empresas públicas.
vade retro!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

dupont confirma dupond (ou vice-versa)

Pedro Silva Pereira, garantiu hoje que o Governo não vai aumentar os impostos, como surge recomendado num relatório do Fundo Monetário Internacional, acrescentando que o Governo não vai alterar a sua linha política sobre esta matéria. Sol

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Investigação com 1,5% versus Desemprego nos 10 a caminho dos 12%

O ainda chefe do ainda Governo, na abertura do V Encontro Empresarial Ibero-Americano, apontou exemplos de medidas levadas a cabo pelo Governo socialista ao longo da última legislatura, como o Plano Tecnológico, e assinalou o «poder de mobilização» das sociedades que pode trazer o discurso político. Acrescentou que no ano passado «a mobilização do Plano Tecnológico permitiu atingir um investimento de 1,51% do PIB, 2.513 MEuros em 2008, na investigação e desenvolvimento, que pela primeira vez o investimento empresarial ultrapassou o investimento público». tvi 24

mas,
O Eurostat, Gabinete de Estatística da União Europeia, indica que a taxa de desemprego em Portugal atingiu 10,2 por cento em Outubro. DN
Ao que parece este desgoverno quer resolver o problema económico do país sem resolver o aumento, cada vez mais significativo, do desemprego. Coisas diferentes dirão os keynesianos economistas... até quando. Acontece que isto é-me um filme repetido. Já o vi no inicio dos anos 80 do século passado com a “comissão administrativa” do FMI.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

com este economês fico baralhado...

Portugal registou um défice comercial de 10 mil milhões de euros entre Janeiro e Julho, uma melhoria de 3,4 mil milhões de euros, quando comparado com igual período de 2008, de acordo com os dados do Eurostat.
Isto é, Portugal continuou a comprar mais do que a vender ao estrangeiro, alcançando no entanto uma redução em percentagem idêntica na queda das exportações e das importações, reduzidas em um quarto.
Mas, entre Janeiro e Julho deste ano Portugal gastou 28 mil milhões de euros em importações, menos 25 por cento quando comparado com os 37,2 mil milhões de euros gastos em igual período do ano passado.
No caso das exportações, Portugal arrecadou 17,9 mil milhões de euros nos primeiros sete meses do ano, também neste caso uma redução de 25 por cento quando comparado com os primeiros sete meses de 2008, quando havia facturado 23,8 mil milhões de euros neste campo. TSF Ao que parece, pela leitura desta noticia, exportámos menos. Lógico face ás empresas que encerrraram. Também importámos menos. Igualmente lógico, porque do mercado foram "retirados" quase um milhão de compradores: os desempregados e seus familiares.
Mas então como é que podemos explicar a noticia que se segue com origem no Banco de Portugal: A economia portuguesa voltou a dar sinais de melhoras em Setembro, com os indicadores do consumo privado, confiança dos consumidores e actividade económica a continuarem a recuperação dos últimos meses, referem os dados do Banco de Portugal. O indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial do consumo privado alcançou o quinto mês consecutivo em crescendo, subindo para os dois pontos em Setembro. revela o banco central.
Por sua vez, o indicador que mede a confiança dos consumidores registou a sétima melhoria mensal consecutiva, situando-se em Setembro nos 30 pontos negativos, indica a mesma origem.
O Banco de Portugal informa também que o indicador de actividade económica, negativo desde o terceiro trimestre de 2008, também teve um desempenho melhor em Setembro, com o seu indicador coincidente mensal a abrandar a queda pelo quinto mês consecutivo, para os 0,5 pontos negativos.
Aquele nosso banco acrescenta que o sentimento económico acompanhou a tendência de recuperação e subiu seis pontos, para os 87,3 pontos, registando o quinto mês a melhorar. TSF
Pois bem, não percebo e, pior, não consigo cruzar as duas informações. Apenas reconheço que Setembro é o mês das "compras escolares".
Claro que a "linguagem" do BdP ajuda á minha confusão. Espero que umas quaisquer "novas oportunidades" criem um curso para que o vulgar "tuga" a entenda, embora me pareça que existe algum interesse em que sejam poucos a compreendam mesmo que a consigam ler.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

boas noticias... más noticias

Os Europeus voltaram a aumentar o consumo e salvaram economia da queda livre é o que dizem as estatisticas. Algo natural, pois Julho e Agosto são meses de "folga" gerados pelos subsidios de férias. PUBLICO.PT Nos EUA, onde não existe aquele duplo vencimento , não se verificaram os aumentos de consumo, mas os aumentos de desemprego e se há desemprego, baixa o consumo. No final do mês de Agosto, naquele país no Sector Indústria que produz bens de consumo, foram eliminados 152 mil postos de trabalho e no Sector dos Serviços 146.000. Convém relembrar que, na América, a escalada de despedimentos começou com mais de 500 mil pessoas "dispensadas" em Novembro e em aumento crescente, o pico foi em Março, quando se apurou a extinção de mais de 700 mil postos de trabalho. Público Note-se que estes numeros se referem á eliminação de postos de trabalho, algo diferente dos do desemprego. Portugal tem uma situação semelhante á dos EUA e, estranhamente, ainda não ouvi, nem de politicos, nem de economistas e muito menos de investidores, soluções para reparar a Crise gerada pela eliminação de postos de trabalho, passe a boa vontade de Pinho e de Horta nas falhadas negociações mineiras alentejanas ou nas tecnologias de ponta nortenhas. Mais que combater o desemprego é forçoso criar as novas empresas, os novos postos de trabalho a ocupar pelos sem emprego!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

BPN: Decisão de venda será tomada nesta legislatura, mas alienação transita para próximo Executivo - Costa Pina - JN

"O secretário de Estado do Tesouro e das Finanças afirmou hoje que o Governo a decisão de alienação do BPN será tomada nesta legislatura, embora a venda transite para o Executivo que sairá das eleições de 27 de Setembro. 'O Governo ainda não decidiu qual a solução de privatização para o BPN. Estamos ainda a trabalhar nos aspectos técnicos para que possa haver uma tomada de decisão e a decisão de venda do BPN será tomada nesta legislatura', disse Carlos Costa Pina durante a conferência de imprensa de apresentação do relatório do sector empresarial do Estado, relativo a 2008. De acordo com Costa Pina, 'a privatização do BPN ficará decidida até às próximas legislativas' "JN a batata quente para os que seguem ou a demonstração de uma cada vez mais óbvia incapacidade?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

duas no cravo, outra na ferradura

no cravo Governo optimista na recuperação económica em 2010 O Governo liderado português José Sócrates prevê que a economia possa recuperar já no próximo ano, com a aposta centrada num crescimento apoiado nas energias renováveis e no melhor funcionamento do mercado financeiro. Emanuel Augusto Santos, secretário de Estado para o Orçamento, garantiu esta quinta-feira, numa conferência promovida em Lisboa pelo Financial Times, que existem “sinais encorajadores para 2010 e anos seguintes. Para o secretário de Estado, o desenvolvimento económico do país vai estar apoiado na melhor regulação e supervisão dos mercados financeiros, bem como num crescimento mais verde e limpo. Publico Clima Económico e Confiança Recuperam Este mês, o indicador de clima económico aumentou em Maio, interrompendo o acentuado movimento descendente observado desde Maio de 2008, após ter registado em Abril o valor mínimo da série iniciada em 1989, revela o Instituto nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira. No mês de referência, os indicadores de confiança apresentaram um andamento positivo em todos os sectores, refere o relatório dos inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores realizados pelo INE. Correio da Manha na ferradura... Constâncio prevê cenário negro O governador do Banco de Portugal (BdP) admitiu ontem estar mais pessimista do que o Governo em relação à evolução da economia em Portugal. "É cedo para falarmos numa retoma no final do ano", afirmou Vítor Constâncio, que foi ontem ouvido no Parlamento. Confrontado pelos deputados com as recentes declarações do ministro das Finanças, que afirmava ver sinais de alívio, na economia portuguesa, o responsável do BdP explicou que há apenas fuma desaceleração da queda, mas que todos subscrevem o cenário de recessão. Nesse sentido, Vítor Constâncio prevê que use assista pela Europa e EUA a um aumento do desempregou. A pressão dos desempregados, num efeito bola de neve, vai afectar o sistema financeiro mundial, na concepção do governador do BdP. 'O inevitável aumento do incumprimento por parte dos clientes das instituições de crédito levará a novos problemas no sistema financeiros em todo o Mundo. restamos numa fase da crise internacional que se caracteriza pela passagem da crise financeira para a crise económica, e essa pode vir a ter efeitos sobre o sector financeiro. Há uma evolução recessiva da economia mundial Sobre 2010, o governador é peremptório: ninguém sabe o que vai acontecer Quanto ao impacto do plano anti crise do Governo, Vítor Constâncio garantiu que é difícil avaliar neste momento, mas considera que é melhor que exista do que não exista. O responsável aproveitou ainda para referir que a quebra do crédito à habitação não se verifica por falta de liquidez dos bancos mas sim de procuras dos particulares. Correio da Manha

sexta-feira, 24 de abril de 2009

...e talvez entremos neste novo século!

“Se é economista e nem se deu conta que isto iria suceder, deveria seriamente considerar o valor da educação que recebeu e dedicar-se a coisas com valor tangível para a sociedade, como apanhar couves.”-. comentário citado pela Business Week (patrick.net) Também no hebdomanário Marianne se escreve: “ Durante três décadas, a “ciência económica”, do alto das suas verdades em primícia, inspirou as políticas. Hoje pagamos o preço de modo cruel. Graças a quem?” ou ainda “Hoje, para sairmos da armadilha em que nos meteram é impossível encontrar dois economistas que estejam de acordo. Mas falam, falam...” . A Business Week refere: “ A maioria dos economistas não conseguiu prever a pior crise económica desde os anos 30. Agora nem sequer conseguem um entendimento para a resolver.” e pergunta: “Para que servem os economistas?” Para que servem os economistas? Para governar e ensinar com a autoridade daqueles que nunca sem enganam e raramente têm dúvidas? in http://portadaloja.blogspot.com/ Com o devido intervalo de tempo, que fruto do nosso tradicional atraso irá de meses a anos, alguns de nós começam a perceber as causas das nossas crises nacional e global. É o caso do Portal da Loja, um excelente blog. É triste ver que aqueles economistas, uns também mais ou menos comentadores dos média, que não perceberam os sinais que durante três trimestres nos foram sendo presentes, venham agora debitar soluções para resolver as crises. Pior, ainda não conseguiram entender que uma revolução chegou! Não terá seguramente o formato daquelas que a história anteriormente nos apresentou, mas está ai... e nada ficará como dantes! ...e talvez entremos neste novo século!