Mostrar mensagens com a etiqueta escolaprivada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta escolaprivada. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

o maior problema do País é o Portas? Parece que sim…

“o governo plantou num jornal uma notícia falsa, que atingiu o bom nome de um juiz e colocou em causa a validade, na opinião pública, das suas decisões.
Não é necessário um conhecimento profundo dos fundamentos de um Estado de Direito para detectar que este comportamento persecutório é abominável em democracia, por constituir um ataque aos pilares da separação de poderes que suportam o regime.
Num país e num regime que se dessem ao respeito, isto não seria um fait-divers ou uma polémica. Seria um escândalo político.”
tudo acontece com impunidade porque deste lado – o dos leitores, dos cidadãos, da sociedade civil – já está tudo entorpecido demais para reparar e
nos jornais, se encontra quem, facilitando no rigor, publica o que lhe dão a publicar…
.
Em matéria de transparência, em Portugal sobre tudo se legisla mas pouco ou nada funciona. As leis não são feitas para produzirem os efeitos que delas se esperam — dar informação aos cidadãos que permita o escrutínio e dissuadir práticas incorrectas — mas sim como método bacoco de fuga para a frente...
Quando há uma polémica, a primeira coisa que os políticos fazem é prometer mais uma lei. Até conseguimos imaginar as trocas de telefonemas dos últimos dias entre o Palácio das Necessidades, o Algarve e o Terreiro do Paço:
“Podíamos anunciar já que vamos avançar com um código de conduta. Os parvos dos jornalistas seguem essa lebre e a opinião pública vai atrás. Em poucos dias já ninguém fala do caso concreto”.
A parcela de diálogo é ficcionada mas, sabendo como os truques de comunicação têm ascendente sobre a essência das questões, é tudo menos inverosímil…

(in Observador por Paulo Ferreira)

sábado, 22 de janeiro de 2011

93 escolas privadas fecham a 27 de Janeiro

As associações de pais decidiram fechar por tempo indeterminado, a partir do próximo dia 27, as 93 escolas com contrato de associação. 60 mil alunos vão ficar sem escola. Mas os protestos não vão ficar por aqui. Os directores destas escolas estão a recusar-se a assinar a adenda ao contrato de associação que permite ao Ministério da Educação reduzir já este ano lectivo os apoios de 114 mil euros por ano por turma para 90 mil. Claro que estas escolas tem razão, tanta quanto a dos milhares de funcionários públicos, pensionistas e desempregados que viram os seus proventos reduzidos ou anulados, apesar de fornecerem um ensino muito superior ao público! O que não percebo é a razão porque é que as supriores escolas privadas terão que ser "mais iguais que outros" para entrarem nesta "chantagem" que também aqueles defavorecidos portugueses não entenderão... Revoltem-se nas urnas ou, como alguns politicos sugeriram na campanha que decorreu, na RUA.