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domingo, 5 de outubro de 2025

Sondagem, Freguesias, Lisboa, Intrapolls

Estimativa de resultados com as percentagens esperadas para Lisboa.
Os resultados são fruto de uma extrapolação avançada que leva em conta diversos resultados históricos na cidade.
A percentagem de Lisboa é baseada no modelo Híbrido.
O estudo resultante nas percentagens do município não é uma sondagem, já que a amostra não é representativa do universo de eleitores portugueses, sendo esta constituída apenas por participantes voluntários, a amostra foi tratada e ajustada em função das caraterísticas sociodemográficas e de intenção de voto reportadas, foi também mesclada com outras componentes como análise Ai, tendências históricas e tendências das sondagens autárquicas publicadas na imprensa). 05/10/2025 (Intrapolls)

domingo, 3 de junho de 2012

Comentador Seguro

Em Resende, à margem da visita à Feira da Cereja, A.J.Seguro comentou que estava aberto a conversar com o Executivo, desde que as propostas dos socialistas possam ser discutidas.
Foi a resposta a Fernando Ruas, presidente da ANMP, que, em entrevista ao DN e ao programa da TSF "Gente que Conta", disse que o Governo e o PS deviam trabalhar em conjunto na reorganização administrativa do país. 
De facto é estranho que o Partido Socialista que assinou, com o triunvirato, o memorando  que ordenou a destruição do tecido autárquico do país, esteja à margem da reorganização (?) administrativa. Lamentavelmente ainda não apareceu ninguém com a solução que permita satisfazer a тройка e a nossa ancestral tradição municipalista (a destruição da disciplina de história certamente arcará com as culpas...)   
agora, quando é que se acaba com este "menosprezar políticos" obrigando-os a comentar manchetes de jornais?

domingo, 4 de dezembro de 2011

o Comentador Seguro

A propósito da vaia a Miguel Relvas (“a luta continua!” gritavam os presidentes) AJSeguro teceu duras criticas ao anterior governo.
«É porque essa gente, geralmente, já tem uma idade avançada. Já lhe levaram o médico, a escola, o centro de saúde. Não têm mais nenhuma ligação ao Estado que não seja através da sua junta de freguesia, e o Estado não tem o direito de desproteger e de abandonar esses portugueses só por viverem numa terra distante do progresso».

Esta forma de fazer politica, comentando “no dia seguinte” o que se passou “no dia anterior” dá origem a estes disparates.
É sabido que a remodelação do equipamento escolar e do serviço nacional de saúde foram decisões do governo de Pinto de Sousa.
Fica mal ao sucessor criticar o antecessor!
… mas dá para perceber o “mal estar” que se vislumbra no Partido Socialista.