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sábado, 12 de outubro de 2013

para “idiota útil” consumir!


Os valores, “10,6 milhões de euros para 400 ex-políticos”, indicados no DN devem estar errados!


Isso significaria que, em média, cada ex-“trabalhador da política” receberia mensalmente quase quatro vezes mais que os trabalhadores a sério e a vencimento mínimo (e continuava a laborar naquele, noutro oficio e noutra pensão ou reforma).
...o Manuel Alegre tem razão: isto poderá ser um ataque do governo aos políticos,
o que significa que a medida  do “corte total” dificilmente poderá passar na votação dos “políticos” que acabarão por votar um outro “corte” para “idiota útil” consumir!

domingo, 13 de janeiro de 2013

ainda o diagnóstico do FMI


Continua a pândega do “fmiano” relatório.
A última “acusação”, talvez a mais crível, vem do comentador tvisivo: “eles não conhecem a nossa história!”.
Antes, outros, mais “técnicos”, apontaram que “eles” usaram dados errados, esquecendo que terão sido aqueles a que, ao tempo, terão tido acesso, já que quando publicados trazem um bom par de anos de atraso, mesmo os do nosso credível INE.
Não podemos esquecer “os políticos”, também comentadores, que, certamente com os elementos-base actualizados pelos seus gabinetes de estudo que formam os actuais e futuros assessores ministeriais, apontam a “destruição” do “nosso estado social”.
De fora não se devem deixar de fora os encartados jornalistas que não sabem história e ainda menos são técnicos daquelas matérias, mas que têm necessidade de criar boas manchetes de más notícias.
Mas temos, no activo e na reforma, muitos consultores do Banco Mundial (mea culpa) e destes ainda não ouvi uma palavra em defesa dos actuais colegas de profissão nem, o que é pior, apresentaram um diagnóstico que contraponha ou corrija o que nos foi apresentado. “Esqueceram” que um bom consultor apresenta sugestões e conclusões com base naquilo que dispõe e não faz “fretes” porque estão em jogo as suas credibilidade e carreira profissional.
Se “eles”, meros consultores, fossem jornalistas, mesmo que pequenos e médios, teria caído o “Carmo e a Trindade”, porque neste caso ainda funciona o velho corporativismo e é preciso “dinamizar” o povo!
o blog Aventar concluiu o serviço público da tradução do documento para ler aqui

domingo, 9 de setembro de 2012

a política não se inventa…

Almeida Santos, 86, ao comentar as medidas de austeridade para 2013 anunciadas na sexta-feira pelo primeiro-ministro, referiu que "os responsáveis pelas crises são os líderes dos grandes impérios financeiros, a começar por alguns bancos".
"Isto está tudo virado do avesso. Há todo um mundo organizado para a finança e para a riqueza. A pobreza que se lixe", criticou.
Malevolamente questionado pelo jornalista APM. da Lusa sobre “se queria dizer que este Governo estaria ao serviço desses interesses”, respondeu:
"Está por coerência, porque tem um pensamento neoliberal. Não o faz por maldade, mas está convencido que é assim que deve ser. Só que a realidade está a demonstrar que não é".
A política não se inventa. Ou se tem experiencia da vida ou perdem-se muitas oportunidades para se tomarem medidas acertadas.” TSF 

António Almeida Santos marca a diferença! Em muito com ele podemos não concordar e disso é exemplo quando se prestou a “fretes de favor” ao governo do Pinto de Sousa que foi, é, o maior responsável da situação a que chegámos, mas sempre que fala deixa-nos o prazer de recordar que, em Portugal, já houve Políticos.
Desafortunadamente desse tempo, para muitos de nós recente, poucos restam e a maioria dos que hoje se alcunham de “políticos”  ainda não tinha nascido.
Culpa nossa, nunca os preparámos para o trabalho que estão a executar e convencemo-los que eram “ a geração mais preparada de sempre”! Bem nos “lixámos”.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

é o mundo às avessas

Após o Diário Económico ter indicado que estas previsões seguiram num anexo ao Documento Estratégia Orçamental, previsões que falam numa alta ligeira do desemprego para o período entre 2013 e 2016 um nosso deputado comentou à rádio psf:
«A ser verdade, estamos perante uma falha grave de ocultação de dados ao Parlamento português absolutamente inaceitável por parte do Governo e do Ministério das Finanças». 

Tempos idos os media transmitiam e comentavam declarações dos políticos.
Hoje, talvez fruto da massificação, são os políticos que “transmitem” a notícia aos media e depois comentam-na como se a desconhecessem
o mundo às avessas!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

acredite se quiser...




não "embandeire em arco" lá no meio do texto existe uma virgulazita que vai anular qualquer resposta

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

a força do politicamente correcto

Berlusconi vai demitir-se. Não o fará por força das foclóricas manifs ou por ter perdido uma votação no Parlamento Italiano.
Berlusconi vai demitir-se porque assim o exigem os "mercados", a União Europeia e, seguramente, a chancelerina Merkel a quem apelidou dean unfuckable lard-arse”.
As esquerdas e o jornalismo canhoto, chiques ou caviar, que temos que aturar, caseira e europeiamente, vão embandeirar em arco pela saida do septuagenário mulherengo milionário e, habituados a reescrever a história, vão tomar o acto como uma sua vitória. As direitas, politicamente correctas, vão ficar em silêncio. 

Mas, nem uns, nem outros, perceberam o mais importante:
a partir de agora de pouco nos servirá eleger, nas urnas, aqueles que queremos se os nossos donos europeus não o quiserem.
Criado o precedente na Républica Helénica com Pampadreou, agora seguido pelo de Berluscinni na Itália, em qualquer altura, como na Idade Média, os novos Papas podem decidir quem fica e quem se dispensa...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

feliz aniversário...com ou sem fmi de Natal.

Há um ano, mesmo avisados por muitos economistas e pelos candidatos partidários, uma minoria de portugueses voltou a acreditar na propaganda e votou pela continuidade. Dos economistas sérios pensaram que eles lhes queriam tirar a alegria de um emprego sem trabalho.
Dos líderes partidários acharam que um era só feirante e que outro só carrregava chiquemente nos errres e, até. enxergaram uma feia bruxa má que malvadamente apenas queria despejar o vendedor de banha da cobra. Minoritariamente pensaram que a continuidade seria, marcelisticamente, de evolução e, obrigaram-se, obrigaram a maioria a chegar a esta crise que teima em não nos largar e que, seguramente, não nos largará, enquanto dos governos não desaparecerem os actuais estagiários de empregos dourados em empresas públicas e privadas.
A todos quantos há um ano nos cavaram o buraco da crise desejo um feliz aniversário…com ou sem fmi de Natal.

domingo, 26 de setembro de 2010

O que é a responsabilidade médica?

A responsabilidade médica consiste na possibilidade de ser atribuída a responsabilidade ao médico em caso de danos ao paciente, devido a um serviço mal prestado ou à não prestação de um serviço a que estivesse obrigado. Nessas situações, o médico poderá incorrer em: responsabilidade criminal, responsabilidade civil; responsabilidade disciplinar. É sabido por alguns, poucos, que os médicos tem por missão “tratar do nosso bem estar”. Também alguns, poucos, ciclicamente colocam num caixote de uma qualquer junta de freguesia um papel com o qual contratam uns políticos, ou espécimes que se fazem passar por tal, para “tratar do nosso bem estar”. ... porque raio é que apenas alguns, poucos, pensam que, como aos médicos, os políticos que contratámos para “tratar do nosso bem estar” deviam ser equiparados a médicos?
será que "os alguns, poucos", ainda são muito poucos para que os politicos tenham "responsabilidade politica"?

sábado, 23 de janeiro de 2010

reduzir os vencimentos dos politicos?

Pedro Passos Coelho teve uma ideia e de imediato algumas vozes conhecidas e escritos de blogueiros lhe caíram em cima! Não consegui perceber se foi por ser "a única ideia" ou se sentiram "um aperto de calos"…
Não tenho qualquer ligação a PPC, ou ao seu partido, mas o facto do já pouco jovem rapaz ter insinuado querer retirar 5 ou 10% aos salários dos políticos é-me prova de inteligência. Para os menos atentos uma lista muito incompleta de “políticos” mostra a existência de mais de 45.000 (ministros, sec. estado, deputados, governadores civis, vereadores, deputados municipais e de freguesia) aos quais têm que ser acrescentados as centenas de direcções gerais e igual, o superior, numero de administrações de institutos e fundações públicas...e um presidente da republica.
O valor que se iria poupar é certamente ridiculo e não chegará para pagar o TGV, mas o exemplo que seria dado era, seguramente, um sinal de alarme para os formados nas "novas oportunidades" que "isto" vai de mal a pior!