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quinta-feira, 5 de julho de 2012

ia tudo bem até vir o TC baralhar tudo!

Miguel Frasquilho, economista, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, defendeu que a 'troika' devia flexibilizar os prazos do ajustamento financeiro de Portugal, concedendo mais dois anos para o cumprimento das metas fixadas e financiamento adicional. i online 
Eduardo Catroga, o economista que liderou em nome do PSD as conversações com a troika, em entrevista à Renascença, defende que a União Europeia e o FMI devem dar mais tempo a Portugal, porque, nas actuais circunstâncias, é muito difícil cumprir o défi ce para este ano e vai mais longe e considera que não deve ser o Governo a pedir a renegociação, lembrando que foi o Executivo socialista a fornecer “dados imperfeitos” sobre as contas nacionais. A troika acreditou e, por isso, tem de ser ela a corrigir a metas. rr
Vitor Gaspar, economista, ministro de Estado e das Finanças, escusou-se hoje a comentar as declarações do vice-presidente do PSD Miguel Frasquilho: "Não farei aqui em Pequim nenhum comentário sobre o debate interno português", disse Vitor Gaspar, que se encontrava acompanhado pelo ministro de Estado e dos negócios estrangeiros de Portugal, Paulo Portas. i online
Vítor Constâncio, o ex-governador do Banco de Portugal e actual vice do Banco Central Europeu, considera que “estão reunidas todas as condições para que Portugal cumpra o programa”, salientando que este é um objectivo “muito importante”. Até porque, acrescentou Constâncio, Portugal não pode “estragar” a imagem de “bom aluno” que criou junto das autoridades internacionais e dos mercados. “O país é visto como estando na direcção certa e esse deve continuar a ser o caso”. público
Teresa Ter-Minassian, a economista que liderou o resgate do FMI ao país em 1983, afirma que  “Não se fala muito de Portugal nos mercados e isso é muito bom hoje em dia”, acrescentando que “o que diferencia Portugal de outros países é o facto de estar a cumprir rigorosamente os compromissos assumidos no programa de ajustamento”. Ter uma “imagem de coerência ao nível das políticas económicas é muito importante para dar confiança aos mercados”, frisou. público
Carlos Zorrinho, prof. de gestão de informação, líder parlamentar do PS, defendeu hoje que o Governo deve assumir "o mal que fez ao país" ao não prolongar o prazo para as metas do défice e que isso teria evitado medidas tão duras e acusou o Governo PSD/CDS-PP de chegar sucessivamente "atrasado" aos momentos decisivos e sublinhou que os socialistas "há muito tempo que consideram que o ajustamento, "para ser forte e não destruir a economia, precisava de mais um ano". "Isso não quebrava em nada a confiança internacional e teria impedido que o país chegasse às circunstâncias em que agora se encontra", advogou Zorrinho. i online
Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, afirma que pedir mais tempo para o ajustamento financeiro à 'troika' poderá adiar os problemas do país, mas não os resolve, defendendo que a solução passa por "interromper" a actual política. "Podemos adiar o problema mas não resolvê-lo. A questão do défice das contas públicas continuará a degradar-se sem uma componente que consideramos fundamental: nós precisamos de criar riqueza, de criar receita, de crescimento, de desenvolvimento, de aumentar a nossa capacidade produtiva como resposta ao problema do défice", afirmou Sousa. i online
Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, afirmou que o alargamento do prazo para Portugal poder cumprir com os objetivos da ‘troika’ é uma “proposta de cartola” que reflete “a falência das políticas” do governo.“Os mesmos que estavam contra a renegociação dos prazos são aqueles que agora apresentam propostas de cartola, que surgem à última da hora, e que mais não visam assumir, na prática, a falência das políticas”, disse à agência Lusa o dirigente sindical Carlos. i online 

O Tribunal Constitucional declarou hoje, por falta de equidade entre funcionários públicos e trabalhadores do privado, a inconstitucionalidade da suspensão do pagamento dos subsídios de férias ou de Natal a funcionários públicos ou aposentados, mas determinam que os efeitos desta decisão não tenham efeitos para este ano. SMA
Amanhã veremos a reacção dos “mercados”.
Mais tarde saberemos se haverá dinheiro para pagar a funcionários públicos, reformados e pensionistas...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

eu não acredito em bruxas...

No inicio do século o homem foi nomeado para o Banco de Portugal e o País entrou em rápida decadência.
Na segunda década deste século o homem foi nomeado para o Banco Central Europeu e a Europa do Euro entrou em rápida decadência.
eu  não acredito em bruxas... mas que o homem dá azar, dá!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Tu quoque, Brute, fili mi ?

Questionado sobre se acharia útil um adiamento das grandes obras previstas para os próximos anos, dada a situação financeira do país, Constâncio respondeu que "acharia normal", mas ressalvou que "essas escolhas competem ao Governo"... "A mim compete-me falar sobre questões de macroeconomia". DN
querem lá ver que agora vai começar a dizer-nos a verdade?
ou estamos ainda pior do que aquilo imaginamos e VC está "a abandonar o barco"?

domingo, 18 de abril de 2010

BPP : um caso de policia?

O Bloco de Esquerda quer que Vitor Constâncio esclareça “o buraco gigantesco de 450 milhões de euros que o Estado, todos nós, vamos pagar, quando o governador assegurou que isso não poderia acontecer”. “O Banco de Portugal e o ministro das Finanças avalizaram um empréstimo de 450 milhões de euros, garantido que havia activos para cobrir. Agora sabemos que foi um gigantesco embuste, esses activos não existem e o Estado vai ter de pagar o valor do empréstimo.”, refere Francisco Louçã, recordando que o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, garantira que o banco tinha “672 milhões de euros de activos” e que “não havia nenhuma dúvida sobre protecção do interesse público”. PUBLICO.PT Ora bem, FL tem razão e vê confirmados os avisos que, na altura, ele próprio e outros deputados lançaram. Foram tratados com desdém pelo "animal feroz" e seus acólitos. A maioria do imbecilizado povo não está preocupado: o estado paga, dirão e continuarão a apoia-los até acabar o circo, porque o pão já se foi... Os avales mais que um caso económico parecem um caso de policia, apesar dos arguidos, politicos e seus mansos apoiantes, serem inimputáveis.

quinta-feira, 11 de março de 2010

mais um recuo da economia portuguesa

Nos últimos três meses do ano passado, a economia portuguesa recuou um por cento face ao período homólogo de 2008. Em comparação com o terceiro trimestre, regrediu 0,2 por cento. No conjunto do ano de 2009, a economia do país caiu 2,7 por cento, "após a variação nula verificada no ano anterior". O INE explica que "o contributo da procura interna para esta variação foi negativo (-2,8 pontos percentuais), enquanto o da procura externa líquida foi ligeiramente positivo (0,1), reflectindo a maior redução em termos absolutos das importações comparativamente à observada nas exportações". RTP Noticias ...há poucos dias ouvimos Constâncio e Pinto de Sousa. Porque raio é que as más noticias vem logo depois? (II)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

o nosso Vice do BCEuropeu

a escolha não é feita "com base no mérito mas enquanto resultado de uma negociação entre os governos". Vítor Constâncio in Jornal Público

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

1º ministro corrige governador...

O primeiro-ministro contraria governador do Banco de Portugal e sustenta que o Governo fará a consolidação orçamental nos próximos anos com base na redução da despesa: "Vamos fazer uma consolidação orçamental baseada na redução da despesa e não através de aumento de impostos, porque isso seria negativo para a economia portuguesa. O senhor governador disse apenas que, no futuro, tinha uma perspectiva que talvez o aumento de impostos tivesse necessidade de se fazer. Mas ele concorda que este não é o aumento para aumentar impostos, porque isso teria uma consequência negativa no emprego e na actividade económica". JN ...e se os impostos aumentarem sempre poderá dizer que foi contra a sua vontade. Infelizmente a experiencia demontra-me que aumentar impostos foi acontecimento a que nenhum, mesmo nenhum, governo socialista deixou de nos aumentar impostos.
Este lá chegará.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

também tu...V?

Teixeira dos Santos, em entrevista à RTP, comentou: "Com certeza que fui surpreendido pelo défice de 9,3%" em 2009". O ministro das Finanças admitiu ter sido surpreendido pelos valores do défice face ao PIB: "A quebra da receita não era esperada. Em Outubro fui confrontado com a quebra da receita fiscal, o que nos permitiu projectar a quebra na receita fiscal total". ionline Vítor Constâncio confessou que ficou surpreendido com os 8,3 (?) por cento de défice estimado para este ano, frisando «que ninguém esperava este número» e avisou que o que aí vem vai ser ainda mais difícil do que o caminho que foi feito até agora, porque «Para se atingir um défice inferior a três por cento em 2013, vai ser um caminho mais difícil. Já há uns tempos eu tinha sublinhado que iam ser necessárias novas medidas e isso agora reforça-se. Isto significa que sobretudo em 2011 vai ter de ser feito um esforço muito significativo de redução do défice orçamental». tsf
Valter Lemos, o secretário de Estado do Emprego depois de conhecer os números do desemprego divulgados pelo Eurostat, considerou que não há motivos para alterar as previsões que o Governo faz quanto ao desemprego para este ano, 9,8 por cento, avisando que os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) ainda não saíram... Segundo dados do Eurostat a taxa de desemprego aumentou em Portugal no mês passado para os 10,4 por cento, registando uma subida de uma décima em relação a Novembro. «A previsão mantém-se. Não vejo que estes números invalidem minimamente a meta dos 9,8 por cento prevista no cenário para 2010», acrescentou o secretário, frisando que não encontra qualquer contradição nos números. tsf esta é a gente que nos governa...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O Banco de Portugal não tem ninguém a dirigir a supervisão

Ontem, na Comissão de Orçamento e Finanças da AR, o CDS fez uma pergunta simples ao Governador do Banco de Portugal: O antigo Director de Supervisão Bancária do Banco de Portugal foi nomeado, pelo Banco de Portugal, para administrador do BPP em Dezembro. Quem o substituiu a dirigir a supervisão? O Governador respondeu que... ninguém. Que a passagem de Carlos Santos no BPP não era previsível que demorasse tanto tempo e que era uma "contingência"... Let us rewind... O Banco de Portugal, depois dos casos BCP, BPN e BPP não tem ninguém a dirigir a supervisão bancária. No meio de uma crise financeira, em que é exigido aos bancos mais esforço (como o aumento do Tier 1), em que passaram a existir equipas do BdP presentes nos bancos, em que está abalada a confiança no sistema financeiro, não há ninguém a dirigir? Contingências?! Isto sem falar da razão da contingência: o BdP previa que os problemas do BPP se resolviam depressa. Já não bastava termos uma supervisão sonolenta, agora temos uma sabática. in 31 da Armada

quarta-feira, 15 de julho de 2009

más noticias...

"Previsões do Banco de Portugal" recessão O Produto Interno Bruto deverá contrair-se 3,5 por cento este ano e continuar em recessão durante 2010, anunciou hoje o Banco de Portugal (BdP). O banco central mantém a previsão de Abril passado, mas aponta para uma quebra de 0,6 por cento da actividade económica em 2010. Publico inflação A taxa de inflação portuguesa de 2009 deve ser negativa em 0,5 por cento, mas sem que haja uma deflação, adiantou hoje o Boletim Económico de Verão de Banco de Portugal. A instituição afasta, no entanto, um cenário de deflação, ao justificar que se trata de "uma redução temporária e não generalizada" dos preços. De acordo com o BdP, "a evolução da taxa de inflação é condicionada pela queda dos preços da componente energética do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor de 7,2 por cento". Publico desemprego O emprego deverá cair 2,6 por cento em 2009 e continuar a cair em 2010 ao ritmo de 1,5 por cento, prevê o Banco de Portugal.Estas previsões afastam por completo a expectativa de que o desemprego poderia inflectir em 2009 e começar a recuperar mesmo no próximo ano. Primeiro, a recessão económica é de esperar que se prolongue por 2010, o que condiciona qualquer cenário de retoma do crescimento do emprego. E segundo, por torna ainda mais distante a possibilidade de absorção do volume de desemprego já registado e que potencialmente deverá se agravar este ano. "Depois de um crescimento do emprego de 0,4 por cento em 2008, projecta-se uma diminuição de 2,6 por cento em 2009, seguida de uma nova redução do nível de emprego de 1,5 por cento em 2010. Publico

Os mais curiosos podem ler isto e isto ou isto, resultados de um "pregar aos peixes" ou talvez do despejar de pérolas a porcos que algures no passado andei a fazer por este blog adentro! Entristece-me continuar a ver as mesmas rolhas a flutuar e o mesmo povo inculto e ingénuo a ser enganado por todos os meios de uma propaganda evoluída para que não estava, nem vai estar, preparado. Penso, mas não escrevo, o vernáculo da situação... Há pouco mais de um ano o nosso génio regulador afirmava que “o crescimento da economia portuguesa não será muito distante do 1,7%. que a Comissão Europeia acabou de publicar" e não quis avançar já com uma previsão concreta, por considerar que "o processo está em curso", mas adiantou que será uma revisão em baixa entre os 1,3%, valor apontado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), e os 2 % previstos pelo BdP no boletim divulgado em Janeiro. Hoje o “pior ministro das finanças da UE” (a expressão com que concordo nem é minha!) considerou que a manutenção das previsões para a queda do PIB em 2009 pelo Banco de Portugal pode indiciar que "estamos a bater no fundo desta crise", afastando ainda cenário de deflação porque "é uma situação que tem a ver com o ajustamento significativo dos preços, que subiram muito o ano passado e, este ano estão a ajustar e a corrigir, a corrigir em baixa". Mais um génio que nunca fez mergulho ou saberia que o tempo usado para vir á superfície deve ser sempre superior ao usado para ir ao fundo! Evita embolias!

sábado, 11 de julho de 2009

«Vítor Constâncio acha-se Deus, acima da lei, ninguém o pode escrutinar ou criticar» Paulo Portas

sexta-feira, 10 de julho de 2009

docência para deputados...

O licenciado Vítor Constâncio veio em defesa do seu Banco de Portugal, garantindo que não há “nenhuma supervisão infalível em qualquer país do mundo”. Realmente o que nos interessava era que essa infalibilidade existisse em Portugal e, com isso, evitasse que Fazenda Pública transmitisse dividas para os nossos netos, porque com "os problemas dos outros...passamos bem!".
Foi para isso que Constâncio foi nomeado, mas os resultados do seu belíssimo trabalho estarão á vista por muito tempo e muitos impostos a pagar! Mas o Sr. Professor Catedrático “Convidado” por não ter Doutoramento, foi muito mais longe nas suas considerações e, professoralmente, admoestou a Comissão de Inquérito afirmando “que, «estranhamente», a comissão não ouviu peritos sobre a matéria e que, por isso, falta essa componente técnica para conferir objectividade e credibilidade aos trabalhos”. Ao que parece o Sr. Professor desconhece que Comissão é constituída por Deputados, eleitos por todos nós e que, no bom e no mau, nos representam. Trata-se sem dúvida de um problema que lhe advém do modo como o rejeitámos quando quis “ir a votos” com o resultado que se conhece. O povo é sábio e naquela altura teve a intuição que não poderia acreditar nas propostas do “Professor” (... o mesmo não se passou agora com os seus correligionários!). Mas em breve teremos oportunidade de esclarecer este assunto que nos irá custar uma fortuna na pensão de aposentação que teremos de lhe pagar...
Porra! Sinto-me insultado!

terça-feira, 7 de julho de 2009

cada cor seu paladar...

PS iliba Constâncio no processo BPN O governador do Banco de Portugal (BdP), Vítor Constâncio, escapa ileso no inquérito parlamentar sobre o BPN. O PS, autor do relatório final, limitou-se a usar dois adjectivos para criticar a supervisão. Correio da Manhã PCP criticou “o proteccionismo pessoal” dado a Vitor Constancio “Decepcionantes e frustrantes.” Foi deste modo que o PCP classificou a versão final do relatório da Comissão de Inquérito parlamentar à supervisão e nacionalização do BPN. Publico Sónia Sanfona diz que BdP poderia ter ido «mais longe» nas averiguações Na comissão parlamentar ao caso BPN, a oposição está a comentar o relatório apresentado pelo PS, depois de a deputada Sónia Sanfona ter reconhecido que o Banco de Portugal (BdP)poderia ter ido «mais longe» nas averiguações sobre o BPN. TSF ...Comissão de Inquérito isenta de culpas Banco de Portugal O relatório que a Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN vai apresentar à Assembleia da República conclui que o Banco de Portugal "não ignorou" nem "permitiu" a situação de inviabilidade do banco, segundo o documento a que a Lusa teve acesso. Diário de Noticias Banco de Portugal precisa de «governador competente» e que «actue a tempo» O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje a necessidade de um «supervisor competente» como governador do Banco de Portugal (BP) para evitar que se repita «o que se passou com o BPP, o BCP e o BPN» . SOL PS propõe absolvição para Constâncio Os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito ao caso BPN terminam esta terça-feira com polémica garantida. O motivo maior de discórdia é a supervisão do Banco de Portugal (BP). Se para o PS foi boa, para a Oposição foi muito má. "A rede de tipo mafioso do BPN poderia ter sido detectada e extirpada bem mais cedo, se o BP tivesse agido como devia. E se não agiu, não foi por falta de indícios e inspecções, mas porque, ao nível da super-estrutura, não quis agir", comentou o deputado Honório Novo. Jornal de Noticias PCP apresenta relatório alternativo O PCP vai apresentar um relatório alternativo com as conclusões da comissão de inquérito ao BPN devido ao que considera ser um "branqueamento completo das responsabilidades da supervisão" e à falta de aspectos centrais no trabalho da comissão. "Não podemos deixar passar em claro alguns dos aspectos centrais dos trabalhos desta comissão, designadamente as condições em que foi efectuada a decisão da nacionalização do Banco Português de Negócios e as conclusões de branqueamento completo das responsabilidades da supervisão", afirmou o deputado comunista Honório Novo, em conferência de imprensa que antecedeu a reunião da comissão de inquérito parlamentar à nacionalização do BPN. Diário Digital Bloco vota contra «este ou o próximo relatório» Deputado explica que em «hora e meia» não «ultrapassam divergências» de fundo Portugal Diário

segunda-feira, 22 de junho de 2009

além do Nuno Melo... há mais ignorantes!

A Provedoria de Justiça diz que o Banco de Portugal tem um problema de comunicação e que a colaboração da instituição liderada por Vítor Constâncio com aquele órgão de Estado ficou muito longe do desejável.Num documento, referente a 2008, o provedor censura a postura do supervisor, chegando mesmo a salientar que a cooperação com a Provedoria de Justiça "ficou bastante aquém do desejado". Diário Económico
parece que Semedo, Novo e Melo não assim tão "ignorantes"

terça-feira, 16 de junho de 2009

"Pode partir para o insulto que eu não descerei a esse nível",

É visível a indisposição que Constâncio provoca cada vez que debita respostas na Comissão de Inquérito. A falta de educação do ainda governador é inconcebível e consegue criar mal estar entre todos os deputados. Honório Novo acusou o governador do Banco de Portugal de não ter respondido às perguntas dos deputados: "Vítor Constâncio já tem matéria de facto e de conteúdo para ter pedido a sua demissão" e numa conferência de imprensa no Parlamento reiterou que está em causa está a recusa do supervisor de facultar à comissão parlamentar de inquérito ao caso BPN uma série de documentos solicitados pelos deputados que a constituem. "A punição para o crime de desobediência qualificada está definida no código penal com pena de prisão ou multa", constatou o deputado comunista! Mas o ainda governador entende que «Não tenho obrigação de saber todos os pormenores de um processo em que eu não estive, em tempo real, directamente envolvido. Não se pode pedir a nenhum responsável do banco central que saiba esses pormenores», E responsabiliza outros, até o anterior Procurador Geral da República, José Souto Moura, nomeado porque “o desfecho do caso BPN podia ter sido diferente se as cartas que recebeu da procuradoria a pedir informação sobre o banco insular tivessem sido mais explícitas”. Pelo meio vai dizendo que «Há uma estratégia de interrogatório inquisitorial durante horas». Também o deputado Nuno Melo, considera que se trata de crime quando uma instituição mente ao supervisor como foi detectado, e acusa a entidade reguladora de ter permitido uma actuação continuada ao longo dos anos de actos irregulares no BPN. "Aconteceu o que aconteceu com o BCP, os clientes do BPP não podem levantar seu dinheiro, nacionalizou-se o BPN e não acontece nada", Constâncio defende-se e acusa o deputado de “ignorância” "Pode partir para o insulto que eu não descerei a esse nível", disse-lhe Nuno Melo.. Textos e Comentários completos aqui, também aqui e mais aqui

segunda-feira, 1 de junho de 2009

CDS-PP divulga parecer ...

O CDS-PP vai divulgar hoje o parecer que o Banco de Portugal deu ao Governo sobre a nacionalização do Banco Português de Negócios, anunciou hoje o deputado e cabeça-de-lista às europeias, Nuno Melo.
Nuno Melo disse que o documento "revela com toda a evidência a incompetência" do Banco de Portugal.
O parecer foi um dos documentos que o governador do Banco de Portugal recusou entregar à comissão parlamentar de inquérito.
assim vai a campanha...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

…mais uma reforma milionária

A Direcção da bancada parlamentar socialista já interiorizou ser impossível ilibar o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, face aos indícios da actuação negligente daquela instituição face ao que se passava no Banco Português de Negócios, obtidos pela comissão parlamentar de inquérito ao chamado 'caso BPN'. O PS já decidiu: vai deixar cair Vítor Constâncio. O relatório final da comissão parlamentar de inquérito ao BPN será crítico para com a actuação do governador do Banco de Portugal neste caso. E sê-lo-á com o consentimento da maioria socialista na comissão. "É impossível não criticarmos", admitiu ontem ao DN um membro da direcção parlamentar socialista. por João Pedro Henriques no DN lido no SOL adeus vitinho…

a fugir com o rabo á seringa!

Confrontado pelos deputados com as recentes afirmações do ministro das Finanças, que afirmava ver “sinais de alívio”, na economia portuguesa, Vítor Constâncio, admite estar pessimista, e explicou que há apenas “uma desaceleração da queda”, mas que “todos subscrevem o cenário de recessão” e que se prevê que “se assista pela Europa e EUA a um aumento do desemprego”. 27 Maio 2009 - 18h12