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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

eleições e emigrantes no "estado a qe isto chegou"

Rui Rio (que ainda se julga líder absoluto do PSD) e todos os que fizeram o caso do voto dos emigrantes são o Bom, o Mau e o Vilão.
(um excelente comentário onde, decerto por razões que a Razão desconhece, ficaram esquecidos um ministro, uma ministra do Interior e o presidente do conselho deles!)


quarta-feira, 4 de agosto de 2021

a caminho da "democracia popular" em Portugal?

um bom comentário para a história da pré-história da "democracia popular" em Portugal
.
"MP acusa André Ventura de desobediência por jantar de campanha" (cf. aqui e aqui)
"É um crime que pode dar até um ano de prisão" (cf. aqui).
Quem lesse o blogue Portugal Contemporaneo alguma vez teria dúvidas que, mais cedo ou mais tarde, o Ministério Público quereria mandar o André Ventura para a prisão?
À frente do Tribunal Constitucional, a instituição mais corrupta do nosso sistema de justiça é o Ministério Público.
"Apesar do processo não ter natureza urgente, o Ministério Público determina que, não obstante estar a decorrer o período de férias judiciais, se proceda "desde já às notificações" dos arguidos, "para evitar que as mesmas, e a consequente repercussão pública que possam ter, venham a ficar "coladas" ao período de campanha eleitoral para as autarquias locais"" (cf. aqui).
É preciso ter lata.
(Posted by Pedro Arroja at 00:02 )


quinta-feira, 19 de julho de 2018

um povo de mansos...

Para fiscalizar os cidadãos não faltam meios às finanças. 
Para garantir que o financiamento dos partidos é feito de forma legal é que já não há verba. 


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

"justificar" as chorudas pensões que vão ganhar quando de lá sairem…

…o Constitucional invocou princípios constitucionais, importa perguntar onde fica o princípio da igualdade. É que os ex-políticos não fizeram descontos que justifiquem, nem de longe nem de perto, as pensões que recebem. Ao contrário do português comum que tem de se "matar" durante uma vida de trabalho para conseguir uma magra pensão.
se calhar os juízes do Constitucional estão a criar as condições para "justificar" as chorudas pensões que vão ganhar quando de lá saírem

Trinta deputados que “nós” elegemos subscreveram pedido de fiscalização junto do Tribunal que nos vai obrigar a desembolsar mais de 15 milhões de euros. A lista integra:
do PS
Alberto Costa, Alberto Martins, Ana Paula Vitorino, André Figueiredo, António Braga, Celeste Correia, Fernando Serrasqueiro, Idália Serrão, João Barroso Soares, Jorge Lacão, José Junqueiro, José Lello, José Magalhães, Laurentino Dias, Maria de Belém Roseira, Miguel Coelho, Paulo Campos, Renato Sampaio, Rosa Maria Albernaz, Sérgio Sousa Pinto e Vitalino Canas.
e do PSD

Arménio Santos, Carlos Costa Neves, Correia de Jesus, Couto dos Santos, Francisco Gomes, Guilherme Silva, Hugo Velosa, João Bosco Mota Amaral e Joaquim Ponte.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

o Tribunal Constitucional dos Professores Universitários

- O presidente do TC, Joaquim Sousa Ribeiro, nasceu no Porto, em 1946, e é formado em Direito e professor universitário. Foi eleito para o TC pela Assembleia da República (AR) em 05 de Julho de 2007, sob proposta de PS e PSD, desempenhando o cargo de presidente desde 02 de Outubro de 2012.
- A vice-presidente, Maria Lúcia Amaral, nasceu em Angola, em 1957, e é formada em Direito e professora universitária. Foi eleita para o TC pela AR (sob proposta do PSD) em 29 de Março de 2007, desempenhando o cargo de vice-presidente desde 02 de Outubro de 2012.
- O vogal João Eduardo Esteves nasceu em Coimbra, em 1957, e é formado em Direito e professor universitário. Desempenhou funções de juiz em diversos tribunais. Eleito para o TC pela AR (sob proposta do PSD), iniciou funções em 04 de Abril de 2007.
- A vogal Ana Maria Martins nasceu em Lisboa, em 1963, e é formada em Direito e professora universitária. Eleita para o TC pela AR (sob proposta do PS), iniciou funções em 04 de Abril de 2007.
- A vogal Catarina Sarmento e Castro nasceu em Coimbra, em 1970, e é formada em Direito e professora universitária. Foi Adjunta do Ministro da Administração Interna (1995-97). Eleita para o TC pela AR (sob proposta de PS e PSD), iniciou funções 04 de Fevereiro de 2010.
- A vogal Maria José Rangel de Mesquita nasceu em Lisboa, em 1965, e é formada em Direito e professora universitária. Eleita para o TC pela AR (sob proposta do PSD), iniciou funções em 12 de Julho de 2012.
- O vogal Pedro Machete nasceu em Lisboa, em 1965, e é formado em Direito e professor universitário. Exerceu advocacia. Iniciou funções no TC em 01 de Outubro de 2012, depois de os restantes membros o escolherem por cooptação para substituir Rui Moura Ramos, que presidia até então ao Tribunal Constitucional.
- A vogal Maria João Antunes nasceu em Oliveira do Hospital, em 1963, e é formada em Direito e professora universitária. Iniciou funções em 21 de Outubro de 2004, depois de os restantes membros a escolherem por cooptação.
- A vogal Fátima Mata-Mouros nasceu em Lisboa, em 1960, e é formada em Direito, tendo desempenhado funções de juiz em diversos tribunais, como o Tribunal da Relação de Lisboa ou o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Eleita para o TC pela AR (sob proposta do CDS-PP), iniciou funções em 12 de Julho de 2012.
- O vogal Fernando Vaz Ventura nasceu no Barreiro, em 1961, e é formado em Direito. Desempenhou funções de juiz em diversos tribunais, nomeadamente o Tribunal da Relação de Lisboa. Eleito para o TC pela AR (sob proposta do PS), iniciou funções em 12 de Julho de 2012.
- O vogal Vítor Gomes nasceu em Arcos de Valdevez, em 1949, e é formado em Direito, tendo desempenhado funções de juiz em diversos tribunais, nomeadamente o Supremo Tribunal Administrativo. Iniciou funções em 05 de Dezembro de 2003, depois de os restantes membros o escolherem por cooptação.
- O vogal Carlos Cadilha nasceu em Viana do Castelo, em 1947, e é formado em Direito, tendo desempenhado cargos em tribunais administrativos, no Ministério Público e no Supremo Tribunal de Justiça. Eleito para o TC pela AR (sob proposta do PS), iniciou funções em 04 de Abril de 2007.
- O vogal José da Cunha Barbosa nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1950, e é formado em Direito, tendo desempenhado cargos no Ministério Público e no Supremo Tribunal de Justiça. Eleito para o TC pela AR (sob proposta do PSD), iniciou funções em 12 de Abril de 2011.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ia tudo bem até vir o TC baralhar tudo!

Miguel Frasquilho, economista, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, defendeu que a 'troika' devia flexibilizar os prazos do ajustamento financeiro de Portugal, concedendo mais dois anos para o cumprimento das metas fixadas e financiamento adicional. i online 
Eduardo Catroga, o economista que liderou em nome do PSD as conversações com a troika, em entrevista à Renascença, defende que a União Europeia e o FMI devem dar mais tempo a Portugal, porque, nas actuais circunstâncias, é muito difícil cumprir o défi ce para este ano e vai mais longe e considera que não deve ser o Governo a pedir a renegociação, lembrando que foi o Executivo socialista a fornecer “dados imperfeitos” sobre as contas nacionais. A troika acreditou e, por isso, tem de ser ela a corrigir a metas. rr
Vitor Gaspar, economista, ministro de Estado e das Finanças, escusou-se hoje a comentar as declarações do vice-presidente do PSD Miguel Frasquilho: "Não farei aqui em Pequim nenhum comentário sobre o debate interno português", disse Vitor Gaspar, que se encontrava acompanhado pelo ministro de Estado e dos negócios estrangeiros de Portugal, Paulo Portas. i online
Vítor Constâncio, o ex-governador do Banco de Portugal e actual vice do Banco Central Europeu, considera que “estão reunidas todas as condições para que Portugal cumpra o programa”, salientando que este é um objectivo “muito importante”. Até porque, acrescentou Constâncio, Portugal não pode “estragar” a imagem de “bom aluno” que criou junto das autoridades internacionais e dos mercados. “O país é visto como estando na direcção certa e esse deve continuar a ser o caso”. público
Teresa Ter-Minassian, a economista que liderou o resgate do FMI ao país em 1983, afirma que  “Não se fala muito de Portugal nos mercados e isso é muito bom hoje em dia”, acrescentando que “o que diferencia Portugal de outros países é o facto de estar a cumprir rigorosamente os compromissos assumidos no programa de ajustamento”. Ter uma “imagem de coerência ao nível das políticas económicas é muito importante para dar confiança aos mercados”, frisou. público
Carlos Zorrinho, prof. de gestão de informação, líder parlamentar do PS, defendeu hoje que o Governo deve assumir "o mal que fez ao país" ao não prolongar o prazo para as metas do défice e que isso teria evitado medidas tão duras e acusou o Governo PSD/CDS-PP de chegar sucessivamente "atrasado" aos momentos decisivos e sublinhou que os socialistas "há muito tempo que consideram que o ajustamento, "para ser forte e não destruir a economia, precisava de mais um ano". "Isso não quebrava em nada a confiança internacional e teria impedido que o país chegasse às circunstâncias em que agora se encontra", advogou Zorrinho. i online
Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, afirma que pedir mais tempo para o ajustamento financeiro à 'troika' poderá adiar os problemas do país, mas não os resolve, defendendo que a solução passa por "interromper" a actual política. "Podemos adiar o problema mas não resolvê-lo. A questão do défice das contas públicas continuará a degradar-se sem uma componente que consideramos fundamental: nós precisamos de criar riqueza, de criar receita, de crescimento, de desenvolvimento, de aumentar a nossa capacidade produtiva como resposta ao problema do défice", afirmou Sousa. i online
Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, afirmou que o alargamento do prazo para Portugal poder cumprir com os objetivos da ‘troika’ é uma “proposta de cartola” que reflete “a falência das políticas” do governo.“Os mesmos que estavam contra a renegociação dos prazos são aqueles que agora apresentam propostas de cartola, que surgem à última da hora, e que mais não visam assumir, na prática, a falência das políticas”, disse à agência Lusa o dirigente sindical Carlos. i online 

O Tribunal Constitucional declarou hoje, por falta de equidade entre funcionários públicos e trabalhadores do privado, a inconstitucionalidade da suspensão do pagamento dos subsídios de férias ou de Natal a funcionários públicos ou aposentados, mas determinam que os efeitos desta decisão não tenham efeitos para este ano. SMA
Amanhã veremos a reacção dos “mercados”.
Mais tarde saberemos se haverá dinheiro para pagar a funcionários públicos, reformados e pensionistas...