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domingo, 18 de janeiro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
terça-feira, 8 de outubro de 2013
e passou um ano!
é divertido ver as nãoticias de outro tempo.
…também é uma pequena vingança a quantos passam o
tempo a recordar-nos o que outros disseram ou escreveram tempos atrás!
“só os burros é que não mudam” diz-se, mas isto só se
aplica à corporação dos “nossos” comunicantes.
(como manchetava o JN “os vivos dormem com os mortos”,
mas, ao que parece, não é só na Guarda)
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
o dia da viúvas...
Os tablóides
(a que temos direito) hoje brindam-nos com o dia das viúvas (muitas) e dos viúvos
(menos) que, vão levar um “corte” de 100 Milhões.
Um número curioso
porque é igual ao do imposto extraordinário que parece querem aplicar “às eléctricas”.
O primeiro
caso parece tratar-se de uma “bicada” ao Colectivo Constitucional que tudo leva
crer reprovará a medida e o segundo uma manobra exploratória para chinês
começar a digerir.
Parece-me
que o ex-jornalista, agora “vice prá тройка”, anda a distribuir “informação
antecipada”, um nome bonito para as “dicas” que chegam aos ex-colegas e a que
eu chamo “desinformação”…
Isto é,
anda a fazer o que melhor sabe!
…e nós,
idiotas úteis, ficaremos “muito contentes” quando aqueles únicos que sabem “ler”
a nossa Constituição da “via pró-socialismo” não deixarem que os nossos “velhotes”
fiquem ainda mais pobres, enquanto que os “capitalista exploradores”, oriundos
da longínqua república democrática e socialista, ficarão menos ricos…
(por
curiosidade foi ver as grandes manchetes deste dia, no ano passado, que
referiam: “ricos” mais atingidos e “a crise chegou ao lixo” que sem dúvida eram
premonitórias!)
domingo, 6 de outubro de 2013
os bufos...
In illo tempore, havia
uns senhores que diariamente saiam do esgoto em que viviam e reportavam à
organização onde estavam assalariados as coisa mais incríveis da nossa vida
quotidiana. Quase nada escapava: as “notas” que eram atribuídas aos estudantes,
os nomes dos amigos e das namoradas, profissões e proventos salariais e, claro,
o que pensavam do regime politico que tínhamos.
A organização que
lhes pagava teve dois ou três “nomes de fantasia” e a eles lhes chamávamos
várias coisas, umas melhores, outras mais ordinárias, mas genericamente eram
conhecidos por “bufos”.
Vem isto a propósito
das manchetes de hoje na “comunicação a que temos direito”…
Recordações antigas do
tempo que me levou ao “castigo” do serviço obrigatório e, em sequencia, aos
piores sítios da guerra que tivemos. Confesso que neles estive “bem
acompanhado” pelos muitos “maus comportados”, tanto mais porque, por cá, ficaram
os “bem comportados” e, entre eles, os bufos de serviço que, ao que parece, biblicamente
cresceram e se multiplicaram.
Estranhamente, tal
como os de outros tempos, são lidos e aplaudidos por alguns…até que lhes chegue
a vez!
sábado, 5 de outubro de 2013
Hoje é pouca a minha "diferença" dos jornais
a que temos direito: apenas um “n”!
Conheci-o, éramos uns meninos, ele um jovem Assistente, eu um “miserável” Caloiro.
Sempre lhe considerei a precisão terminológica que nos facilitava a interpretação. Não nos voltámos a encontrar neste meio-século que passou.
Aquela antiga “precisão” e, confesso, a minha conhecida repulsa à falta dela, levou-me a ouvir-lhe as declarações e a réplica do senhor Procurador aos denunciantes.
Decerto a minha idade avançada e as aulinhas de interpretação de textos da escola primária do fassismo emburraram-me, mas o que ouvi não se parece nada com o que li.
(aconselho as/os meus comentadores a fazerem o mesmo!).
O desagradável de toda a situação não
é o que manchetam e escrevem.
O desagradável é que alguém que nos
representa, subservientamente e no estrangeiro, comente!O desagradável, porque não a acredito racista, é a atitude xenófoba de quem escreve!
…enfim! Temos que comer a palha que
nos dão (porque, suponho, a “crise” esgotou as vitualhas a que estávamos
habituados!)
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