terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

juros a acrescentar à divida… muitos no ataque aos mais fracos!!!


«“Bem-vindos de volta à crise do euro”, escreve hoje o Citigroup. A frase resume o que se sentiu esta terça-feira, 26 de Fevereiro, nos mercados financeiros. Entre ontem e hoje regressou-se às quedas abruptas e à elevada volatilidade que marcaram as sessões no pico da crise da dívida. Lisboa acompanhou esse movimento, tendo deslizado, durante a sessão, perto de 3%.
As subidas dos juros da divida soberana subiram violentamente para os PIIGS. Em breve a consequência das eleições italianas poderá ser menos investimento e logo mais desemprego.
mas que se lixe a troika e depois... bom! logo se verá...
 
 
 
O PSI20 perdeu 2,49% para 6.010,07 pontos, a maior queda desde 23 de Julho.
Os juros da dívida a cinco anos aumentaram 22,8 pontos base para 5,146%, tendo tocado um máximo de dia 12 de Fevereiro nos 5,446%. A “yield” a 10 anos aumentou 38,8 pontos base para 6,559% e tocou o máximo de 6,655%, em que já não negociava desde o início de Janeiro.
A TAP, que transportou 10,2 milhões de passageiros em 2012, mais 4,5% do que no período homólogo, fechou o ano de 2012 com um lucro de 16 milhões de euros, que compara com 3,1 milhões de euros do ano anterior.
O Grupo Media Capital fechou o ano de 2012 com lucros de 11,9 milhões de euros, dez vezes mais do que os 1,16 milhões de euros conseguidos no ano anterior.
O resultado líquido da EDP Renováveis cresceu 43% para 126 milhões de euros, em termos homólogos.
O primeiro-ministro admitiu hoje a possibilidade de Portugal ter mais um ano para cumprir as metas do défice e reafirmou que o Governo não quer nem mais tempo (???!!!) nem mais dinheiro para cumprir o programa de ajustamento.
O ministro Paulo Portas considera que o sofrimento e sacrifício dos portugueses no combate ao défice e dívida merece um "prémio" de reconhecimento dos parceiros europeus que devem, por isso, apoiar uma extensão das maturidades dos empréstimos.
O Tesouro italiano financiou-se hoje em 8,75 mil milhões de euros, suportando o custo mais elevado desde Outubro. Os títulos a seis meses foram emitidos a uma taxa de 1,237% (0,731% há menos de um mês).
Os juros da dívida a 10 anos de Espanha subiram 20 pontos.
A taxa da dívida Italiana a 10 anos registou a maior subida dos últimos dois meses chegando a ser negociada com uma subida que chegou a ser de 44 pontos.
A moeda única tocou o valor mais baixo das últimas seis semanas, nos 1,3061 dólares.

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