segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

do OE2016 para memória futura…

Em entrevista ao Observador, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, explicou alguns detalhes do Orçamento - principalmente, claro, os aumentos de impostos.
Memorize esta frase: "A tendência geral da consolidação orçamental não se fará pelo aumento da receita fiscal até porque as possibilidades estão em grande parte esgotadas".

Talvez seja verdade, mas o PCP acha que este Orçamento ainda deixa escapar alguns contribuintes com mais rendimentos. Por isso, escreve a Helena Pereira, Jerónimo de Sousa quer apresentar algumas alterações ao documento.
Tem três objetivos.
Um: criar um novo imposto sobre o património.
Dois: aumentar a taxa adicional no IRS.
Três: aumentar a contribuição sobre o setor energético.

Como parece que os comunistas (e mais algumas pessoas) ainda não perceberam totalmente as virtudes deste orçamento, António Costa vai esforçar-se mais. Este domingo, começou a divulgar vídeos curtos nos quais explica as opções do Governo. Através das partilhas nas redes sociais, talvez a mensagem chegue a Bruxelas.

Pelo menos, chegará à sede do PCP. E à do BE. 
E pode ser que contribua para tornar o casamento das esquerdas mais sólido. 

Aqui no Observador, influenciados pelo Dia dos Namorados, fomos recuperar as juras de amor envergonhadas trocadas pelos partidos que suportam o Governo. (por Miguel Pinheiro,no Observador)

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