quinta-feira, 18 de junho de 2020

fugiu-lhes o pé pró chinelo!


Marcelo tinha estado demasiado bem nos últimos dias e horas o que lhe deu “créditos”, como num jogo qualquer, para presidir, a partir de Belém, a uma manifestação indecorosa do estado a que isto tudo chegou, com esta gente desprezível no governo e aquele neo-lusito Medina na CML. O país foi vendido aos indígenas como uma puta de sucesso, pelas televisões e em directo, a pensar no lá fora. Um país que ainda não encerrou o dossiê dos incêndios de
2017, que vai passar por mais uma crise, que não domina a pandemia, etc., ainda se permite não se dar ao respeito. Ainda bem que a maioria silenciosa tem mais que fazer do que ver telejornais subsarianos. Já estou como o videirinho do Barroso. Sei que isto um dia vai rebentar tudo. Só não sei é quando. (por João Gonçalves no FeiçeBuque)
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Segundo o Presidente da República, Portugal é recompensado pela "situação notável que se verifica no Serviço Nacional de Saúde (SNS) em termos de internamento e de internamentos em cuidados intensivos" e pela forma como prossegue o combate à covid-19 "sem forjar números, mantendo a transparência".
"Nós mostramos tudo isto ao mundo. Não paramos o vírus de um dia para o outro, como se ele não existisse. Não paramos a epidemia de um dia para o outro, como se ela estancasse - isso não existe, mas não existe em nenhum país do mundo", acrescentou, concluindo: "Portanto, Portugal vence pelos seus méritos passados e pela sua transparência presente, ou seja, pelo mérito do SNS, dos profissionais de saúde e dos portugueses".

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