sábado, 20 de fevereiro de 2010

Após tolos

á saída ou á entrada da reunião dos socialistas, vários foram os apóstolos que marcaram televisivamente o apoio ao secretário-geral, vejamos, para mais tarde recordar quando se sucederem noutra cambalhota. Só os mais novos e os mais distraidos não se lembram de idêntico apostolado a António Guterres ou a Ferro Rodrigues:
António Almeida Santos lembrou que «quem acusa prova» e que o chefe do Governo «não tem que defender-se de provas que ainda não foram apresentadas». «Estamos perante uma inversão do ónus da prova. Onde está a acusação contra Sócrates?». «A primeira falhou, a segunda falhou, a terceira falhou e a quarta também vai falhar», concluiu. tsf
José Santos de Magalhães referiu uma «operação para neutralizar» um Governo, que «tem um programa claro de preservação das finanças públicas num contexto muito difícil e de reanimação da economia e preservação do Estado social».
A eurodeputada Edite Marreiros Estrela questionou-se ainda sobre os ataques feitos a JS Pinto de Sousa a propósito do caso Freeport sem que depois não tenha acontecido nada e lembrou os ataques à direcção socialista a propósito do processo Casa Pia.
O secretário de Estado da Administração Local, José Bordalo Junqueiro fixou como alvo dos seus ataques o candidato à liderança do PSD JP Aguiar-Branco, ex-ministro da Justiça, e que «fez o incitamento público à desobediência às decisões da Justiça». «Para quem é candidato a líder do PSD e candidato a primeiro-ministro e ex-ministro da Justiça e que faz o incitamento público à desobediência às decisões dos tribunais está tudo dito». tsf
Vítor Caetano Ramalho, que preside á federação de Setúbal, afirma que «Não via sinceramente ninguém interessado institucionalmente em fazer cair o Governo e estou de acordo com o Presidente da República. Sou insuspeito nessa matéria e acho que tem tido uma postura de serenidade. Não é altura de se abrir nenhum conflito dessa natureza com ele».tsf
mais do mesmo, mas apostolado compreensível...

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