quinta-feira, 25 de novembro de 2010

quase, quase primeiro-ministro

O presidente do PSD disse hoje esperar que os sacrifícios sejam distribuídos por todos e prometeu estar atento à adaptação dos cortes salariais ao sector empresarial do Estado. publico Decerto que PPC não se estava a referir à alteração do PS ao Orçamento do Estado para 2011 que permite ao sector empresarial do Estado aplicar "com adaptações" os cortes salariais impostos aos funcionários públicos que o PPD/PSD/PPC deixou “passar” na votação Parlamentar. Uma alteraçãozita que nada tem a ver com “os sacrifícios sejam distribuídos por todos” e que Rui Rio qualificou de "pouca vergonha" e "incompetência".
Coelho começa a assumir-se como primeiro-ministro, isto é, já desdiz hoje o que disse ontem.

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