sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

juros a acrescentar ao empréstimo... com “más noticias” para a “opinião publicada”

más notícias:
O PSI 20  encerrou a valorizar 0,59% para 6 254,82 pontos.
Os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos estiveram a negociar no mercado secundário nos 6,168%, abaixo dos 6,287% de quinta-feira e a atingir mínimos de Dezembro de 2010.
O preço dos combustíveis deverá descer a partir de segunda-feira entre 1 e 3 cêntimos.
boas notícias do OJE/Lusa:
Os bancos portugueses têm de mudar o modelo de negócio para evitar um novo ciclo de endividamento, defende o Fundo Monetário Internacional.
O FMI estima que Portugal falhe por 0,25 pontos percentuais a meta do défice orçamental de 5% do PIB para 2012.
O Fundo Monetário Internacional sugere que Portugal elimine uma das taxas do IVA, algo que poderia dar a possibilidade reduzir o nível da taxa normal do imposto, actualmente nos 23%.
O Fundo Monetário Internacional afirma que uma recessão mais prolongada ou a inclusão da dívida de empresas públicas e PPP nas contas nacionais pode aumentar a dívida pública em 10 a 15% do Produto Interno Bruto, o que, aliado a juros mais altos, a tornaria insustentável.
boas notícias do Económico
O Governo agravou as taxas de IRS e reviu o número de escalões de oito para cinco. O FMI recomenda que depois da crise, será necessário rever os escalões de IRS.
A taxa máxima de IRS - que se situa nos 54% - pode encorajar a evasão fiscal e é uma das mais altas da Europa.
O FMI diz que é possível melhorar a equidade no regime de pensões mas alerta que cortes nas pensões mais elevadas podem aumentar a informalidade.
O FMI salienta que a despesa com pensões, embora elevada, não é eficiente a reduzir a pobreza entre idosos. Até porque 40% do gasto com pensões é dirigido aos 10% no topo da distribuição de rendimentos da população.
o FMI volta a sugerir cortes nas actuais pensões (sobretudo no caso da função pública onde a reforma é mais elevada), a harmonização de fórmulas de cálculo para os futuros reformados e o aumento da idade de reforma.
O FMI quer aliviar impostos sobre o capital em Portugal.
O Fundo Monetário Internacional defende que as empresas deviam descontar menos TSU para a Segurança Social quando estão em causa trabalhadores com salários mais baixos.

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