quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

...a obesidade e o tabagismo!

Pessoas saudáveis ficam mais caras ao Estado...

Contrariamente ao que se pensa, não são as doenças como a obesidade e o tabagismo que mais contribuem para as despesas da Saúde Nacional.
O estudo, realizado por investigadores holandeses e publicado no boletim da Biblioteca Pública da Ciência Médica, contradiz a noção de que são doenças como a obesidade e tabagismo que contribuem para o buraco financeiro do Sistema Nacional de Saúde. Na verdade são os cidadãos saudáveis que mais contribuem para as despesas.
Para provar esta ideia o estudo criou modelos, que simularam a longevidade, e suas consequências, de três grupos distintos: os saudáveis, os obesos e os fumadores.
Os resultados mostraram que, entre os 20 e os 56 anos são realmente as pessoas com obesidade que representam um maior peso para as despesas do Estado.
Acontece que também está provado que estes cidadãos, juntamente com os fumadores, tendem a morrer mais cedo.
Ou seja, analisando as contas a longo prazo, o peso destes cidadão fica diluído no tempo, representando menos do que as pessoas saudáveis, que vivem mais anos. in www.abc.casadosbits.pt - 2/6/2008 12:33 PM

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

uma herdade em Alcochete...


Revelou o "Sol" que uma sociedade "off shore" comprou, em 7 de Dezembro passado (quando já eram conhecidas por alguns "happy few" bem colocados as conclusões do LNEC sobre Alcochete), uma herdade na zona onde vai ser construído o novo aeroporto por 250 milhões de euros (6,52 euros o m2).
Imagine-se quanto passou a valer o terreno quando, um mês depois, o Governo divulgou a escolha, que, pelos vistos, os sócios da tal "off shore" (que, como os encapuzados que financiaram o estudo da CIP, são anónimos) já conheciam. Evidentemente que nunca haverá, no caso, prova de coisa nenhuma, muito menos de tráfico de influências.

O bastonário deve, pois, calar-se sobre o assunto, já que, não podendo ordenar escutas, realizar buscas, interrogar suspeitos ou inquirir testemunhas, não terá "provas" para apresentar.
Também o ex-vice-presidente da Câmara do Porto, Paulo Morais, não tinha "provas".
Nem o general Garcia dos Santos, que denunciou a corrupção na JAE, onde, apesar de uma auditoria ter revelado que "voaram" 108 milhões de contos, nunca se descobriram "provas" contra ninguém.

Hoje, em Portugal, só aparecem "provas" quando um Silva qualquer furta uma pasta de dentes num supermercado.
As leis penais e processuais penais aprovadas pela AR encarregam-se disso. Por outras, palavras, Manuel, António, Pina JN

CAMPANHAS ANTITABACO


por exceder a área destinada a fumadores...

Um bar em Espinho foi autuado pela PSP de Aveiro numa operação de fiscalização de rotina por exceder a área destinada a fumadores e não ter a funcionar qualquer equipamento de extracção de ar.

No entanto, o estabelecimento não foi obrigado a mudar rigorosamente nada até que Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) se desloque às instalações.

A PSP alega que compete à ASAE confirmar a medição da área destinada a fumadores, bem como a qualidade dos equipamentos que preservam a qualidade do ar.Ao CM, o comissário Sérgio Loureiro explicou que “a legislação do tabaco é ainda muito recente e que nem tudo está definido no que toca à actuação das forças de segurança”, mas acrescenta: “Se o estabelecimento fosse encerrado ou obrigado a corrigir a alegada infracção poderíamos estar a provocar um prejuízo ao proprietário superior ao bem público que pretendíamos proteger.”
No caso concreto, refere ainda o comissário, “se a questão da falta de extracção neste bar era flagrante, já a medição das áreas – de fumadores e não fumadores – terá de ser feita com todo o rigor”.
CM 05Jan08 Carla Pacheco com Lusa. Foto Bruno Colaço

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Eu não acredito em bruxas! Pero que l'ASAE... l'ASAE...


CDS-PP quer prevenir actuação abusiva da ASAE
Entre as várias medidas, de acordo com o projecto divulgado este sábado, a ASAE não poderá publicar a identidade das empresas que inspecciona ou os processos de contra-ordenação instaurados.

Para o CDS-PP, ASAE deverá permitir que os comerciantes inspeccionados podem aceder aos processo e autos em que sejam intervenientes.Por outro lado, os agentes daquela força não poderão recusar identificar-se no decursos das acções fiscalizadoras, segundo o projecto dos democratas-cristãos.

Em relação ao Governo, este deverá publicar todos os anos “o relatório de actividades e serviços, os números relativos às pendências judiciais com origem nos autos da ASAE” e as taxas de sucesso das acções.
CM Sábado, 2 de Fevereiro de 2008


quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Carlos I Portugal

produção descentralizada de energia

A microgeração, produção descentralizada de energia em pequenas potências, constitui actualmente uma oportunidade de negócio para os que estiverem interessados em produzir energia eléctrica através dos recursos naturais. O decreto-lei 363/2007 de 2 de Novembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de electricidade, veio abrir as portas a todos os particulares interessados em investir neste sistema, possibilitando rendimentos bastante proveitosos aos produtores, para além de permitir que Portugal dê cumprimento aos objectivos do Protocolo de Quioto, entre os quais a promoção do uso de fontes energéticas renováveis para reduzir a emissão dos gases que provocam o efeito de estufa e, consequentemente, o aquecimento global. Sendo a microgeração uma área ainda pouco desenvolvida no nosso País, a EnerArea – Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior está disponível para ajudar todos os interessados em investir neste sistema, fazendo o acompanhamento do processo, desde elucidar o investidor às potências que pretende instalar e respectiva rentabilidade à formalização da candidatura do investidor no Sistema de Registo de Microgeração (SRM). Este SRM é uma plataforma que vai ser criada na Internet no final deste mês, e que regista todos os produtores independentes interessados em produzir electricidade através das fontes renováveis para depois a vender à rede. Trata-se de um portal electrónico e o único meio disponível para formalizar a candidatura à microgeração e para a qual o Estado prevê o pagamento de uma taxa de registo de 250 euros. O Governo disponibiliza ao produtor independente dois regimes remuneratórios: o Regime Geral, no qual a tarifa de venda de electricidade é igual ao custo da energia do tarifário da EDP; e o Regime Bonificado, onde é definida uma tarifa única de referência aplicável à energia produzida no ano de instalação e nos cinco anos civis seguintes. Esta tarifa assume mais rentabilidade para o produtor, visto que aos primeiros 10 MW de potência de ligação registados a nível nacional, a tarifa de referência é de 650 euros/MWh, isto é, a energia será paga a 0,65 cêntimos por Kwh ao produtor independente. No entanto, para se ter acesso a este regime bonificado, é necessário atender a algumas condicionantes: - É preciso que a habitação esteja equipada com um painel solar térmico (para a produção de águas quentes sanitárias), no mínimo com dois metros quadrados; - Espaço disponível para a instalação do equipamento nas diversas variantes tecnológicas: (painéis solares fotovoltaicos; microturbina para aproveitamento hidroeléctrico; eólica e cogeração a biomassa) - Ter uma potência contratada à EDP de pelo menos o dobro da potência que se pretende instalar, sendo que a potência máxima que se pode instalar num sistema de microgeração para a tarifa bonificada é de 3.68 Kw. Todas as questões relacionadas com a microgeração poderão ser esclarecidas pelos técnicos da EnerArea e da Associação de Municípios da Cova da Beira, que aconselharão o investidor sobre o melhor equipamento a instalar e a fonte de energia renovável a apostar de acordo com o espaço e as condições da habitação. AMCB 11-03-2008

domingo, 27 de janeiro de 2008

terça-feira, 22 de janeiro de 2008