terça-feira, 14 de abril de 2009

acordo (?) ortográfico!

O relatório da Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura, aprovado por unanimidade, recomenda que o plenário deve "apreciar" a petição contra o Acordo Ortográfico e que algumas das preocupações e sugestões ali referidas devem ser tomadas em conta.A iniciativa do escritor Vasco Graça Moura foi subscrita por 33.053 pessoas.O relator, Barreiras Duarte, considera que "as preocupações e os alertas dos peticionários devem ser tidos em conta, do ponto de vista técnico e político, a curto e a médio prazo" e que "o Governo deveria promover e valorizar, ao longo de todo o processo de aplicação do Acordo Ortográfico, a colaboração e parecer da comunidade científica e demais sectores cujo conhecimento ou actividade são de inegável utilidade". 13.04.2009 - 21h12 Lusa Relacionada com esta fica uma proposta que a Associação de Professores de Português enviou à Assembleia da República para seja aumentado de três para 4,5 horas semanais a carga horária da disciplina da Língua Nacional, ministrada entre o quinto e o nono anos. para que se aproxime dos valores médios da dos países ocidentais que integram a OCDE. O "documento de trabalho", como lhe chamou Paulo Feytor Pinto, propõe ainda que a avaliação seja feita através de "critérios nacionais onde se possam aferir as três competências ouvir/falar, ler e escrever e não com exames, como acontece actualmente. 13.04.2009 - 20h32 Lusa

segunda-feira, 13 de abril de 2009

projecto do Parque Escolar

Embora os alunos estivessem de férias, J. S. Pinto de Sousa deslocou-se ao Porto e á Escola Secundária Aurélia de Sousa onde apresentou o projecto de dinamização do Parque Escolar que tem como objectivo requalificar todas as escolas degradadas do país, informando que o governo decidiu antecipar a recuperação de cem escolas secundárias para dinamizar a economia. Para J.S. Pinto de Sousa, o programa vem dar «oportunidades de emprego a portugueses que se queiram empregar, mas também possa dar oportunidade de emprego e de actividade a muitas pequenas e médias empresas um pouco espalhadas por todo o país». Referindo-se à escola que visitava, no 4º mês do 9º ano do século 21, o presidente do conselho de ministros disse que «entrando nesta escola percebemos que nós estamos aqui a fazer uma escola do século XXI» e também que «Não queremos que a escola seja o último sítio a modernizar. Nós queremos que a escola esteja na linha da frente da modernidade tecnológica». Ficámos a saber que recuperação da escola Aurélio de Sousa custou ao Estado 8,5 milhões de euros que a terceira fase de Modernização do Parque Escolar está a decorrer com um orçamento de 1200 milhões de euros. De seguida foi visitar a Escola Secundária Carolina Michaelis, inaugurar o novo pavilhão desportivo Rodrigues de Freitas e o auditório do Conservatório de Música do Porto. Comparar com a noticia do Público em 21Fev2009: aqui!

a bomba relógio da deflação

A taxa de inflação homóloga em Portugal no mês de Março atingiu pela primeira vez em mais de 40 anos um valor negativo, ao fixar-se em menos 0,4 por cento, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Desde 1978 nunca a taxa de inflação homóloga tinha sido negativa. Analistas afastam, no entanto, que se esteja num cenário de deflação. Publico 13.04.2009 - 07h26 Por Vítor Costa O governador do Banco de Portugal, tal como vários analistas, já tinha avisado que Portugal teria durante alguns meses inflação negativa, afastando, contudo, uma situação de deflação. Este cenário, de descida generalizada dos preços, é, aliás, um dos grandes receios dos economistas já que, face à actual crise, os consumidores diminuem substancialmente os seus gastos. Por outro lado, mesmo os que conservam a sua capacidade de consumo tendem a adiar as suas compras uma vez que têm a expectativa de que os preços irão continuar a descer. Com a quebra do consumo, as empresas, ao não conseguirem vender, são levadas a reduzir a produção e a baixar ainda mais os preços na tentativa de escoar os seus produtos. Mas com menos necessidade de produção são levadas a não aumentar os salários dos seus funcionários ou mesmo a recorrerem a despedimentos. Sem aumentos salariais e com mais desemprego, a tendência é para que haja novos cortes no consumo, criando-se assim um ciclo vicioso de descida continuada dos preços e de abrandamento económico. Publico 13.04.2009 - 10h06 Por Vítor Costa alguém anda a gozar com a gente... então isto não é, exactamente, a definição clássica da temida deflação? ora bem, aqueles que no poleiro, não conseguiram prever ou esconderam a aproximação da crise, continuam a mostrar a sua ignorância ou, pior, a ocultar situações que a acontecerem porão em causa a independência nacional! até quando vamos continuar a ter mais do mesmo? Aqui fica uma nota para os “analistas” Apenas para os estudantes de economia, o termo deflação pode gerar dúvidas e isto porque raras vezes lhes explicam sobre o seu significado...e quando a deflação se apresenta eles não a irão reconhecer! Deflação é o oposto de inflação, que significa o aumento geral de preços. Isto é se o índice geral de preços ao consumidor sobe, pode-se dizer que houve inflação. Se os preços caem, houve deflação.A deflação está relacionada à queda da actividade económica, reflectida na perda de poder aquisitivo dos cidadãos, quando para evitar prejuízos maiores, as empresas, para esgotar os stocks, começam a praticar dumping de preços e, simultaneamente, os consumidores adiam as compras, para intervalos de tempo, progressivamente maiores! Haverá ainda alguém que não entenda que a conversa de funcionários acerca da "inflação" é apenas para nos distrair do muito mais perigoso dragão da deflação? Mike Shedlock, Mish's Global Economic Trend Analysis

domingo, 12 de abril de 2009

ABRUPTO

é sempre interessante ler o abrupto: coisas da sabado. altas-pressões baixas-pressões podemos não concordar, mas PP mantém-se coerente!

Perguntar não ofende

Perguntar não ofende

Este PS, e o outro...

este PS, e o outro.

Beijos roubados - o beijo com a música de Cat Power: The Greatest

EDIÇÃO IMPRESSA

Tácticas de intimidação a jornalistas ou defesa da honra? 10.04.2009, Maria José Oliveira Nas últimas semanas, Sócrates apresentou uma queixa-crime por difamação e uma acção cível. O alvo são quatro jornalistas e o PÚBLICO Ler no Publico Qual o valor das custas judiciais do processo? Foram pagas pelo cidadão J.S.C. Pinto de Sousa? e, já agora, também é aquele cidadão que pagar os honorários do advogado Daniel Proença de Carvalho?
«O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos,
as consciências em debandada,
os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. .."

sábado, 11 de abril de 2009

Nuno Melo (CDS-PP) desafiou o Banco de Portugal a enviar à comissão parlamentar de inquérito ao caso BPN o relatório de supervisão de 2005. "Esse relatório revela em si mesmo graves contradições entre aquilo que em 2005 foi apurado e aquilo que um elemento da supervisão disse o Banco de Portugal conhecer à época relativamente ao BPN". "Tudo o que eu digo é sustentado em documentos, tudo o que o Banco de Portugal vem afirmando, só se tem justificado em declarações e muitas vezes contraditórias", afirmou Isto após o BdP ter desmentido que o supervisor sabia da existência do Banco Insular e faltou à verdade na comissão de inquérito parlamentar ao caso BPN. O BdP atribuiu as "conclusões precipitadas" de Nuno Melo a "ignorância ou má-fé" sobre processos de supervisão. depois do que temos ouvido das “gentes do banco central”, depois de sabermos quanto crise foi escondido durante uns longos nove meses, vai ser interessante descobrir mais um buraco negro na constelação da Rua do Ouro.