sábado, 19 de maio de 2018

também acumulam milhas?

dizem que é legal !


Deputados, residentes nos Açores e Madeira, acumulam compensação do Parlamento com reembolso dos bilhetes das viagens. 

Um deles é Carlos César. 

sexta-feira, 18 de maio de 2018

uma centena deles e delas para mais tarde recordar

Conversas pelo país conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida.
Ou tão simples como ela pode ser...
e

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Agora é que querem chamar a polícia?

Durante anos e décadas, os evidentes crimes que existem no mundo do futebol foram escondidos e protegidos por políticos engravatados, por responsáveis engravatados e por comentadores engravatados.
Hoje, quando tudo se tornou insustentável, estão a tremer de medo, como sempre. Incapazes de enfrentar clubes e adeptos, fazem de conta que não é nada com eles e dizem, virginais, que o melhor é chamar a polícia. [...]
Eis o novo mantra da nossa intelligentsia futebolística:
“À Justiça o que é da Justiça, ao desporto o que é do desporto”. Onde é que já ouvimos isto? [...]
 “Não são adeptos do desporto”? Claro que são. “Não é um caso desportivo”? Claro que é. “O futebol não é isto”? Claro que é. O ponto, aliás, está precisamente aí: o que está em causa neste momento é aquilo em que se transformou o futebol português — numa república independente onde não há lei nem punição, onde só há deslumbramento e subserviência.
Basta olhar para a nossa classe política:
o primeiro-ministro e os ministros aparecem, inchados, nas bancadas presidenciais dos estádios;
os deputados, submissos, recebem os presidentes dos clubes no parlamento;
os presidentes de câmara, solícitos, entregam as sedes dos municípios às equipas que vencem campeonatos;
os políticos no activo, excitados, participam em debates na televisão que competem com circos.

(in “Agora o futebol quer chamar a polícia?” por Miguel Pinheiro)

domingo, 13 de maio de 2018

...colonizaram o espaço público!

O que temos aqui não é um mistério: é apenas uma nova demonstração de que, no nosso país, quem domina o Estado domina a opinião. Ora, nenhum outro grupo, no actual regime, mandou tanto tempo no Estado como os actuais dirigentes do PS. Desde 1995, quase sempre no governo, que fazem e desfazem carreiras, negócios, e instituições. A pouco e pouco, colonizaram o espaço público com quem lhes deve emprego e estatuto. (in “O PS deu licença, já podemos ver, ouvir e falar” por Rui Ramos)
O que aconteceu em Portugal entre 2005 e 2011 foi demasiado grave para nos calarmos. A defesa da democracia portuguesa proíbe o silêncio.
Se alguém, na oposição se calar ou alinhar com a estratégia de Costa, tornar-se-á cúmplice dos maiores crimes políticos e económicos que se cometeram em Portugal desde o 25 de Abril. (in “Não foi só Sócrates, também foi o PS” por João Marques de Almeida)

sábado, 12 de maio de 2018

dizem que é legal !

é legal !

declarou o


Ferro Rodrigues, que os deputados das regiões autónomas "não infringiram nenhuma lei nem nenhum princípio ético, nem nesta nem em qualquer legislatura", relativamente às despesas de deslocação.

sábado, 5 de maio de 2018

dizem que é legal !

também podem acumular milhas?

ou

a subcomissão de Ética ainda não interpretou a resolução do parlamento que regula os apoios às viagens dos deputados das regiões autónomas ?


sexta-feira, 4 de maio de 2018

porque é que foram cúmplices?

Os que se calaram e exigiram silêncio a jornalistas e magistrados também são responsáveis por termos chegado aqui. 

Além de vergonha, não sentem peso na consciência?
.

terça-feira, 1 de maio de 2018

geringonças que se limitam reciprocamente...


só o Venerando não percebe!
(bom! SExa, está bem acompanhado de comentadores télévisivos e jornalistas avençados...)
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“Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o impasse político em Portugal, perdeu-as certamente com o debate sobre o Pacto de Estabilidade na Assembleia da República. Foi um momento revelador. Todos os partidos, menos o PS, apresentaram propostas.
O resultado foi este:
o PSD e o CDS votaram contra as propostas do PCP e do BE,
o PCP e o BE votaram contra as propostas do PSD e do CDS, e
o PS votou contra todas.
Eis o retrato da situação política portuguesa. Ninguém tem força, a não ser para tirar força aos outros.
Em 2015, a geringonça formou-se para afastar o PSD e o CDS do governo. Mas de facto, houve sempre outra geringonça para reduzir a influência do PCP e do BE na actual maioria e 
o PS está no cruzamento destas geringonças que se limitam reciprocamente.”