quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SÓOSCRETINOS

Tudo corria bem, demasiado bem por acaso. Os dois usavam a mesma linguagem e preparavam o aperto de mão, quiçá um abraço, para as câmaras das TV’s. O comissário envermelhava-se, remexia-se no cadeirão e suava. Não podia ser. Aquilo não era o que o chefe queria. Havia que falar com o chefe e fê-lo. Passaram umas quatro horas de seca e a sanduíches e o chefe mandou-os borregar... Ora bem, sóoscretinos é que não percebem o que se passou.

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