segunda-feira, 4 de outubro de 2010

pingue-pongue

Lá vamos “cantando e rindo…” nesta nova usada forma de fazer politica via comunicação-propaganda-social…
Ora dizes tu, ora digo eu, neste pingue-pongue de vota, não vota, confundindo tudo e todos que não vislumbram a “tal luzinha ao fundo…”, mas que irão pagar as desbundas.
Acabou o tempo do confronto directo, da sã discussão do frente-a-frente, da defesa de filosofias partidárias e do consenso político sem cedências ideológicas.
Escondidos detrás das câmaras ou dos jornais eles trocam disparates de gente que não sabe, não conhece os princípios partidários e que, muito menos, em algum tempo acedeu, por leitura ou formação, às filosofias da arte ou ciência politico-partidária.
Isto é, navegam à vista, ao sabor de sondagens e das recomendações das agências de propaganda.
Não quer votar o Orçamento? Pois bem, diga-o com clareza e faça como Paulo Portas e clame: “Senhor Primeiro-Ministro: Demita-se”.
Não quer o Orçamento aprovado? Pois bem, diga-o com clareza e faça a vontade a Portas.

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