sábado, 3 de setembro de 2011

quem fica para “apagar a luz” ?

Diariamente anunciam-nos novas medidas e até nos lançam poeira para os olhos com aquilo a que chamam os impostos aos “ricos” - uma ridicula parcela a acrescentar ao saque tributário que nos fazem e que não retira quase nada à imensa divida.
Contudo,
primeiro foi o rendimento social de inserção e o complemento solidário para idosos. Depois, o subsídio social de desemprego; o abono de família; a isenção de taxas moderadoras para desempregados e pensionistas; a comparticipação dos medicamentos; o transporte não urgente de doentes; e o aumento da luz e do gaz.
Mais tarde foram os passes sociais nos transportes públicos e segue-se o fim do acesso gratuito às consultas do hospital. jn
Claro que agora,
Ferreira Leite arrasa a política fiscal. Marques Mendes questiona os insuportáveis sacrifícios. Pacheco Pereira critica a política do martelo. Graça Moura afirma que a classe média está a ser “atacada de forma insustentável”. Soares avisa que Portugal está no limite. Barreto admite convulsão social. João Duque fala em pouca inteligência e
o incómodo do não cumprimento das promessas eleitorais alastra no CDS.
Aguardo os próximos episódios para saber quem fica para “apagar a luz” porque mesmo sem clientes a “nossa" electrica nunca irá pagar para a crise...

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