sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

dupont e dupond I

O Bloco de Esquerda pretende que as remunerações dos gestores públicos não excedam as do Presidente da República, presidentes dos governos regionais ou das câmaras enquanto entidades responsáveis pela sua nomeação. O PCP quer fixar o limite dos vencimentos dos gestores públicos eleitos para sociedades com capitais do Estado a 90 por cento do que ganha o Presidente da República e as ajudas de custo ao máximo de 40 por cento dos salários. O CDS, que partilha aquelas posições, propõe que, além do tecto máximo nas remunerações fixas, equiparadas ao vencimento do Presidente da República, "os prémios só sejam possíveis quando e se forem cumpridos objectivos muito concretos na gestão". mas, Miguel Frasquilho, do PSD, entende que a aplicação de um tecto máximo nas remunerações fixas, equivalente ao vencimento do Chefe de Estado, "não faz sentido" e, Vítor Baptista, do PS, escusou-se a comentar as propostas da oposição, dizendo apenas que "o sentido de voto do Partido Socialista aproximar-se-á daquilo que o partido tem vindo a defender". isto é: as propostas do CDS, BE e PCP serão rejeitadas.
e
será por causa destas duas ultimas posições tangueiras e de outras idênticas, que você, meu caro leitor, deve continuar a apoiar os dois partidos que as defendem! Nunca se sabe quando é que um tachito lhe vai bater à porta...

1 comentário:

Anónimo disse...

Carissímo um "tachito" é o minímo, a maioria quere o "Trem" completo!

C.R