quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Portas vende arma ao desbarato

Em 2004, o Ministério da Defesa, então liderado por Paulo Portas, vendeu, por 50 mil dólares, uma pistola-metralhadora criada em Portugal. mais aqui, aqui e aquie os comentários cretinos aparecem aqui Obviamente que quem plantou a noticia não faz ideia o que é disparar aquela arma.
Apesar de ser considerada pelo marketing das "publicações especializadas" como extremamente fiável e precisa, quem a experimentou sabe que na realidade é extremamente imprecisa a mais de uma dezena de metros e que, porque dispara "em leque" nas quatro direcções, põe em perigo mais os "amigos" que os "inimigos".
Será uma óptima arma para assaltar bancos onde a rajada "em leque" é essencial á intimidação dos assaltados.
Claro que podia e devia ser fabricada em Portugal e vendida á estranja se os nossos pmj deixassem, o que não me parece ser o caso.
mas,
Se bem me lembro a destruição da nossa indústria de armamento foi algo muito querido pela esquerda, caviar e chique, onde, ao tempo, se podia encontrar Durão Barroso e é anterior ao ministro dos submarinos que emergem quando as sondagens são más (antes emergiam a Moderna ou o Jaguar).
Estes pmj saberão que o INDEP “herdou” o pouco que ainda restava da industria de armamento foi extinto e os e os seus pertences, incluindo as suas "patentes", foram postos em hasta pública pelo governo de Guterres e Veiga Simão, que assim acabaram com as manifes, caviar e chiques, anti-guerra? E quem é que se lembra que existiu uma Fábrica de Braço de Prata que investigava e desenvolvia novas armas e produzia o armamento que sustentou a guerra do Ultramar? E quais as razões que a levaram á extição? Alguém sabe a quem foi vendida, e por quem, a patente das minas anti-pessoal e a das granadas ofensivas? Claro, só os “velhos” é que se lembram destas coisas velhas… e conhecem-lhes as respostas.

Sem comentários: