terça-feira, 10 de agosto de 2010

primeiro-ministro participa no combate a incêndios

O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin participou, esta terça-feira, no combate aos incêndios florestais que atingem o país como co-piloto de um avião anfíbio Beriev-200. tsf

um génio da aritmética NO...

2008
A área ardida diminuiu devido ao plano de combate a fogos
O ministro da Administração Interna considera que é de uma «injustiça gritante» dizer que a área ardida em 2007 diminuiu por causa do tempo. Rui Pereira presidiu, este sábado, a uma homenagem aos bombeiros, reconheceu que o tempo ajudou mas fez questão de sublinhar que o combate aos incêndios melhorou graças aos planos do Governo. tsf 2009
Rui Pereira atribui aumento da área ardida às condições climatéricas
O ministro da Administração Interna considerou, este domingo, que o aumento significativo da área ardida nos primeiros cinco meses, face a igual período de 2008, deve-se às condições climatéricas que têm sido «piores». jn 2010 O ministro da Administração Interna garantiu que a área ardida é inferior a outros anos. Rui Pereira só não quantificou. “Consigo garantir que é menor. A quantificação é feita pelos serviços”, acrescentou. rr

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Portas vende arma ao desbarato (2)

Paulo Portas, que não se dignou comentar ao Correio a excelsa e inovante nontícia de investigação sobre a Lusa II, respondeu, via facebook, a uma pergunta directa de Paulo Especial do Monárquicos.com. Aqui vai:
"Caro Paulo, não acredite em tudo o que lê. Acha mesmo que eu andei a “vender armas ao desbarato”? Faça-me um favor: compare a notícia do Correio da Manhã com um texto igualzinho (excepto nalguns detalhes) que está na Wikipédia. Então verá que quando eu cheguei ao Governo já a decisão de fechar a INDEP tinha sido tomada, contratos anulados, produção parada, rescisões em marcha. Azar...é tiro ao lado. Depois lerá que o investimento no tal projecto ou protótipo parou em...1992, estava eu bem fora da política. Azar... novo tiro ao lado. Não vá ainda ter dúvidas, e reparará que o jornalista fala em 15 milhões de euros mas a “fonte” Wikipédia diz 2,5 milhões de dólares. Um pormenor para agigantar a coisa? Azar... mais um tiro ao lado. Enfim, dar-se-á conta que no meu tempo na Defesa não só a INDEP já era - estava, aliás, falida - como o que houve foram leilões dos seus bens... Ou seja, nem os ministros de Cavaco nem os de Guterres, “deram” pela tal Lusa A2, e a culpa é minha, logo eu que já apanhei a INDEP em destroços e só soube dessa tal Lusa A2 ontem? E de resto, olhe que o jornal não diz mas a “fonte” sim, não há clientes militares desse protótipo ou do seu desenvolvimento.Último detalhe - quem fabricava pistolas era a antecessora da INDEP (e serviu as Forças Armadas na guerra do ultramar). A INDEP - dizem os que têm memória – dedicava-se a munições. Caro Paulo, chamam ao Verão a “silly season”. Não acredite em todos os títulos que vê... Em contrapartida, gostei de ler “nação soberana” várias vezes no seu “post”.
mais aqui para comparar com o que foi publicado aqui numa noticia aqui iniciada

era Quinta-Feira em Nagasaki

Era uma Quinta-Feira, 9 de Agosto. Pouco passava das 11 horas quando o Fat Man, contendo um núcleo de plutónio-239, foi largado sobre o vale industrial da cidade de Nagasaki. 40.000 dos 240.000 habitantes da cidade foram mortos instantaneamente e entre 25.000 a 60.000 ficaram feridos.
A última grande guerra mundial acabaria poucos dias depois, a 15.

sábado, 7 de agosto de 2010

fogos, Julho com valor superior à média do decénio.

Vasco Franco justificou o grande número de fogos com as temperaturas «anormalmente altas para a época». O Secretário de Estado da Protecção Civil revelou que «a área ardida no final de Julho é bastante inferior à média dos últimos dez anos» e «garantiu» que o dispositivo de combate aos incêndios «tem capacidade para responder». Aquele governante também destacou o «grande esforço» que tem sido feito no combate às chamas e disse que o número de fogos registados este ano está «muito longe» do verificado em 2003. tsf Ora bem, não consigo entender porque raio é que foi buscar o 2003. terá sido por ser um dos poucos anos em que o governo era de outro partido? De qualquer modo os números oficiais mostram que, este ano, entre Janeiro e Julho arderam 19.346 hectares e foram registadas 8753 ocorrências e entre 1 e 6 de Agosto foram registados 2158 incêndios. Só o mês de Julho registou 5308 ocorrências, um valor superior à média do decénio. publico Franco deve desconhecer que Rui Pereira, o seu ministro, lançou no dia do pai de 2008, o Portugal sem Fogos..., um programa que, está demonstrado, não minorou a questão mas gastou muito dinheiro aos contribuintes...

para os boys é sempre Silly...

Não era preciso muito e “eles” poderiam continuar a manter (calma) a clientela partidária de que precisam e a quem generosamente distribuem as organizações que nós pagamos. Bastava-lhes a coragem de aprovar a lei que limitasse ao terminus do seu mandato as nomeações que efectuam. Até lhes dava jeito. Não teriam necessidade de pagar enormes indemnizações quando, os que se seguem, os “despedem”. Claro que “eles” sabem isto melhor que ninguém, mas não lhes interessa… porque as indemnizações fazem parte do “prémio”.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

ponte sobre o Tejo

"Atingido o momento culminante desta grandiosa inauguração, dou graças a Deus, e declaro aberto ao tráfego e posta ao serviço da nação a ponte Salazar". Foi com estas palavras que o Almirante Américo Tomaz, Presidente da República, abriu oficialmente a 6 de Agosto de 1966, uma ponte sobre o Tejo. Salazar é qu não ficou particularmente agradado com a homenagem, que tinha sido decidida à sua revelia, tendo murmurado que ainda haviam de mudar o nome da inaugurada estrutura. A revolução de 1974 viria a confirmar a profecia do antigo Presidente do Conselho de Ministros. Deixou de ser "Ponte Salazar" e passou a "Ponte 25 de Abril".
… ainda há quem se mantenha agarrado ao antigo nome, mas muitos preferem simplesmente falar da "PONTE SOBRE O TEJO".

enola gay

Uma boa noticia

Se, como sindicalista, fez alta política seguramente como académico, o Prof. Doutor Manuel Carvalho da Silva, irá agitar a baixa politica em que cada vez mais nos enterramos.
É uma boa notícia.
Coerência é preciso e Carvalho da Silva é um português coerente.
Posso não concordar com muitas das suas posições, mas terá sempre garantida a minha admiração.