sexta-feira, 28 de setembro de 2018

entre o “reponsabilizar” e o “culpabilizar”

“Aqueles que continuam a insistir que a solução política de 2015 não tem problema nenhum, que assim é que é, porque é “como lá fora”, talvez um dia venham a perceber que não é assim, que o governo de um político que foi candidato a primeiro-ministro e como tal rejeitado pelo eleitorado tinha de dar nisto, numa simples azáfama para agradar e para ceder, temperada pelo equívoco e pelo engano.” (in “Como é doce governar sem responsabilidades” por Rui Ramos)

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A primeira palavra daquele paragrafo (“aqueles”) é a mais importante para o futuro que se avizinha. Não tem “nada a ver” com eleitores mas tem “tudo a ver” para aqueles que os condicionaram no voto e na bovina mansidão que leva 3 anos.
São “aqueles”, “os” especialistas em branqueamento, que forçosamente terão que ser culpabilizados!

(o português é uma língua extraordinária que permite, a bom entendedor, distinguir entre o “responsabilizar” e o “culpabilizar” e também diferenciar entre “aqueles” e “os”...)

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