terça-feira, 11 de novembro de 2014

um inquérito à antiga ...

As perguntas do Marcos Perestrello  
– Considera ou não que Estado Islâmico é uma organização criminosa e terrorista?
– Conhece as formas de maus tratos e ameaças que são feitas às pessoas que querem abandonar a organização? Tem consciência dessas ameaças?
– Qual é a origem da informação que veiculou de que “duas ou três pessoas, sobretudo raparigas” querem voltar? É informação credível? Sabe exactamente quantos são os portugueses que combatem pelo Estado Islâmico?
– A veiculação dessa informação foi articulada com os restantes membros do Governo e nomeadamente do Ministério da Administração Interna?
– Como comenta a declaração do ministro da Administração Interna?
– O Estado Islâmico constitui a maior ameaça à segurança interna desde o fim da guerra fria? Se acha que sim, então porque é que Portugal não participou na conferência de Paris e pôs-se à margem?

A resposta de Rui Machete:
“As suas perguntas parecem mais um inquérito policial do que perguntas sobre a estratégia que o Estado português pretende desenvolver” no âmbito do combate a este grupo terrorista, 

realmente o Perestrello (dos Perestrello de Santa Comba Dão) é a cabal demonstração da frase de Orwell:

'All animals are equal, but some animals are more equal than others.'

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