quinta-feira, 6 de julho de 2017

para a história triste de Lisboa ...

Era preciso saber mais, muito mais, sobre o plano de gestão camarária de Almeida Correia  (que em Lisboa usa o nome de Fernando Medina) para os próximos tempos. [...]
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era vital que nos mostrasse caminhos em vez de impedir ruas e acessos;
era essencial que nos fizesse sentir todos cidadãos de primeira, e não habitantes de segunda ou terceira categoria.

Acima de tudo era fundamental que nos dissesse que nós, lisboetas, somos a sua primeira e última prioridade, pois hoje em dia facilmente nos sentimos estrangeiros na nossa cidade. Estrangeiros no sentido mais estranho do termo, note-se. Estrangeiros, como se fossemos nós os exóticos forasteiros e eles, os de fora, os verdadeiros e queridos moradores. 
( em “Nós, os estrangeiros” por Laurinda Alves)

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