quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
A “vecchia signora”: o irrealizável como virtude moral
O Emigrante de Luxo que Fugiu da Obra-Prima que Deixou Cá
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
Resumo do encontro entre Zelenskyy e Trump
domingo, 28 de dezembro de 2025
Não é o jornalismo que está a ser atacado: É o mau jornalismo que está a ser identificado.
sábado, 27 de dezembro de 2025
André Ventura e a Lição Francesa
- . o eleitor do Chega responde pouco,
- . confia menos ainda,
- . e não está disponível para ser julgado moralmente por um inquérito telefónico.
- . Qualquer pessoa contra Marine Le Pen unia-se;
- . O povo obedecia;
- . A esquerda e a direita fingiam que ainda existia uma fronteira nítida entre ambas.
- A direita moderada não vê Ventura como ameaça existencial, ao contrário da narrativa moralizante dos comentadores.
- O eleitorado português é menos ideológico e mais pragmático — votar “contra alguém” tem pouco apelo cívico.
- Há um desgaste crescente das instituições, que só torna o discurso anti-sistema mais apelativo.
- E, sobretudo, não existe em Portugal um consenso moral anti-Ventura comparável ao anti-Le Pen francês.
- .relatórios que ninguém cumpre,
- .comissões parlamentares que não servem senão para teatro,
- .comentadores que acham que o povo existe para lhes dar audiências,
- o candidato do sistema, seja Mendes, seja Gouveia e Melo, seja Seguro e
- o candidato anti-sistema, André Ventura.
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
A Possibilidade de os Novos Sistemas de Inteligência Artificial Fazerem Interpretação Jurídica...
Foi a propósito da decisão judicial relativa aos cartazes do CHEGA — e, em particular, da fundamentação adoptada — que comecei a pensar numa hipótese que, até há pouco tempo, teria parecido extravagante: poderá a Inteligência Artificial generativa ajudar a entender uma fundamentação diferente, não por “ter opinião”, mas por conseguir comparar, com rigor e escala, casos semelhantes e decisões divergentes?
quando a toga começa a subir ao palanque!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
a igualdade de todos perante a lei ?
para conferir o que "eles" bitaitam!!!
Em Portugal, a pergunta já não é se a mudança vem - é quando!
domingo, 21 de dezembro de 2025
imigração ucraniana: memória curta, lição longa!
sábado, 20 de dezembro de 2025
Um Tribunal distante de um povo cansado
A decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar a nova Lei da Nacionalidade volta a expor uma fratura profunda entre o Estado e uma parte significativa do povo português. Não se trata apenas de um acórdão técnico ou jurídico: trata-se de mais um episódio em que os cidadãos sentem que a sua vontade, as suas preocupações e a sua identidade são tratadas como secundárias face a interpretações rígidas e abstratas da Constituição. A Constituição da República Portuguesa deveria ser um instrumento vivo, ao serviço do povo e da realidade do país, e não um escudo usado para bloquear qualquer tentativa de adaptação às transformações sociais, demográficas e culturais que Portugal enfrenta. Quando o Tribunal Constitucional se coloca sistematicamente como um travão à vontade democrática expressa através do Parlamento, a pergunta impõe-se: a quem serve, afinal, a Constituição? Muitos portugueses sentem que a nacionalidade deixou de ser encarada como um vínculo profundo de pertença, responsabilidade e compromisso com o país, passando a ser tratada como um mero procedimento administrativo. A tentativa de rever a lei não nasceu do ódio nem da exclusão, mas da necessidade legítima de proteger a coesão nacional, o valor da cidadania e o respeito por quem sempre cumpriu regras, deveres e sacrifícios.
De um lado, o candidato do Príncipe Real. Do outro, o candidato do País Real.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
no Observador a "luta continúa"
um bitaite para conferir
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Um Partido de perder!
- · um PS centrista, europeu, social-democrata no sentido clássico; e
- · um PS de frente popular, refém da agenda da esquerda radical.
- · perda de identidade ideológica;
- · alianças tácticas transformadas em dependências estruturais;
- · eleitorado tradicional desmobilizado; e
- · emergência de partidos “homónimos” - uns mais radicais, outros mais tecnocráticos - que acabam por dividir, fundir ou substituir o original.













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