segunda-feira, 8 de agosto de 2011

juros a acrescentar ao empréstimo... em dia "bom"

Os juros da dívida soberana portuguesa aliviaram hoje em todas as maturidades após intervenção do Banco Central Europeu.

domingo, 7 de agosto de 2011

66 Anos depois...Hiroshima

Pensem nas Crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atómica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada
(Vinicius de Moraes in Rosa de Hiroshima)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

dos velhos yuppies ao "Pânico absoluto" nas Bolsas de todo o mundo

As bolsas mundiais já perderam mais de 3,1 biliões de euros desde que a crise da dívida soberana na zona euro se intensificou, no princípio da semana passada, de acordo com a contabilização feita pela agência Bloomberg. visao
Estavamos a iniciar o século, os yuppies dos anos 80 começavam a ficar carecas, barrigudos e a entrar na crise da meia-idade. O ambiente altamente competitivo que levaram e viveram nas empresas era-lhes desfavorável face às gerações mais novas. Mas como precisavam de manter elevados os valores das suas adrenalinas, descobriram um novo “métier”: a especulação bolsista, gerindo, na maioria das vezes, a fortuna de outros de modo a aumentar as suas.
Usando engenharias financeiras cada vez mais sofisticadas, os ex-yuppies, reciclados para especuladores, promoveram as “altas bolsistas”  em que cotações nada tinham a ver com o valor real das acções das companhias que as emitiam.

Pouco a pouco, o valor das acções parece querer aproximar-se do real.
A queda dos indices é inevitável...
Talvez por isto, George Soros tenha fechado e se reformado!


juros a acrescentar ao empréstimo...

eu não acredito em bruxas...

No inicio do século o homem foi nomeado para o Banco de Portugal e o País entrou em rápida decadência.
Na segunda década deste século o homem foi nomeado para o Banco Central Europeu e a Europa do Euro entrou em rápida decadência.
eu  não acredito em bruxas... mas que o homem dá azar, dá!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

juros a acrescentar ao empréstimo e bolsas em queda!





derrapagens muito significativas nas bolsas europeias

Milão esteve a perder mais de três por cento (no dia anterior tinha desvalorizado 4,09),
Paris, que recuou 3,9 por cento, registando a pior sessão dos últimos dois anos,
Frankfurt perdeu 3,4 por cento,
Madrid desceu 3,89,
Londres caiu 3,43 por cento e
Lisboa não foi excepção, com o PSI 20 a cair 3,26 por cento para os 6.325,27 pontos. tsf

K R Murdoch “mudou-se” para Lisboa ?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

juros a acrescentar ao empréstimo...

O risco da dívida espanhola, medido pelo diferencial entre os títulos alemães e espanhóis a dez anos, atingiu hoje valores entre os 380 e os 410 pontos base.
Também em alta, estiveram os juros exigidos pelos investidores para negociarem títulos espanhóis a dez anos, que atingiram 6,4 por cento. tsf

silly party season

José Junqueiro, deputado socialista, declara que o chefe de Estado "passou a ser o Presidente de uma parte dos portugueses" a partir da hora em que "assumiu partidariamente e politicamente uma posição".
Capoullas Santos, eurodeputado socialista, diz que "O Presidente da República parece um primeiro-ministro em funções", sustentando que, "em sucessivas declarações públicas, o Presidente está a imiscuir-se na esfera do governo".
José Lelo, deputado socialista, defende que "há uma deriva constitucional de um modelo semipresidencialista para um modelo com características presidencialistas". E dá um exemplo. "O Presidente recebe todas as semanas o primeiro-ministro, o ministro das Finanças e o ministro da Economia. É óbvio que tem influência na governação".

serão alegres heranças socráticas que aguardam que o seguro morra de velho ou ainda não é desta que se acaba com a pulitica do Pinto de Sousa?

Primeiro de Abril… no Jornal de Negócios

O "Jornal de Negócios" noticia hoje que a Estradas de Portugal (EP) quer portagens em todos os troços de auto-estrada do país que não são pagos, entre os quais se incluem os itinerários complementares (IC) e os itinerários principais (IP).
“A empresa considera que, desta forma, seria reforçado o princípio do utilizador-pagador e se aumentava a sustentabilidade do modelo de financiamento rodoviário”, lê-se no jornal.

a quem servem estas notícias?