quinta-feira, 21 de julho de 2011

aumentam os transportes...

15 por cento será o aumento médio nos preços praticados para os títulos dos transportes rodoviários urbanos de Lisboa e do Porto, para os transportes ferroviários até 50 quilómetros e para os transportes fluviais.
2,7 por cento é a percentagem máxima de aumento médio nos preços atualmente praticados para os títulos relativos aos transportes coletivos rodoviários interurbanos de passageiros até 50 quilómetros.

Os novos preços dos títulos de transporte podem ser aplicados a partir de 1 de agosto.

juros a acrescentar ao empréstimo...

Durão Barroso, considerou, no final da cimeira, que a "resposta coordenada e credível" acordada hoje em Bruxelas pelos líderes da Zona Euro é "particularmente positiva para Portugal" visto que se conseguiu para Portugal uma extensão das maturidades dos empréstimos e que se conseguiu uma redução da taxa de juro do empréstimo", além de "uma clara separação" entre o caso grego e os casos dos outros países intervencionados, Portugal e Irlanda.

a dívida total (?) das empresas públicas do sector dos transportes

Segundo o Ministério da Economia e do Emprego a dívida acumulada das Empresas Públicas de Transportes ascendeu 16.800 milhões de euros, dez por cento do PIB, e "traduz-se num encargos anual com juros que em 2010, ascendeu a 590 milhões de euros".

O prejuízo de todas as empresas de transportes atingiu em 2010 os 940 milhões de euros... dois submarinos dirão alguns!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

juros a acrescentar ao empréstimo...

execução orçamental

má noticia
a Direcção Geral do Orçamento informa que o valor do défice triplicou de 2,1 para 6,1 mil milhões. A DGO explica que a degradação das contas públicas em junho se deve ao aumento dos custos com os juros e à regularização de compromissos anteriores.

boa noticia
a Direcção Geral do Orçamento, explica o boletim de execução orçamental, olhando para os primeiros seis meses, constata também que «em comparação com o período homólogo do ano anterior se regista uma melhoria de 1626 milhões de euros».  tsf

terça-feira, 19 de julho de 2011

juros a acrescentar ao empréstimo...

uma anedota da “silly season”...

O presidente do Governo dos Açores defendeu perante o primeiro-ministro de Portugal que a receita regional da sobretaxa extraordinária a cobrar em sede de IRS deve ficar na região, sublinhando que a Constituição a isso obriga...

... e ainda ninguém perguntou ao Seguro, que gosta muito de dizer coisas, o que pensa disto!


domingo, 17 de julho de 2011

chegou o “passismo”... depois do “barrosismo” e do “socratismo”

O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo vai apresentar até ao final de agosto um conjunto de medidas de contenção para colmatar o "desvio" nas contas públicas "um pouco superior a cerca de dois mil milhões de euros" que é "preciso colmatar". Passos informou que parte da verba necessária será conseguida através da sobretaxa extraordinária sobre o IRS, já anunciada para o subsídio de Natal, e o restante "terá que ser corrigido do lado da despesa".
Parece que chegou a altura de acabar com esta chachada em que semanalmente somos informados de mais um “desvio” e indirectamente avisados que vem ai mais uma “contribuição extraordinária”.
Se existem desvios, de uma vez por todas, digam-nos onde, quando e quem por eles foi responsável, sob pena de deles serem cumplices.

…e não vem cá?

A Secretária de Estado norte-americana estará hoje na Grécia (1830) para demonstrar o apoio da Casa Branca aos planos de ajuda financeira aos países com problemas económicos.
Hillary Clinton vai realçar o apoio de Washington ao programa do Fundo Monetário Internacional para reduzir o défice orçamental da Grécia, e de outros países, Irlanda (1922) e Portugal (1143) por exemplo, embora a administração de Barack Hussein Obama enfrente um problema semelhante no seu país.
Estranho é que Clinton, que parece vir corrigir, ou desculpar, as declarações de B.H.Obama, tenha visitado a Turquia (1923) e depois vá visitar a Índia (1950), a Indonésia (1949), Hong Kong (1997) e a China (1949) que pareciam não ter os “problemas” que o Presidente Americano referiu como comparação com "os" dos EUA!