quinta-feira, 5 de julho de 2018

o como e o porquê da Moção de Censura que derrubou o Governo da Espanha.

(talvez seja um pouco “teoria da conspiração”, mas já assistí a tantas que se revelaram verdadeiras...
Agora, “politólogos”, façam o vosso trabalho!)

“Alrededor de la siete de la tarde”, Sánchez e Soros começaram a reunião, que não estava na agenda pública do presidente. A conversa durou cerca de uma hora e meia. No mesmo, havia outras duas pessoas não identificadas que poderiam ser consultores financeiros.
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Acontece que Sanchez recebeu em Moncloa um especulador nato, com um perfil de investidor que sempre foi cercado por uma aura de controvérsia, apenas países com uma significativa instabilidade ou problemas financeiros tendem a estar na mira de Soros.
Relembro que a transação financeira que o fez saltar para a ribalta da fama foi o ataque feito contra a libra britânica em 1992.
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Recentemente, entre dezenas de milhares de e-mails da sua fundação base, a Open Society Foundations, havia um com uma relevância especial, intitulado "The Open Society Institute resultados de políticas e Atividades Actualização Europeia" descreve as iniciativas que a fundação de George Soros tem impulado no Parlamento Europeu por pressão direta para vários partidos políticos e governos europeus.

«El Open Society European Policy Institute y la red de la Open Society han publicado una lista con los parlamentarios del Parlamento Europeo propensos a apoyar los valores de la Open Society del multimillonario George Soros, bajo el título "Reliable allies in the European Parliament" 

Entre los 24 diputados españoles que aparecen en la lista, figuran parlamentarios de todo el arco político, desde partidos separatistas hasta el partido Popular (?), pasando por socialistas, de Ciudadanos, de Izquierda Unida o miembros de Podemos. Entre los nombres destacan los de Pablo Iglesias (Podemos), Elena Valenciano (PSOE), Santiago Fisas, Javier Nart (Ciudadanos), Maite Pagazartundúa (UPyD), Javier Couso (IU), Juan Fernando López Aguilar (PSOE), Teresa Rodríguez (Podemos), Izaskun Bilbao (Partido Nacionalista Vasco), Jordi Sebastiá (Compromís), Josep Maria Terricabras (Esquerra Republicana de Catalunya), o Ramon Tremosa (Convergencia Democrática de Cataluny)”»
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