terça-feira, 10 de julho de 2018

A catástrofe tinha de acontecer a qualquer minuto...

fica claro
pelo “ruidoso” silêncio da imprensa a que temos direito
que deputados e similares, jornalistas e comentadores e os idiotas-úteis do costume não recorrem à “saude pública”, usam a “saúde privada” que também subsidiada pelos nossos impostos mas que a maioria não pode pagar...
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A catástrofe tinha de acontecer a qualquer minuto. Mesmo com a parca compensação das 2000 contratações, a entrada em vigor para o sector da saúde a 1 de Julho das 35 horas provocou um “tsunami” devastador que ainda não parou de fazer estragos sérios no ministério da saúde:
- o Centro Hospitalar de Vila Real vai encerrar 50 camas e o bloco cirúrgico oncológico;
- as grávidas do Hospital Alfredo da Costa são transferidas a meio do trabalho de parto
- há demissões no Centro Hospitalar Lisboa Central onde se exige plano de catástrofe;
- o fecho da unidade de cuidados coronários da Guarda;
- o Hospital S. João que  encerra 70 camas e alguns blocos operatórios;
- o Hospital de Lamego que vai fechar 6 camas nas especialidades de cirurgia e medicina.
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Ao todo já encerraram em todo o país mais de 240 camas em diversas unidades hospitalares. Onde estão os activistas dos cordões humanos frente à Maternidade Alfredo da Costa no tempo de Passos? Morreram? Imigraram?

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