segunda-feira, 10 de setembro de 2018

o aliado do Partido Socialista do César, Costa & Rodrigues

coberto, divulgado e louvado por uma parte da imprensa a que temos direito
“o BE não gosta de quem cria riqueza, quer acabar com os ricos para ter um país de pobres onde o seu discurso alastra como uma praga. Sem perceber, ou percebendo muito bem, que o país tem pobres a mais e ricos a menos. E antes de redistribuir, é preciso criar. O ataque, o confisco, a quem acumula capital, o capital que o país tanto precisa e sem o qual não haverá investimento, até pode ter efeitos orçamentais no curto prazo, como já teve o “imposto Mortágua”. Mas vai ter consequências muito negativas a médio prazo para o país. Os portugueses não vão querer acumular, estão a ser incentivados a gastar, a consumir, os estrangeiros acabarão por deixar de ter Portugal como destino.
No final, haverá uma ‘taxa Robles”, mas não haverá receita, porque não haverá quaisquer mais-valias, especulativas ou não.
mas
A ignorância em matérias económicas é enorme, a que se junta, também, a ganância política. A economista Vera Gouveia Barros tem escrito de forma tão clara como pedagógica sobre o mercado imobiliário e as medidas que ameaçam acabar com um mercado que está a contribuir decisivamente para o crescimento económico dos últimos anos, o imobiliário.
Sobre os disparates que se dizem, como a defesa do tabelamento dos preços máximos na venda e arrendamento. 

domingo, 9 de setembro de 2018

le noveau monstre des mers...

le bateau est aussi un pollueur des mers.
Le Saint-Exupéry carbure au fuel lourd et émettrait autant de CO2 que 55 millions de voitures.
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Une situation dénoncée par Nicolas Hulot le jour de sa demission:
"C'est une superbe performance technologique, mais est-ce bon pour la planète ?
La réponse est non".
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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

para os mais esquecidos, “poucochinhos” e outros idiotas-úteis...

Em Dezembro de 2017, uma investigação da jornalista Ana Leal da TVI, revelava centenas de documentos que punham em causa a gestão da presidente da associação ‘Raríssimas’. Um escândalo nacional que fez, inclusivamente, cair um secretário de Estado, Manuel Delgado, e fez “tremer” o ministro Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva.

A Paula Brito e Costa foi acusada de usar dinheiros da instituição em deslocações fictícias e gastos pessoais, entre os quais roupas e compras de supermercado. Na sequência da reportagem da estação de Queluz, a fundadora da associação Raríssimas foi constituída arguida, por suspeitas de três crimes: peculato, falsificação de documentos e recebimento indevido de vantagem.
e ainda mais:
o Vieira Silva sabia dos problemas nas contas da Raríssimas? a Paula Brito e Costa recebia o vencimento previsto na lei? a Sónia Fertuzinhos desenvolveu trabalho sobre doenças raras? E o que mais se sabe das “ferias” da Paula com o Manuel?

Veja as respostas AQUI

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Bloco dos apartamentos...

Robles ...
Sobre o caso Ricardo Robles eu tenho de contar aqui uma história. Com a devida autorização das pessoas. E esta seria mais uma pequena história vulgar e banal de rapacidade e de lucro sem o Vereador Robles DESPEJOU pessoas e LIQUIDOU um pequeno negócio e COLOCOU 4 TRABALHADORES NO DESEMPREGO e atirou outro para a reforma antecipada.
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Este senhor que teve de se reformar aos 63 anos era um pequeno comerciante. O Sr. Augusto. Trabalhou desde miúdo num restaurante do sócio do meu pai, na Rua Augusta. E como é tantas vezes comum no ramo do comércio o Sr. Augusto, na altura com trinta e tal anos, decidiu estabelecer-se por conta própria, autonomizando-se dos seus patrões. Talvez não saibam mas a cada vez mais exígua comunidade de antigos comerciantes da restauração na Baixa e no Centro de Lisboa é quase uma família. Com as suas zangas, as suas rivalidades. Mas igualmente solidários uns dos particular interesse não fora a mentira mais descarada que a elite dirigente do partido do Vereador Robles tenta espalhar.
Só que ainda que repitam esta mentira mil vezes nunca a deixaremos passar por verdadeira. E a verdade é esta: outros em caso de aflição, e sempre dispostos a ajudar a desencravar alguém. Foi assim que o Sr. Augusto teve alguma ajuda inicial dos seus patrões a que adicionou as suas economias.
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Comprou um trespasse de um pequeno café/snack bar em Alfama, num prédio antigo, e aí investiu tudo. Fez beneficiações e criou empregos. O pequeno restaurante/café era humilde: não era trendy, não era fancy, nunca foi gourmet, também não servia cozinha étnica. Servia mini-pratos e meias-doses aos almoços e servia bolos encomendados de pastelaria aos pequenos-almoços e aviava umas sandes aos lanches. A decoração era básica mas digna. Igual a milhares e milhares de estabelecimentos familiares pelo país fora que sustentam o emprego de centenas de milhares de pessoas.
 Quando o Sr. Augusto começou a laborar no prédio já o 1’Andar estava afectado ao estabelecimento como armazém, onde tinha as arcas frigoríficas e onde estavam os arrumos do pessoal. Assim por lá esteve durante 26 anos a trabalhar e a dar trabalho a terceiros.
Nunca soube que a Segurança Social, seu senhorio, tinha colocado o prédio à venda.
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Nunca pôde assim concorrer ao leilão. A consequente chegada do então Deputado Municipal Ricardo Robles à sua vida teve o efeito da chegada de uma desgraça, de um tornado que lhe virou a vida de pernas para o ar. O seu novo senhorio só o deixaria continuar a laborar sem o 1’ andar para além da duplicação do valor da renda.
O Sr. Augusto aceitaria até pagar uma renda maior mas não poderia aceitar ficar com um espaço significativamente menor, sem ter onde colocar as suas arcas. O seu modelo de negócio sempre foi aquele e nunca poderia alterar a sua vida para ali passar a vender apenas quiches e rissois e comida vegan. Não houve entendimento. Para sair o Deputado Robles ofereceu-lhe 5000€ pelo seu investimento e por uma vida de trabalho. O Sr. Augusto exige 120000€ há quase três anos num caso que se vai arrastando em tribunal.
Entretanto aos 63 anos reformou-se. E os seus 4 empregados ficaram sem emprego, e foram parar ao subsídio de desemprego sem um tostão de indemnização. Pessoas como o Sr. Augusto foram os perdedores da troika. Ao passo que investidores sagazes como o Vereador Robles foram os ganhadores da troika.
Houve pois gente insuspeita que lucrou com a crise. É esta pois uma história de perdedores e de vencedores. Pequenos comerciantes de Lisboa como o meu pai, o seu sócio, o Sr. Augusto, foram os heróis silenciosos deste país. Aguentaram os piores anos da crise sem baixar os braços, a trabalharem sempre até caírem de velhos sem nos sobrecarregarem na Segurança Social, mantiveram empregos fazendo das tripas coração para não despedirem ninguém nem tirarem o pão a famílias, assegurando que o seu pessoal é também a sua família, suportando a carga fiscal, as alterações à Lei do Arrendamento,

mas acima de tudo aturando o discurso moralista e superior de uma cambada de meninos privilegiados que berravam contra a troika enquanto privadamente até ganhavam com ela. Pessoas como o Sr. Augusto, como o meu pai, que trabalharam toda uma vida, que agora ficaram fora de moda, não têm ninguém que os represente

cegueira cultural: o grande problema de Lisboa

Só por cegos, os dois últimos presidentes da Câmara de Lisboa, poderão não ser vistos como aqueles, que sendo culturalmente diferentes, tem vindo a descaracterizar a cidade.
Modernizar! Dizem-nos...
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Era praticamente a última das vivendas que em tempos marcaram a paisagem da Avenida de Berna, em Lisboa.
Hoje para quem passa o portão número 64 da Avenida de Berna, em Lisboa, em frente à Fundação Gulbenkian, junto à Praça de Espanha, torna-se difícil imaginar que em 1943 aqui se ergueu um restaurante sob a alçada de um casal de refugiados da segunda Guerra Mundial. Era uma casa branca de arquitetura antiga, trepada por folhas verdes que se estendiam sobre as nossas cabeças desde o portão principal até à entrada, janelas de bordas amarelas gastas pelo tempo, telha laranja a cobrir o teto e o característico arco de boas vindas com a inscrição "La Gôndola".
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Desenhado em 1928 pelo engenheiro Júlio Salustiano,  o primeiro restaurante italiano de Lisboa, La Gôndola, conheceu a luz do dia poucos meses depois de Enrico Mandillo e Maddalena Ranedda fugirem juntos de Itália e se instalarem em Lisboa, no fim da Segunda Guerra Mundial. Ele um poeta, jornalista, oficial da Marinha e adepto do fascismo italiano. Ela, quem dominava o requinte de uma cozinha italiana e, mais tarde, portuguesa. (in Susete Francisco e Catarina Reis)

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

foram-se mais de dois séculos de história...

De residência real ao museu nacional de história natural e antropologia, o Palácio de São Cristóvão conta com mais de dois séculos de história.

Com 11.417 metros quadrados de área construída, dos quais 3.500 eram área de exposição, o edifício recebia anualmente 150 mil visitantes. Fundado por decreto real de D. João VI em 1808, o museu é uma das marcas deixadas pela família real portuguesa aquando da sua estadia no Brasil. Inicialmente instalado no Campo d’Santana, o museu foi criado pelo rei para promover a “educação, a cultura e a difusão da ciência” na cidade que foi capital do império português.

Por esta altura, a família real estava instalada no Palácio de São Cristóvão, residência que tinha sido oferecida por um mercador à família. O palácio tinha sido construído por volta de 1803 e era à época considerada a mais luxuosa residência do Rio de Janeiro. Tinha três andares: o primeiro para serviços gerais, o segundo (mais ornamentado) para receber visitas e o terceiro destinado a dormitórios e à vida familiar.
Esta foi a residência oficial da família real portuguesa entre 1808 e o seu regresso a Portugal em 1821. Com a proclamação da independência do Brasil (1822), tornou-se na residência oficial do imperador, que aqui habitou até 1889, ano em que o país se tornou uma república. Foi também neste ano que o palácio recebeu a primeira Assembleia Constituinte do Brasil.

domingo, 26 de agosto de 2018

"O Compadrio" pós-fogo em Pedrogão

"O Compadrio" é uma investigação da jornalista Ana Leal, com imagem de Tiago Eusébio e edição de imagem de João Ferreira.

O Presidente da Câmara Municipal de Pedrogão Grande e o então Vereador Bruno Gomes, sabem, desde o ano passado, da existência de irregularidades no processo que envolveu a atribuição de donativos para a recuperação das casas que arderam no incêndio. Testemunhos inéditos, na primeira pessoa, garantem que tiveram mesmo indicações para adulterar os processos de candidatura, forjando moradas de residência, com a conivência dos poderes públicos locais. O objectivo era assegurar que casos de segundas habitações e até mesmo terceiras habitações passassem a figurar como primeiras habitações, de forma a conseguirem os subsídios que garantissem a recuperação das respectivas casas.




sexta-feira, 24 de agosto de 2018

assim! Cantando e rindo!!!



A CP deu-lhes garantias escritas de que "aceita os atrasos" noutros comboios para que um comboio fretado pelo PS vá do Pinhal Novo a Caminha para a rentrée socialista. 
PS e CP desvalorizam. 
CDS pressiona.

lá vão eles a Caminha do Nacional Socialismo...

...e com estas manchetes (do Observador) os mais esquecidos – e os menos cultos – irão perceber porque é que eu digo que o objectivo politico dos Socialistas é o Nacional Socialismo

Não esqueçamos que o trotskismo é uma outra forma de “socialismo” e, para enganar os tolos, é por isso que a imprensa a que temos direito é “aconselhada” a usar o epíteto “naziem vez do apodo “Nacional Socialista dos Trabalhadores