sábado, 12 de maio de 2018

dizem que é legal !

é legal !

declarou o


Ferro Rodrigues, que os deputados das regiões autónomas "não infringiram nenhuma lei nem nenhum princípio ético, nem nesta nem em qualquer legislatura", relativamente às despesas de deslocação.

sábado, 5 de maio de 2018

dizem que é legal !

também podem acumular milhas?

ou

a subcomissão de Ética ainda não interpretou a resolução do parlamento que regula os apoios às viagens dos deputados das regiões autónomas ?


sexta-feira, 4 de maio de 2018

porque é que foram cúmplices?

Os que se calaram e exigiram silêncio a jornalistas e magistrados também são responsáveis por termos chegado aqui. 

Além de vergonha, não sentem peso na consciência?
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terça-feira, 1 de maio de 2018

geringonças que se limitam reciprocamente...


só o Venerando não percebe!
(bom! SExa, está bem acompanhado de comentadores télévisivos e jornalistas avençados...)
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“Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o impasse político em Portugal, perdeu-as certamente com o debate sobre o Pacto de Estabilidade na Assembleia da República. Foi um momento revelador. Todos os partidos, menos o PS, apresentaram propostas.
O resultado foi este:
o PSD e o CDS votaram contra as propostas do PCP e do BE,
o PCP e o BE votaram contra as propostas do PSD e do CDS, e
o PS votou contra todas.
Eis o retrato da situação política portuguesa. Ninguém tem força, a não ser para tirar força aos outros.
Em 2015, a geringonça formou-se para afastar o PSD e o CDS do governo. Mas de facto, houve sempre outra geringonça para reduzir a influência do PCP e do BE na actual maioria e 
o PS está no cruzamento destas geringonças que se limitam reciprocamente.”

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Está mal !

Está mal !
o nosso Venerando pedir o controlo do Estado sobre uma actividade que trouxe inequívocos benefícios aos consumidores.
Está mal !
O nosso Venerando poderia, por exemplo, mas não o fez, pedir o fim do contingente definido por cada câmara para os táxis que circulam ou poderia reclamar o fim da tabela fixa de preços dos táxis, coisa que os Uber e Cabify não têm.
Está mal !
O Nosso Venerando
em vez disso, pede comissões e taxas mais elevadas sobre as plataformas. Seria interessante ver como concorreriam os táxis com as plataformas no preço.
Está mal !
O nosso Venerando
que, um dia, candidato à câmara de Lisboa, assumiu o papel de taxista, errou na decisão e, pior ainda: 
os fundamentos que usou mostram 
uma tentativa de protecção de um certo modelo de funcionamento de um negócio,
talvez até da sociedade!

domingo, 29 de abril de 2018

os vira-casacas estão de volta!

lembram-se d’ “O fim do fim do mundo”!
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«Para a narrativa dominante, no princípio, Trump era um louco. Empurrava o mundo para a catástrofe nuclear, em duelo de delinquência infanto-senil com Kim Jong-Un.
Agora é uma espécie de Gandhi sobrenutrido, que pode trazer a paz aos corpos, se não às consciências. E o tirano oriental transforma-se em autocrata iluminado, hoje, e se calhar liberalão esclarecido, amanhã.
São só categorias para consumo das massas. A verdade é que um dilema geopolítico de mais de 60 anos pode acabar em tratado de paz (para já só há armistício).
O resto vê-se a seguir: levará tempo e será arriscado. Mas pode acabar com um foco de tensão na Ásia. E retirar à China e à Rússia uma hegemonia feita do medo ao ianque.» (in “Uma geringonça à direita” por Nuno Rogeiro)
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O que me chateia é que, na imprensa a que temos direito, vamos continuar a ler, ver e ouvir os mesmos vira-casacas pagos por nós a peso de ouro...   

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Coreia's 65 anos depois

Do pinheiro plantado com terra e água das duas Coreias a uma mesa com 2.018 milímetros. A cimeira entre o Norte e o Sul foi histórica e os detalhes, pensados a pormenor, podem surpreender.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

bandidos e... bondosos

As notícias sobre Manuel Pinho
revelam tanto sobre os mecanismos da corrupção ao mais alto nível
como a existência de uma gigantesca teia composta por aqueles que nada viram, nada ouviram, nada sabiam.

domingo, 22 de abril de 2018

a necessidade deputádica de justificar subsídios e ajudazinhas para compor o ordenado!

Para Ferro Rodrigues, os golpes e atropelos à ética e à boa gestão são totalmente legítimos. O único contratempo é saber-se deles publicamente. 
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O caso dos “deputados acumuladores” — que atravessa a generalidade dos partidos com eleitos nas regiões autónomas — é mais um exemplo disso. Estas práticas estão tão entranhadas naqueles corredores e gabinetes, a falta de escrutínio é tão absoluta e a ausência de hábito em prestar contas aos contribuintes está tão enraizada, que alguns dos eleitos que ali estão se sentem donos disto tudo.
Neste episódio, Carlos César fez o papel da virgem ofendida — nada que surpreenda. A coragem que lhe falta para dizer que é preciso pagar mais e de forma transparente aos deputados, sobrou-lhe para dizer, sem se rir, que o seu duplo subsídio que lhe permite lucrar pessoalmente com cada viagem que faz a casa é “eticamente irrepreensível”. É uma ofensa à inteligência de todos mas, sobretudo, à prática dos poucos que tiveram, de facto, um comportamento decente neste caso.
No final, a culpa será sempre de alguns populistas e demagogos que querem ameaçar a democracia e, claro, dos jornais.
Porque de resto, isto é tudo gente séria, como se vê.