quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

a “reinvenção do estado”...

se esta é a “matéria prima” do senhor presidente para a “reinvenção do estado”
vou ali já venho...
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desde há 40 anos, com uns deputados a mais ou a menos, os mesmos partidos permanecem nos mesmos lugares da organização secreta a que convencionámos chamar “assembleia da república” – alguns dos cadeirões do “plenário” são-lhes tão bem conhecidos que já lhes têm estampado o formato do rabo. Nada mudou! Mesmo que a UDP se chame BE e o MDP-CDE passasse a Verdes...
Também o velho PCP por lá se passeia, sem qualquer ideia nova ou inovadora, indiferente à queda do muro de Berlim!
(Muro de Berlim? Só o fascista Trump se lembraria disso, dizem os deputados que estudaram “meio ambiente”!)
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Poucas assembleias representativas europeias terão um ar tão retro, escreve o  Rui Ramos em “Os partidos não precisam de nós” :
“É como se Portugal não fizesse parte da Europa que nos últimos anos viu emergir o “En Marche”, o “Front National”, o “Podemos”, os “Ciudadanos”, o “Movimento 5 Stelle”, a “AfD”, o”Syriza”, ou o “Labour Party”...”
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Mas Ramos não tem razão! Portugal faz parte de uma Europa que quer os portugueses “bem retro” e assim, que nem em museu dos anos 30, pode mostrar aos novos clientes as diferenças da dita a duas ou mais velocidades”. No caso vertente, a nossa velocidade é...parada!
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muitos,
estupidamente, porque ainda perceberam a necessidade deste ar de retro e
as imprensas a que temos direito, continuam “em arco” porque agora já não somos “junck”,

só o comemos...  

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