quarta-feira, 2 de abril de 2008

Deputado vai ao cinema... do telemóvel!


Miguel Coelho, deputado, escreve:
O preocupante incidente do telemóvel serviu de pretexto para que alguns partidos políticos e estruturas sindicais acentuassem a sua pressão eleitoralista
e corporativa contra o governo e a ministra.
Culpa do estatuto dos alunos, dizem uns, culpa da desautorização dos professores, afirmam os sindicatos.


... e continua, cinefilamente:
A indisciplina nas escolas existe, sempre existiu e continuará a existir e é universal.
Inspirou algumas das maiores obras cinematográficas de sempre, como por exemplo o célebre filme com Sidney Poitier, Sementes da Violência. O vídeo divulgado representa simbolicamente a nossa curta-metragem de Sementes da Violência.


á semelhança de Monsieur de LaPalisse, avança:
Se não tivesse sido divulgado pela televisão, o acontecimento constituiria mais um caso estatístico. A sua divulgação é que o catapultou para acontecimento nacional.

até parece que estava distraído e, na AR, nem leu os jornais...por isso pergunta:
Daí a responsabilidade de quem o divulga. Fê-lo sensatamente, devidamente enquadrado por um texto sóbrio e objectivo, indutor de uma séria reflexão e de sensatas medidas para obstar à sua repetição?

e, como ninguém lhe liga, o próprio responde:
Penso que não. Apenas quis fazer dele um exemplo de como a educação estaria desgovernada.

logo desbragadamente descobre os culpados... e avança casablanquisticamente para “os suspeitos do custume”...
Os sindicatos agradeceram exigindo mais autoridade para os professores e o Dr. Portas aproveitou logo para defender “miúdos para a cadeia já”.

e como está na altura do remate, conclói:
Naturalmente que existe um problema de indisciplina em muitas escolas.
Alunos mais ou menos disciplinados, bons e maus professores, sempre houve e continuarão a existir.



Esqueceu-se de nos dizer a que classe pertenceu!


Já agora á consideração do Primo-Ministro:
Com este tipo de Deputados quem é que precisa de inimigos!!!

Jorge Coelho vai administrar a Mota Engil


Parece-me
Obvio que em causa estará a construção/exploração da nova ponte!!!





O ex-ministro (das Obras Publicas) socialista recusa "falar sobre o assunto", mas o Expresso sabe que vai ser administrador e entrar para a comissão executiva do grupo industrial. A presidência, não está confirmada Expresso 21:19 Terça-feira, 1 de Abr de 2008






Joaquim, estás perdoado!
importante ler em:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/1086447.html
os “comentadores” mais ou menos tontos ou completamente idiotas!







Governo impõe, democraticamente, a avaliação...


Governo impõe avaliação de professores contratados
Valter Lemos e Jorge Pedreira explicaram, esta quarta-feira, aos conselhos executivos do distrito de Coimbra que caso não haja avaliação os professores contratados não verão renovados os seus contratos SOL Margarida Davim 4a-feira, 2 Abril 2008

Obviamente: dois democratas!!!
Valter Lemos denuncia «campanha contra a escola pública»
O secretário de Estado da Educação afirmou, esta sexta-feira, que «há uma campanha orquestrada contra a escola pública». Ainda assim, Valter Lemos escusou-se a apontar os seus responsáveis.
Valter Lemos falava à margem do IX Fórum da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Corporativo, que hoje se iniciou no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, com a participação de cerca de mil estudantes. «Do meu ponto de vista, é muito condenável a campanha que se está a fazer contra a escola pública e é totalmente imerecida porque foi a escola pública que cumpriu a importantíssima função de democratizar o ensino em Portugal e também porque, para a maior parte dos portugueses, não existe alternativa ao ensino público», frisou. Questionado sobre quem é que está por detrás dessa campanha, o secretário de Estado da Educação escusou-se a responder. «Eu só vejo as vossas notícias, é isso que eu vejo, vocês é que saberão», disse Valter Lemos, dirigindo-se aos jornalistas. O secretário de Estado considerou que não é verdade que a desautorização dos professores seja um dos problemas do sistema de ensino em Portugal, conforme hoje referiu a Conferência Episcopal Portuguesa.
PUBLICO ( 20:47 / 04 de Abril 08 )

energia

segunda-feira, 31 de março de 2008

efemerides!


- 1774 - Guerra da Independência dos Estados Unidos da América: O Reino da Grã-Bretanha ordena que o porto de Boston, Massachusetts seja fechado
- 1821 - É extinta a Inquisição em Portugal, por uma sessão das Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa
- 1889 - A Torre Eiffel é inaugurada por Gustave Eiffel que a projectou

- 1952 - junto ao farol da Gibalta, perto de Caxias, toneladas de terra e pedras, numa avalanche gigantesca, caíram sobre a via-férrea, no momento em que ia a passar um comboio. Uma das carruagens ficou esmagada. 7 mortos e 37 feridos foram retirados dos escombros, receando-se pela vida de outros passageiros ainda soterrados.
- 1964 - O Golpe Militar de 1964 no Brasil derruba o presidente João Goulart e dá início ao regime militar do marechal Castello Branco
- 1965 - O Pico da Neblina, ponto mais alto do Brasil com 2.994 m de altitude, é escalado pela primeira vez

sábado, 29 de março de 2008

em queda!

De acordo com os dados da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem
e Circulação, foram vendidos menos jornais diários generalistas no último
trimestre de 2007, em comparação com os três anteriores.
O Correio da Manhã registou uma quebra de 10%, seguindo-se

o Jornal de Notícias (JN), com uma descida de 9%,

Diário de Notícias (DN), com 7%,

Público e

24 Horas com 6%.

Em termos de exemplares comercializados no último trimestre de 2007, o CM atingiu os 108 mil, o JN, 87 mil, ficando em segundo lugar, o Público, 39 mil, o 24 Horas obteve 36 mil e o DN, 34 mil.
Em relação a dados anuais, o CM foi o único que conseguiu subir em relação a 2006, com uma diferença de 3%, situando-se nos 115 mil de média anual. O DN caiu 1% (36 mil), o JN, 4% (91 mil), o Público 5% (41 mil) e o 24 Horas 14 % (35 mil).
Sentido das Letras - 3/28/2008 4:34 PM



... pudera! jornalismo e jornalistas cada vez mais "politicamente correctos" e esperançadamente acessores!

quinta-feira, 27 de março de 2008

...get back!!!

uma... pró neo-reviralho!


Antigamente dizia-se:
O António há-de morrer!
A Oliveira há-de secar!
O Sal há-de derreter!
E o azar há-de acabar!


Actualmente é caso para dizer...
O António já morreu!
A Oliveira já secou!
O Sal já derreteu!
Mas o azar não acabou!

Nasceste antes de 1986?


De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 40, 50, 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986. Chamam-se jovens. Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança. Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco. adaptado de um original recebido por email