sexta-feira, 30 de junho de 2023

Os filhos de uma “gandessissima” voltaram a atacar...

O atentado terá ocorrido na Terça-Feira, 20 de Junho, em simultâneo com a racista Grande Reportagem emitida pela SIC. 


Nesse noite, pela calada como vampiros, numa das esferas armilares ao lado do monumento, foi feita uma inscrição em tinta preta, na qual se podia ler: “A nação que matou África, Wakanda4Ever”. 
A frase é uma referência a Wakanda, uma nação futurista e tecnologicamente avançada, situada no continente africano e com origem nas histórias de banda desenhada da Marvel. Em anos recentes, este país fictício ganhou novo protagonismo graças às adaptações para cinema do super-herói Pantera Negra, tornando-se um símbolo particularmente acarinhado pela diáspora africana em todo o mundo mesmo que as suas propostas de acção se assemelhem à Kristallnacht.

O graffiti, é idêntico aquele que, no verão de 2021, cobriu a estrutura principal do Padrão dos Descobrimentos. Na altura, um casal de ativistas estrangeiros escreveu uma inscrição de 20 metros, escrita em inglês, na qual se lia algo como “Velejando cegamente por dinheiro, a humanidade afunda-se num mar escarlate”.

Luisa Sá Gomes Um exemplo de Gestão Socialista


Luísa Sá Gomes foi condenada, mas o julgamento foi entretanto anulado e repetido. Nova sentença será conhecida em junho. Ministério da Agricultura diz que não há impedimento jurídico para a nomeação.
O caso ligado a ajustes diretos em empreitadas para esquadras e postos da GNR enquanto foi funcionária do Ministério da Administração Interna. Na acusação, o Ministério Público tinha pedido que a jurista não pudesse exercer funções públicas durante três anos.
A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, nomeou para subdiretora-geral de Veterinária uma jurista que foi condenada a dois anos e três meses de pena suspensa em 2018 pelos crimes de abuso de poder, participação económica em negócio e falsificação de documento num processo de viciação de contratos públicos. O julgamento foi, no entanto, anulado e repetido e, segundo o Público, a nova sentença está marcada para Junho.
Para o novo cargo, Luísa Sá Gomes foi nomeada em regime de substituição, o que significa que não passou por um concurso e que ficará no cargo até que um concurso seja concluído. Segundo o Público, o salário equivale a 3.212 euros base brutos, a que acrescem 590 euros para despesas de representação.
A Sábado já tinha escrito, em 2018, que Luísa Sá Gomes tinha sido promovida a diretora de serviços, na área do planeamento orçamental, no Ministério da Agricultura já depois da condenação. O Público acrescenta agora, esta segunda-feira, que em junho de 2021 o Tribunal da Relação de Lisboa mandou repetir o julgamento por considerar que o processo tinha incorrido em vários erros, alguns graves. Com essa repetição a decorrer, a jurista foi nomeada, no verão passado, para o cargo de subdiretora-geral de Veterinária, pela ministra da Agricultura, em regime de substituição.
Luísa Sá Gomes tinha sido condenada num caso ligado a ajustes diretos em empreitadas para esquadras e postos da GNR enquanto foi funcionária do Ministério da Administração Interna (MAI). Na acusação, o Ministério Público tinha pedido que a jurista não pudesse exercer funções públicas durante três anos.
Entre as responsabilidades do novo cargo de subdiretora da Direção-Geral de Veterinária, a jurista tem competências, por exemplo, para autorizar despesas com empreitadas e compra de bens e serviços, e decidir pela abertura de concursos públicos ou ajustes diretos. 
O ex-presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (Cresap) João Bilhim defende que havia um impedimento político e ético para designar Luísa Sá Gomes para o novo cargo.
O Ministério da Agricultura contrapõe, vincando que em termos jurídicos não há impedimentos à nomeação: “Não está condenada, nem foi alvo de qualquer sentença que implique a inibição do exercício de funções públicas ou de funções dirigentes”.

sábado, 24 de junho de 2023

1 ano de guerra, Ventura do lado certo, Lula não...

contra o para o mais moderado ou “troca-tintas” líder do Chega; para a ala conservadora da Igreja
lembrar a risota da Peralta e o Conrraria
 

São João Padroeiro de Macau

 

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Cheerleading Presidencial...

O Parlamento (que escrutina bem), Marcelo (que é o cheerleader oficial da Seleção) e o secretário-geral adjunto do PS (que vê fantasmas a nível planetário)


segunda-feira, 12 de junho de 2023

o bom nome, a minha honra e consideração do Costa (António)

[uma trapalhada para seguir... ]
"A única coisa que eu posso dizer é que, como é sabido, através do 'Observador', foram proferidas pelo doutor Carlos Costa declarações que são ofensivas da minha honra, do meu bom nome e da minha consideração", declarou o líder socialista. .

Costa disse ainda aos jornalistas que contactou Carlos Costa e o ex-governador do Banco de Portugal "não se retratou nem pediu desculpas". 
"E, portanto, constituí como meu advogado Manuel Magalhães e Silva, que adotará os procedimentos adequados contra o Doutor Carlos Costa, para defesa do meu bom nome, da minha honra e consideração. É a justiça também a funcionar", acrescentou..
.
"mal comportado" o jornal SOL de 12 Novembro 2022 referia-se assim “ao líder do PS” e não ao “Primeiro Ministro”:
“António Costa não vai perdoar a ex-governador. O PM reagiu com 'profunda irritação' à revelação de Carlos Costa de que teria sido pressionado por ele para não tirar Isabel dos Santos do BIC. O líder do PS ligou de imediato a ex-governador e, como este não lhe pediu desculpa, deu instruções ao seu advogado para o processar.”

sábado, 10 de junho de 2023

O 10 de Junho dos Combatentes

… em 1994, um núcleo de antigos combatentes lançou a ideia do Monumento aos Combatentes do Ultramar. E, a partir daí, todos os anos, junto ao monumento de Belém, onde estão inscritos os nomes de todos os militares que morreram nessas últimas campanhas de África e da Índia – bem como os que depois morreram ao serviço de Portugal em missões internacionais – alguns milhares de nós lembramos os nossos camaradas mortos ou desaparecidos em combate, cujos nomes ficaram gravados nos muros do monumento.

A cerimónia transcende ideologias – sobretudo ideologias partidárias de que o povo português está cada vez mais distante – e não pretende rever o que a História decidiu. Pretende sim não retirar aos mortos desses 14 anos de guerra, e aos outros que na defesa da pátria foram mortos, o seu lugar na História.

E lembrar que a Pátria, a terra da pátria e os mortos pela pátria, são o património agregador da comunidade e a verdadeira garantia da Liberdade dos portugueses. Uma liberdade que não vem de Bruxelas nem das Nações Unidas, que nunca poderá ser alienada a organismos supranacionais, a federalismos utópicos, a mecanismos de submissão discreta de povos e culturas, ao abrigo de facilidades financeiras e simpatias baratas.
O 10 de Junho dos Combatentes é, e continuará a ser, uma afirmação do patriotismo português, um rito celebrativo da nossa identidade e unidade, numa Europa que hoje também parece despertar para a sua verdadeira natureza e sentido, uma Europa das Pátrias, de Estados Nacionais, soberanos, que voltam a lembrar um passado histórico que tem de ser integrado, tal como também o Cristianismo incorporou as heranças da Grécia e de Roma e criou uma civilização onde a identidade e a independência são condição da Liberdade e das liberdades.
Foi isto que Camões entendeu e registou e que outro poeta maior de Portugal, Fernando Pessoa, veio lembrar e reintegrar no século passado. E os grandes poetas são os melhores intérpretes do espírito do povo, aqueles que, como os antigos arúspices, sabem ler nas entranhas do passado e nos ventos do presente a memória do futuro.