sábado, 26 de maio de 2018

(uma boa) introdução ao Marxismo Gramsciano


já recebeu o subsídio da viagem do fim de semana?

Deputados, residentes nos Açores e Madeira, acumulam compensação do Parlamento com reembolso dos bilhetes das viagens. Um deles é Carlos César. Deputados dizem que é legal.
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O PSD requereu hoje que a Subcomissão de Ética se pronuncie “com caráter de urgência” sobre a eventual duplicação de apoios pagos a deputados eleitos pelos Açores e Madeira.
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Ferro Rodrigues, declarou hoje que os deputados das regiões autónomas "não infringiram nenhuma lei nem nenhum princípio ético, nem nesta nem em qualquer legislatura", relativamente às despesas de deslocação.
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A subcomissão de Ética vai interpretar a resolução do parlamento que regula os apoios às viagens dos deputados das regiões autónomas e a legislação do subsídio de mobilidade dos residentes insulares e pronunciar-se sobre uma eventual alteração legal.

além do direito ao subsídio de fim de semana também acumulam milhas?

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ranking dos combustíveis mais caros


- em 42 só 7 têm a Gasolina mais cara,
- em 42 apenas 15 têm o Gasóleo mais caro e
- em 32 somente 10 tem o GPL mais caro


terça-feira, 22 de maio de 2018

in memoriam

Nos anos 1940 parece não haver melhor lugar no mundo para ser judeu do que os Estados Unidos. Mas quando Franklin D. Roosevelt, ao tentar reeleger-se para um terceiro mandato, perde para Lindbergh, o cenário se torna sombrio. O aviador é um ardoroso defensor da Alemanha nazista, um homem para quem os Estados Unidos deveriam se defender da diluição nas raças estrangeiras.

O que teria acontecido nos E.U.A. e no mundo se o célebre aviador de ideias anti-semitas, Charles Lindbergh, se tivesse apresentado às eleições em 1940 e tivesse derrotado Franklin Roosevelt? Partindo deste cenário hipotético, Philip Roth conta o que foi para a sua família e para um milhão de famílias judias em todo o país, a vida durante os anos ameaçadores da presidência de Lindbergh.  Num discurso transmitido pela rádio à escala nacional, Lindbergh não só tinha acusado publicamente os judeus de empurrarem egoistamente a América para uma guerra sem sentido com a Alemanha nazi, mas também, ao tomar posse como trigésimo terceiro presidente dos Estados Unidos, negociara um pacto cordial com Adolfo Hitler, cuja a conquista da Europa e cuja virulenta política anti-semita ele parecia aceitar sem dificuldade.

domingo, 20 de maio de 2018

como uma certa elite chega a elite...

«Há um "modus operandi" na forma como uma certa elite chega a elite. É gente que traz pouco de trás, permitam lá a cacofonia, que subiu nos redemoinhos das jotas, a manobrar e a vergar desde cedo, que cresce nos urros das claques, nos gabinetes ministeriais ou institucionais, numa certa forma de dobrar as costas quando posta a mesa. A olhar o prato com medo que fuja. Parecem subservientes. Serventes. Mas não. São perigosos. Porque há um dia em que tomam conta da mesa. Na política. Nas empresas. Nas instituições. Da bola, às associações». (in “Violência subterranea” por Domingos De Andrade)

sábado, 19 de maio de 2018

também acumulam milhas?

dizem que é legal !


Deputados, residentes nos Açores e Madeira, acumulam compensação do Parlamento com reembolso dos bilhetes das viagens. 

Um deles é Carlos César. 

sexta-feira, 18 de maio de 2018

uma centena deles e delas para mais tarde recordar

Conversas pelo país conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida.
Ou tão simples como ela pode ser...
e

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Agora é que querem chamar a polícia?

Durante anos e décadas, os evidentes crimes que existem no mundo do futebol foram escondidos e protegidos por políticos engravatados, por responsáveis engravatados e por comentadores engravatados.
Hoje, quando tudo se tornou insustentável, estão a tremer de medo, como sempre. Incapazes de enfrentar clubes e adeptos, fazem de conta que não é nada com eles e dizem, virginais, que o melhor é chamar a polícia. [...]
Eis o novo mantra da nossa intelligentsia futebolística:
“À Justiça o que é da Justiça, ao desporto o que é do desporto”. Onde é que já ouvimos isto? [...]
 “Não são adeptos do desporto”? Claro que são. “Não é um caso desportivo”? Claro que é. “O futebol não é isto”? Claro que é. O ponto, aliás, está precisamente aí: o que está em causa neste momento é aquilo em que se transformou o futebol português — numa república independente onde não há lei nem punição, onde só há deslumbramento e subserviência.
Basta olhar para a nossa classe política:
o primeiro-ministro e os ministros aparecem, inchados, nas bancadas presidenciais dos estádios;
os deputados, submissos, recebem os presidentes dos clubes no parlamento;
os presidentes de câmara, solícitos, entregam as sedes dos municípios às equipas que vencem campeonatos;
os políticos no activo, excitados, participam em debates na televisão que competem com circos.

(in “Agora o futebol quer chamar a polícia?” por Miguel Pinheiro)

domingo, 13 de maio de 2018

...colonizaram o espaço público!

O que temos aqui não é um mistério: é apenas uma nova demonstração de que, no nosso país, quem domina o Estado domina a opinião. Ora, nenhum outro grupo, no actual regime, mandou tanto tempo no Estado como os actuais dirigentes do PS. Desde 1995, quase sempre no governo, que fazem e desfazem carreiras, negócios, e instituições. A pouco e pouco, colonizaram o espaço público com quem lhes deve emprego e estatuto. (in “O PS deu licença, já podemos ver, ouvir e falar” por Rui Ramos)
O que aconteceu em Portugal entre 2005 e 2011 foi demasiado grave para nos calarmos. A defesa da democracia portuguesa proíbe o silêncio.
Se alguém, na oposição se calar ou alinhar com a estratégia de Costa, tornar-se-á cúmplice dos maiores crimes políticos e económicos que se cometeram em Portugal desde o 25 de Abril. (in “Não foi só Sócrates, também foi o PS” por João Marques de Almeida)