segunda-feira, 3 de julho de 2017
domingo, 2 de julho de 2017
deixemo-nos de fantasias! A realidade é outra!
O que aconteceu com o paiol de
Tancos foi realizado por quem sabe e tem capacidade para o fazer, não olhando a
meios, incluindo, muito provavelmente, a eliminação de quem, eventualmente, se
lhes opusesse. Poder-se-á aventar a hipótese que, se por acaso, a ronda militar
apanhasse em flagrante este grupo, muito provavelmente seria neutralizada ou
até eliminada. E sabem porquê? É que as sentinelas nos nossos quartéis andam
sem carregadores municiados nas armas e apenas dispõem de um outro, nas
cartucheiras, com poucos cartuchos e lacrado. Em resumo: não podem defender as
instalações que lhes são confiadas e mesmo que o queiram: retirar o carregador
vazio, deslacrar o que levam na cartucheira, colocá-lo na arma e disparar é uma
impossibilidade, porque antes - já foram "desta para melhor".
E isto a que é devido? A uma
directiva política que proíbe os militares de defenderem o que é da sua
responsabilidade. Não têm cobertura legal e, por conseguinte, há uma ausência
de regras de empenhamento conformes que lhes dêem a capacidade de serem
oportunos no cumprimento da a sua missão com eficiência e eficácia. Assim,
actualmente, se uma sentinela, no exercício da sua missão, disparar a sua arma
em defesa do pessoal, das instalações ou do material que lhe estão confiados,
uma coisa é certa: está metido numa encrencada que pode resultar na sua prisão
e pagar grossa indemnização ao(s) "coitado(s)" de um ou mais assaltantes.
( por Coronel António Feijó in "DEIXEMO-NOS DE FANTASIAS")
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Os boys e as girls não apagam incêndios...
Dois meses antes da estação
crítica dos fogos os comandos das operações foram substituídos.
Depois queixam-se que as coisas correm muito mal e acenam com inquéritos. Foi o
governo que substituiu pessoas com algum tempo nos cargos por gente sem
experiência mas da cor.
A Autoridade
Nacional da Protecção Civil (ANPC) sofreu uma restruturação na
estrutura de topo desde que o Governo entrou em funções, com consequências
posteriores no terreno, noticia o Público. Todas as alterações aconteceram a
dois meses da época de incêndios.
Dos 36 comandantes distritais, 20 já mudaram e 17 cargos ‘foram
mexidos’ em Abril, com novas pessoas a entrar e membros já experientes da ANPC
a mudarem de posição. (por Luis Moreira no Banda
Larga)
domingo, 25 de junho de 2017
funciona em ditadura, mas não em democracia!
Ao tentar controlar toda a
comunicação pública, o governo de António Costa enterrou-se mais do que se
tivesse sido mais moderado. Tentou ocupar todo o espaço mediático desde o
primeiro momento, como se estivesse a controlar a situação (não estava). Encheu
os ecrãs de ministros e secretários de Estado, que pareceram baratas tontas a
dizer coisas. Avançou com um número de vítimas mortais errado, não dando a
conhecer a verdade terrível. Aparentemente, mandou avançar o director nacional
da Polícia Judiciária que, para sua eterna vergonha, lançou logo a
"tese" falsa do raio que partiu a árvore (deveria ser demitido de
imediato); mandou avançar o director do IPMA com a "tese" falsa do
raio e da "trovoada seca" (idem); o IPMA censurou a sua própria
informação sobre raios e trovoadas no seu site. Aparentemente, no primeiro dia,
mentiram ao presidente da República, levando-o a dizer que se tinha feito tudo
que se podia fazer. Era falso. Marcelo teve de recuar. O governo escondeu que o
corrupto SIRESP falhou por completo. Costa pediu relatórios apressados e
auto-justificativos à GNR, etc., para se defender em entrevistas e declarações
nos primeiros dias. Este comportamento comunicacional do governo, com mentiras,
omissões e desinformação, abafando vozes discordantes e o povo ressentido,
funciona em ditadura, mas não em democracia. Não funcionou. (in
“Propaganda
do Governo fez ricochete” por Eduardo Cintra Torres)
domingo, 18 de junho de 2017
Sondagens França 2017
O movimento Em Marche!, do
presidente francês Emmanuel Macron, reúne 31% das intenções de voto nas
legislativas de Junho, o que representa “grandes probabilidades” de obter a
maioria absoluta, segundo uma sondagem publicada esta quarta-feira.
O estudo, realizado pelo instituto
Ifop a 18 e 19 de Maio, mostra uma subida de nove pontos percentuais das
intenções de voto em Macron relativamente à sondagem anterior, realizada a 4 e
5 de Maio.
Em
segundo lugar surgem Os Republicanos (direita), com 19%, seguidos da Frente
Nacional (extrema-direita), com 18%, da França Insubmissa (extrema-esquerda),
15%, e do Partido Socialista (esquerda) 7%. (in Observador
em 25 de Maio)
.
Obviamente errada!
.
Obviamente errada!
sábado, 17 de junho de 2017
Aos Césares o que é dos Césares
“ (…) Inês César, 25 anos,
socióloga, é a mais recente aquisição da empresa municipal Gebalis, que a
contratou à junta de freguesia de Alcântara, onde a jovem dera nas vistas na
temporada 2016/17. O facto de ambas as instituições serem socialistas apenas prova
a atenção que o PS dedica à formação e ao desenvolvimento de valores
emergentes. O parentesco da dra. Inês com o presidente do partido apenas prova
que o contributo dos Césares para o progresso nacional está longe de se
esgotar.
Luísa, mulher de Carlos e reformada
da coordenação dos Palácios da Presidência (uma coisa relevantíssima lá dos
Açores, suponho), dispôs-se – sem concurso público que a senhora não é de
perder tempo – a abdicar do sossego para coordenar a “estrutura de missão” para
a criação da Casa da Autonomia (outra coisa lá dos Açores, nascida por proposta
da coordenação dos Palácios da Presidência). Francisco César, filho de Carlos e
de Luísa, é deputado regional, eleito pela primeira vez em lista encabeçada
pelo pai, que lhe elogia, naturalmente babado, a “militância cívica” e a
“sensibilidade”. Rafaela, mulher de Francisco e nora de Carlos e de Luísa, é
chefe de gabinete da secretária regional adjunta para os Assuntos da
Presidência, posto cuja enganadora insignificância não a impede de auferir
justíssimos três mil e setecentos euros mensais. Horácio, irmão de Carlos,
cunhado de Luísa e tio de Francisco, também saiu da reforma, após carreira
incansável ao serviço da comunidade, para ser adjunto no falecido gabinete de
João Soares. Patrocínia, mulher de Horácio e cunhada de Carlos e de Luísa, é
assessora do Grupo Parlamentar do PS e brilha em simultâneo na junta de
freguesia do Lumiar. E agora é Inês, sobrinha de Carlos, filha de Horácio e de
Patrocínia e prima de Francisco, a despontar para o espírito missionário que
abençoou aqueles genes. Antes, já existira o avô de Carlos (e bisavô de
Francisco, etc.), que este confessou à “Sábado” ter sido presidente de junta,
além do bisavô e do tio-bisavô de Carlos, dirigentes do Partido Socialista de Antero
de Quental. Isto que se saiba, dado que a modéstia dos virtuosos (ou a falta de
espaço) é capaz de obstar à divulgação de todos os casos. (…)
Se a consciência social e o amor à
família configuram nepotismo, vou ali e não volto. Não quero viver numa sociedade
subjugada à má-fé, que, ao invés de agradecer a oportunidade, se irrita por
patrocinar uma família notável. O que vale é que os noticiários ligaram pouco
ao assunto e preferiram concentrar-se nos – alerta para chavão – verdadeiros
problemas dos portugueses. Os quais, a acreditar nos noticiários, não são
nenhuns. (…)
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Helmut Kohl
Chanceler
do seu país de 1982 a 1998. Católico e democrata cristão, aderiu à CDU em 1947.
Depois de Bismarck, Helmut Kohl é
seguramente o maior estadista da história alemã. Recebeu um país dividido em
dois pela cortina de ferro, com a metade ocidental ainda a expiar a culpa do
nazismo, e começou pacientemente a reerguer a Alemanha. Primeiro declarou que a
Alemanha ia abandonar a tradicional expiação colectiva, indicando o seu próprio
caso pessoal: "Eu tinha 15 anos quando a guerra acabou. Não tenho culpa
nenhuma do que se passou lá". Depois foi o primeiro a exigir, após a queda
do Muro de Berlim, a imediata reunificação da Alemanha.
Kohl exigia uma reunificação
imediata. Para a obter, pagou tudo o que lhe pediram por ela. Primeiro, aceitou
converter o marco DDR numa paridade 1:1 com o Deutsche Mark, o que fez aumentar
enormemente o custo da reunificação. Depois aceitou abandonar o próprio marco a
troco do euro, o preço que os parceiros europeus lhe pediram para não se oporem
à reunificação, julgando que assim controlavam a Alemanha.
Tudo aceitou para devolver à
Alemanha o lugar que entendia lhe ser devido na Europa.
O estado actual do seu país
demonstra bem como ganhou a aposta. (por Luís Menezes Leitão in Delito
de Opinião)
segunda-feira, 12 de junho de 2017
para mais tarde recordar no fim da 1ª volta
La République en marche. Le parti d'Emmanuel Macron et
son allié le MoDem peuvent espérer envoyer entre 397 et 427 députés à
l'Assemblée nationale, selon un sondage Ipsos/Sopra Steria pour France
Télévisions et Radio France* publié vendredi 9 juin, à deux jours du
premier tour des élections législatives. …
Les autres formations politiques se partagent
les miettes d'une Assemblée qui compte 577 sièges. L'alliance Les Républicains-UDI pourrait
espérer entre 95 et 115 députés (22% des intentions de vote), le Front nationalentre
5 et 15 (18%), le Parti socialiste et ses alliés entre 22 et 32 (8%) et La France insoumise entre
11 et 21 (11,5%). Entre 5 et 10 sièges devraient revenir à diverses formations
politiques ou élus non-encartés.
L'abstention
est estimée à 40%, soit le même niveau que dans la précédente enquête. Les
électeurs qui ont voté pour Marine Le Pen (44% d'abstention) et Jean-Luc
Mélenchon (42%).
domingo, 11 de junho de 2017
Legislativas França sondagem publicada em 7 Junho 1017
A quelques jours du premier tour des élections
législatives, La
République en marche apparaît plus que jamais en position de force.
Selon une enquête Ipsos/Sopra Steria pour France Télévisions et Radio France,
publiée mardi 6 juin, le mouvement d'Emmanuel Macron,
allié au MoDem, recueille 29,5% des intentions de vote au premier tour, loin
devant les autres partis.
Les Républicains et
leurs alliés de l'UDI sont, eux, crédités de 23% des voix, tandis que le Front national décrocherait
17% des suffrages. Le
Parti socialiste, allié au Parti radical de gauche, arriverait très loin
derrière, avec seulement 8,5% des voix. La France
insoumise, le mouvement de Jean-Luc Mélenchon, ferait un peu mieux, avec
12,5% des voix.
Projetée en nombre de sièges, la
dynamique du mouvement du chef de l'Etat est encore plus flagrante. La
République en marche et le MoDem pourraient obtenir à eux deux entre 385
et 415 sièges, soit bien au-delà de la majorité absolue, fixée à 289 députés.
Avec une fourchette de 105 à 125 sièges, Les Républicains et l'UDI
limiteraient la casse, mais feraient nettement moins bien qu'actuellement,
puisqu'ils disposaient dans la dernière législature de 199 sièges pour LR et de
27 sièges pour l'UDI.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
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