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terça-feira, 11 de novembro de 2014

11 de Novembro de 1918

“O Armistício de Compiègne foi um tratado assinado em 11 de Novembro de 1918 entre os Aliados e a Alemanha, dentro de um vagão-restaurante, na floresta de Compiègne, com o objectivo de encerrar as hostilidades na frente ocidental da Primeira Guerra Mundial. Os principais signatários foram o Marechal Ferdinand Foch, comandante-em-chefe das forças da Tríplice Entente, e Matthias Erzberger, representante alemão”

(in Diário de Notícias, 11 de Novembro de 1918 [via Casa Comum, com a devida vénia])

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Um País sem Memória

A Primeira Grande Guerra acabou há 95 anos.
Morreram 20 milhões.
Dez mil eram os soldados portugueses mortos ou desaparecidos, um número largamente suplantado pelos feridos e estropiados que regressaram. Destes, ainda me lembro de ver alguns - quando havia memória e lhes rendíamos homenagem -, nas comemorações anuais na Avenida da Liberdade.
 
Na Grã-Bretanha, na Commonwealth e na maior parte dos Países da Europa que combateram o Império Austro-húngaro, hoje é o Remembrance Day.
 
Ou por ser difícil traduzir o simbolismo da palavra “remenbrance”, ou com medo de perturbar os boches que nos dizimaram em toda a Flandres e especialmente em La Lys, a informação, a que temos direito, não dedica uma linha à data que se devia comemorar.
As próprias Forças Armadas (a que temos direito) também parecem esquecidas tão envolvidas que estão nos seus “problemas” laborais dos seus “trabalhadores”…
 
Eventualmente irão aparecer uns copy/paste de noticiários da “estranja”, em jeito de notícia cor-de-rosa, dedicados à Isabel II e aos ingleses que não esquecem!
 
e "esta é (hoje) “a ditosa Pátria minha amada”…

 
(a foto, em cima, é do cemitério português de Richbourg e a, de baixo, foi tirada no Jardim de Algés vai para um ano!)

domingo, 11 de novembro de 2012

poucos lembram a data, ninguém a comemora!


A 11 de Novembro de 1918, com a assinatura do armistício, termina a I Guerra Mundial, que havia começado a 28 de Julho de 1914. A Tríplice Entente – liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo, (até 1917) e EUA (a partir de 1917) – derrotou a coligação formada pelas Potências Centrais (Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano).

Na Batalha de La Lys, a mais conhecida intervenção portuguesa, entre 9 e 29 de Abril de 1918, a segunda divisão portuguesa, comandada pelo General Gomes da Costa, com cerca de 20 000 homens, perdeu cerca de 300 oficiais e 7000 sargentos e praças, mortos, feridos ou presos, ao resistir ao ataque de quatro divisões alemãs, de 50 000 homens.
A experiência do Corpo Expedicionário Português no conflito ficou registada na publicação “João Ninguém, soldado da Grande Guerra”, com ilustrações e texto do capitão Menezes Ferreira.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

foi há 94 anos

A Batalha de La Lys, deu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, no vale da ribeira da La Lys, sector de Ypres, na região da Flandres, na Bélgica.
Nesta batalha,  os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa depois da batalha de Alcácer-Quibir, em 340 anos antes.
As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam cerca de 7500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros, ou seja, mais de um terço dos efectivos, entre os quais 327 oficiais.

...mas quem que é que isto interessa?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Um de Setembro de 1939

Embalados no conforto de muitas décadas. Colonizados numa cultura que erradicou a História do Ensino. Viciados em jogos electrónicos onde se “compram” muitas vidas após as “mortes”.
Poucos, muito poucos, se lembraram que há 71 anos se iniciou a Segunda Guerra Mundial, a ultima desta Europa que em guerra viveu desde sempre. Em todo o desacordo e ambiguidades, a hoje União Europeia, trouxe-nos de bom a Paz.
Paz que só faz sentido para aqueles que um dia conheceram a Guerra e não esquecem.