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domingo, 9 de setembro de 2012

a política não se inventa…

Almeida Santos, 86, ao comentar as medidas de austeridade para 2013 anunciadas na sexta-feira pelo primeiro-ministro, referiu que "os responsáveis pelas crises são os líderes dos grandes impérios financeiros, a começar por alguns bancos".
"Isto está tudo virado do avesso. Há todo um mundo organizado para a finança e para a riqueza. A pobreza que se lixe", criticou.
Malevolamente questionado pelo jornalista APM. da Lusa sobre “se queria dizer que este Governo estaria ao serviço desses interesses”, respondeu:
"Está por coerência, porque tem um pensamento neoliberal. Não o faz por maldade, mas está convencido que é assim que deve ser. Só que a realidade está a demonstrar que não é".
A política não se inventa. Ou se tem experiencia da vida ou perdem-se muitas oportunidades para se tomarem medidas acertadas.” TSF 

António Almeida Santos marca a diferença! Em muito com ele podemos não concordar e disso é exemplo quando se prestou a “fretes de favor” ao governo do Pinto de Sousa que foi, é, o maior responsável da situação a que chegámos, mas sempre que fala deixa-nos o prazer de recordar que, em Portugal, já houve Políticos.
Desafortunadamente desse tempo, para muitos de nós recente, poucos restam e a maioria dos que hoje se alcunham de “políticos”  ainda não tinha nascido.
Culpa nossa, nunca os preparámos para o trabalho que estão a executar e convencemo-los que eram “ a geração mais preparada de sempre”! Bem nos “lixámos”.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Almeida Santos e o "ódio a Sócrates"

O presidente do PS (20% nas eleições de 1985) adverte a oposição que bloqueará o país se rejeitar entender-se com o primeiro-ministro demissionário após as eleições, dizendo que isso significará colocar o ódio a José Sócrates acima do interesse nacional. i online

O venerando António Almeida Santos está enganado! Ninguém odeia Pinto de Sousa, o que não conseguimos suportar são os imbecis úteis que o rodeiam.

Acabo de ver a veneranda figura de Antonio de Almeida Santos (85) a ler, com dificuldade, um “discurso” que alguém lhe escreveu (quem conheceu e leu este velho socialista sabe porque o refiro!).
Almeida Santos não merecia que o obrigassem a tanto.
Talvez por isso algures tenha lido, e dito, “não percebi, mas o defeito deve ser meu!”. Infelizmente acertou! Não o merecia!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Passou uma semana e quase que não dei pelo correr do tempo...

A eleição do Presidente da República devia ter sido o descomprimir de semanas, meses, em que funcionou a mais estranha desinformação. Estranha porque demasiado estado-unidense, algo a que não estavamos habituados. Algo para que a maioria dos portugueses não está preparado porque não tem cultura, nem preparação, nem instrução! Até o termo desinformação soa estranho. O venerando eleito, dizem, acabou mal a campanha. “Foi muito cruel e a crueldade não é uma caracteristica do PR...”, disse do discurso de vitória o outro venerando presidente que por ele foi barbaramente derrotado em 1985. Há coisas que muitos presidentes não esquecem, mas exigem o esquecimento de outros... A semana andou entre “ o que é que se pode esperar do relacionamento Governo-Presidente da República” e “a culpa politica da incompetencia da gestão do numero de eleitor”, o suficiente para serem esquecidos os 7,06 de juros na divida a 10 anos. E isto não é desiformação? A semana acabou com outro presidente, o do auto-alcunhado maior partido da oposição, a propôr que se encerrem as empresas públicas que dão prejuizo e acumulam dividas. Se este presidente tivesse algo dentro daquilo que transporta em cima dos ombros teria reparado que existem os SCTP, a Carris, os Metros, a CP e a Transtejo... Passou uma semana e quase dei pelo correr do tempo... mas parece que não perdi nada!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Vá para o raio que o parta.!

O presidente do PS considerou hoje que o esforço pedido hoje pelo Executivo com novas medidas de austeridade “não são sacrifícios incomportáveis” e que “o povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre”. Porra, eu não votei neles, a maioria dos portugueses não votou neles, e temos que “sofrer” como eles?. Vá para o raio que o parta.!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Após tolos

á saída ou á entrada da reunião dos socialistas, vários foram os apóstolos que marcaram televisivamente o apoio ao secretário-geral, vejamos, para mais tarde recordar quando se sucederem noutra cambalhota. Só os mais novos e os mais distraidos não se lembram de idêntico apostolado a António Guterres ou a Ferro Rodrigues:
António Almeida Santos lembrou que «quem acusa prova» e que o chefe do Governo «não tem que defender-se de provas que ainda não foram apresentadas». «Estamos perante uma inversão do ónus da prova. Onde está a acusação contra Sócrates?». «A primeira falhou, a segunda falhou, a terceira falhou e a quarta também vai falhar», concluiu. tsf
José Santos de Magalhães referiu uma «operação para neutralizar» um Governo, que «tem um programa claro de preservação das finanças públicas num contexto muito difícil e de reanimação da economia e preservação do Estado social».
A eurodeputada Edite Marreiros Estrela questionou-se ainda sobre os ataques feitos a JS Pinto de Sousa a propósito do caso Freeport sem que depois não tenha acontecido nada e lembrou os ataques à direcção socialista a propósito do processo Casa Pia.
O secretário de Estado da Administração Local, José Bordalo Junqueiro fixou como alvo dos seus ataques o candidato à liderança do PSD JP Aguiar-Branco, ex-ministro da Justiça, e que «fez o incitamento público à desobediência às decisões da Justiça». «Para quem é candidato a líder do PSD e candidato a primeiro-ministro e ex-ministro da Justiça e que faz o incitamento público à desobediência às decisões dos tribunais está tudo dito». tsf
Vítor Caetano Ramalho, que preside á federação de Setúbal, afirma que «Não via sinceramente ninguém interessado institucionalmente em fazer cair o Governo e estou de acordo com o Presidente da República. Sou insuspeito nessa matéria e acho que tem tido uma postura de serenidade. Não é altura de se abrir nenhum conflito dessa natureza com ele».tsf
mais do mesmo, mas apostolado compreensível...