quinta-feira, 22 de julho de 2021

O Estado da Nação : a culpa é do Passos!

"O que nos exige o estado da nação? Antes de mais, completar o processo de vacinação", afirmou o primeiro ministro António Costa na abertura do debate sobre o Estado da Nação, esta tarde na Assembleia da República.

"Em meados de agosto teremos 73% da população adulta com a população completa e 83% com a primeira dose", garante Costa.

"É tempo então de garantir também a vacinação dos jovens, para assegurar o início do novo ano letivo", diz. O primeiro-ministro assegura que está tudo preparado para, assim que essas sejam as indicações das autoridades de saúde, entre 14 de agosto e 19 de setembro possam ser administradas as duas doses das vacinas às 570 mil crianças crianças entre os 12 e 17 anos

Um deputado contra a presidência do Parlamento...

O plenário da sessão do “Artigo 6º da Lei da Censura) fica marcado por uma acesa troca de acusações entre o deputado do PS Sérgio Sousa Pinto e a Edite Estrela como Presidente da Assembleia da República…
.
As propostas de revogação que apresentadas pela IL e pelo CDS contaram com os votos a favor dos deputados socialistas Ascenso Simões, Jorge Lacão, Marcos Perestrelo, e Sérgio Sousa Pinto, dos partidos PSD, PCP, PEV, Chega - e ainda uma abstenção de Bacelar de Vasconcelos.


Quarta vaga da pandemia...

A quarta vaga de Covid-19 pode atingir o pico daqui a um mês, numa altura em que, se nada se alterar, serão registados 2.000 casos diários. As contas são da plataforma Covid-19 Insights, da Nova de Lisboa. Foram
publicadas esta terça-feira no Jornal de Notícias e preveem ainda o seguinte cenário: 500 internados em enfermaria e até 150 em cuidados intensivos.
Segundo os cálculos feitos por Óscar Gaspar, da Faculdade de Ciências do Porto, Algarve e Lisboa e Vale do Tejo são as regiões que crescem a um ritmo acelerado.
Pedro Simões Coelho, coordenador da plataforma Covid-19 Insights, recomenda três medidas de actuação, que passam pela aceleração da campanha de vacinação, pela garantia de que os inquéritos epidemiológicos são feitos em tempo útil e por “discriminar positivamente” as pessoas com passaporte Covid-19. https://observador.pt/2021/06/22/quarta-vaga-da-pandemia-pode-atingir-pico-daqui-a-um-mes-alertam-especialistas/

segunda-feira, 19 de julho de 2021

inação da GNR em desacatos com ciganos em Reguengos

Pelo menos três pessoas ficaram feridas nos desacatos perto de uma esplanada em Reguengos de Monsaraz, distrito de Évora, que ocorreram na sexta-feira à noite.
Os militares da GNR que estavam no local foram incapazes de controlar os confrontos físicos e de evitar um atropelamento, "dada a quantidade de pessoas".

Este vídeo com cerca de três minutos partilhado nas redes sociais mostra um atropelamento depois de alguns confrontos físicos num café em Reguengos de Monsaraz na noite de sexta-feira. No local há dois agentes da GNR, que assistem às agressões de parte a parte e ao momento do atropelamento.

quarta-feira, 14 de julho de 2021

a culpa não foi do contínuo!

Medina bem queria, mas...

...o estado a que isto chegou (junto~lhe o SNS)!

Durante meses fui lendo relatos nos jornais sobre a incompetência das autoridades portuguesas na gestão da pandemia. Quando os lia, pensava que, em parte, resultariam de exagero de quem contava – por tão inverosímeis –, ou por dificuldades das autoridades numa altura francamente difícil de gerir. Na Primavera de 2020, alguma desorientação era possível, e até compreensível. Em Julho de 2021 há erros e problemas que são inadmissíveis. Contudo, na semana passada tocou a mim e à minha família ter o prazer de presenciar em primeira mão os horrores da administração pública pastoreada pelos socialistas. Neste artigo adopto um estilo descritivo e tentando adjectivar ao mínimo. Deixo a cada leitor a tarefa de retirar ilações sobre o sucedido.
Antes de começar o meu relato, porém, convém fazer uma brevíssima contextualização. Juntamente com a minha esposa e o meu irmão, estamos de visita a casa dos meus pais, em Viana do Castelo. Todos nós estamos completamente inoculados, isto é, com as duas doses da vacina tomadas há pelo menos um mês a contar da data da segunda toma. Para além disso, um último pormenor de contexto, o meu pai é um doente pulmonar crónico, uma situação que nada tem que ver a actual doença que grassa pelo mundo.

Segunda-feira, dia 5 de Julho
. O meu pai dá entrada no hospital distrital de Viana do Castelo, às 11 da manhã, pelo seu pé, devido a uma das suas habituais crises pulmonares. Depois de visto pelo médico da triagem, é-lhe atribuída uma pulseira amarela. Faz um raio-X, análises ao sangue e, naturalmente, um teste de Covid para despiste. Fica mais de onze (11!) horas sentado na cadeira de rodas, sem comer, à espera de ser visto por um médico que se digne a vir comunicar os resultados dos exames e diagnosticá-lo. Às 11 da noite, exausta, a minha Mãe decide escrever no livro amarelo do hospital. Menos de cinco minutos depois, o meu pai é visto por uma médica que o diagnostica com o habitual, prescreve um antibiótico e manda para casa. Nada é dito sobre a Covid.
Terça-feira, dia 6 de Julho. De manhã, o meu pai é informado pela Linha de Saúde 24 que o teste Covid que fizera no hospital no dia anterior tinha resultado num positivo. Não lhe foi dado nenhum comprovativo deste resultado, nem informação sobre o tipo de teste realizado. O meu pai argumenta que, devido à situação actual, tem uma vida social absolutamente mínima, não tem qualquer sintoma e, claro, toda a gente em redor dele está vacinada. Como tal, pede para realizar novo teste PCR, para confirmação. A Linha de Saúde 24 rejeita liminarmente a hipótese de um falso positivo porque, como toda a gente sabe, isso não existe na melhor e mais avançada democracia do mundo. Entretanto, toda a família, vacinada e sem sintomas, é avisada que tem de ficar em isolamento profiláctico por 10 dias. O meu pai decide deslocar-se à Germano de Sousa e pagar os 100 euros da praxe para ser testado.
Quarta-feira, dia 7 de Julho. Recebido o teste da Germano de Sousa ficámos a saber que, naturalmente, o meu pai está negativo e não tem Covid-19. Múltiplas chamadas para a Linha de Saúde 24, que insistem que o único teste válido é o primeiro, ignorando o segundo. Ao telefone com a minha Mãe, a senhora do outro lado da linha diz que o falso positivo é “a sua opinião”, argumentando ainda que “não existem falsos positivos em testes PCR”. Evidentemente, há que lembrar que, para além de um falso positivo, há ainda a possibilidade de um erro humano e/ou contaminação no manuseamento do teste. Toda a família recebe receitas para ir fazer testes PCR. Durante o dia telefonam para cada um dos elementos da família a fim de controlar se estamos em casa. Nesta mesma tarde, a PSP bate-nos à porta. Dois agentes, simpáticos, por sinal, andam com uma lista (vi-a com os meus olhos) onde têm os nomes das pessoas que, na opinião das autoridades, devem estar em isolamento. Explicámos aos agentes a situação, que compreendem, e relatam, de resto, que existem inúmeros casos de pessoas vacinadas, e com testes PCR negativos, mas cujos nomes constam da lista por erros burocráticos. Mais, ó maravilha!, a lista tem um erro no processo do meu pai. De acordo com as autoridades, o meu pai deveria entrar em isolamento no dia 6 de Julho por testar positivo mas, de acordo com a lista, este terminaria no dia 8 de Julho. Seriam, pois, 48 horas de isolamento para um caso alegadamente positivo. Eu juro que isto é verdade. Tanta incompetência junta não se inventa. Confesso que nunca tinha sentido o controlo pidesco da pandemia, mas vi-o em toda a sua glória pela primeira vez.

Quinta-feira, dia 8 de Julho. Chegam os testes PCR do resto da família. Todos negativos. Novos telefonemas para a Linha de Saúde 24 alertando para o sucedido e pedindo uma resolução para a situação, criada por um erro inicial. Somos informados que, uma vez inseridos no sistema, só podemos ter “alta” por acção do delegado de saúde. Pedimos, pois, os contactos do delegado de saúde da área de residência dos meus pais. Contactada, dizem-nos que a delegada de saúde está em isolamento profiláctico e nada podem fazer. Quando pedimos para quem a substitui na sua ausência, dizem-nos que não existe substituto e reiteram que nada podemos fazer. O meu pai fala com a sua médica de família relatando a situação. Por via das dúvidas, passar-lhe-ia um terceiro teste Covid-19 e, caso desse negativo, dar-lhe-ia alta. Quanto a nós, contudo, nada poderia fazer, pois estava nas mãos da Saúde 24.
Sábado, dia 10 de Julho. O meu pai faz e recebe novo teste PCR na Germano de Sousa que confirma, naturalmente, o resultado negativo. Depois de vários dias de assédio, a palavra é essa, com telefonemas constantes a perguntar pelo nosso estado de saúde e, inúmeras vezes, a indagar onde estávamos, com alguns telefonemas com elementos mais musculados do outro lado da linha a afirmar que estávamos a ir contra a lei e a demonstrar falta de civismo, eu próprio ligo para a Linha de Saúde 24. Era ali que tudo tinha começado, seria ali que tudo terminaria. Quase duas horas de telefonema com a Saúde 24. Falo com três pessoas diferentes. Quando chega à terceira pessoa já estou a falar com alguém mais alto na cadeia de comando. Essa pessoa diz-me então que é apenas uma administrativa e que vai passar-me a um dos médicos de saúde pública da Linha de Saúde 24 o qual, explicada a situação, tudo resolveria. Qual não é o meu espanto quando o “médico de saúde pública” é exactamente o mesmo operador com quem falei no início do telefonema que me confessa ser um estudante de Medicina, que a linha é apenas de triagem e que é composta apenas por enfermeiros e estudantes de Medicina. Nenhum deles tem poderes para dar alta clínica. Duas horas perdidas e nada feito.
Sábado, dia 10 de Julho (mais à noite). Numa família completamente vacinada há semanas, com seis testes PCR negativos, decidimos simplesmente que a única preocupação a ter seria com a PSP. Apesar da obrigatoriedade do confinamento ou isolamento profiláctico ser ilegal, na medida em que viola um direito básico de liberdade de circulação no país, telefono para a PSP. Falo novamente com o agente que tinha estado em casa de meus pais há uns dias. Diz-me que recebe a lista das pessoas através da sua conta de email pessoal porque a conta da PSP não tem capacidade de armazenamento para os anexos (juro!). No entanto, na sua conta, o agente elimina todos os emails desta natureza. Contudo, promete-me falar com o seu colega que guarda todos os emails na sua conta Gmail, emails esses que, recordo, a cada dia contêm os dados pessoais e situação de milhares de cidadãos. Pergunto-me onde anda a Autoridade para a Protecção de Dados. (por Jorge Fernandes in A lista)

segunda-feira, 12 de julho de 2021

As ligações partidárias e familiares dos núcleos do PS nas empresas 2

Secções do PS na banca
No que diz respeito às empresas públicas ou com participação pública há secções socialistas na EDP, no Metro Lisboa e na TAP, por exemplo. Na banca, as secções estão no Montepio Geral, no Millennium BCP, no Santander Totta e no BPI, onde o coordenador da secção, José Milício, é também colaborador do grupo desportivo e cultural dos empregados do banco BPI. Também na televisão e rádio públicas há secções organizadas de militantes socialistas. Os serviços municipalizados de água e saneamento (SMAS) de Loures também contam com uma destas secções e os CTT Lisboa idem. ( por Rita Penela in “Os braços dos partidos ainda mexem nas empresas”)

As ligações partidárias (e familiares) dos núcleos do PS nas empresas 1

São 26 as secções sectoriais da FAUL do PS.
Uma delas reúne inclusivamente os trabalhadores socialistas da própria Câmara Municipal de Lisboa. À frente da secção do PS na autarquia lisboeta está Fernando Manuel Costa Silva, que é ao mesmo tempo presidente do conselho de administração dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.
Mas, ao nível das autarquias, na FAUL há mais: Loures e Odivelas também têm secções socialistas, sendo que em Odivelas também na Junta de Freguesia foi constituída uma secção. O coordenador da secção do PS na Junta de Freguesia de Odivelas é Sérgio Gaudêncio, pai de Nuno Gaudêncio, que é presidente da junta de freguesia desde 2013 e recandidato ao lugar nas autárquicas deste ano.
Ainda em Odivelas, mas no município, Fábio Alexandre Lourenço é o coordenador da secção e apresenta-se como “adjunto político na autarquia”, que conhece desde 2009, quando entrou pelos corredores da autarquia. Começou como secretário, mas em Dezembro de 2019 passou a ocupar funções de adjunto político e no último mandato assumiu várias vezes a função de vereador em regime de substituição em várias funções na autarquia.
Já a secção da Secretaria de Estado do Emprego e Formação Profissional está sob a responsabilidade de Ana Elisa Silva Costa Santos, que também está longe de ser uma desconhecida no partido. Mulher de José Miguel Medeiros, também ele um antigo deputado socialista, Ana Elisa Costa Santos já desempenhou funções na autarquia de Lisboa — ainda nas mãos de Costa — e passou depois para a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, nas mãos do também socialista Miguel Coelho. Em 2018, Ana Elisa Santos foi nomeada directora do Centro Protocolar da Justiça, função que ainda ocupa. A socialista também já esteve à frente da Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira do PS.


No Ministério das Finanças, os trabalhadores que são militantes socialistas contam com a direcção de Serra Andrade. Certo é que a veia sindicalista de vários socialistas continua bem activa, com os coordenadores de várias secções a acumularem cargos nos sindicatos das respectivas áreas.
São vários os exemplos de dirigentes de núcleos que têm cargos. António José Real Fonseca, secretário-coordenador da secção do PS-Caixa Geral de Depósitos, faz parte do Secretariado da Febase, representando o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas. António Alexandre Picareta Delgado, líder da secção marítimo/portuários do PS-FAUL, é secretário-geral do SITEMAQ (Sindicato da Mestrança e Marinhagem da Marinha Mercante, Energia e Fogueiros de Terra). Também Nuno José Serra Silva, secretário-coordenador da secção do PS-TAP integra o sindicato dos economistas. ( por Rita Penela in “Os braços dos partidos ainda mexem nas empresas”)

Sérgio Gaudêncio, Fábio Alexandre Lourenço, FAUL, Ana Elisa Silva Costa Santos, Fernando Manuel Costa Silva, Nuno Gaudêncio, Miguel Coelho, José Miguel Medeiros, Serra Andrade, António José Real Fonseca, António Alexandre Picareta Delgado, Nuno José Serra Silva


sexta-feira, 9 de julho de 2021

mapa de risco Covid 19