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quarta-feira, 26 de novembro de 2025

onde pára a queixa contra a PSP?

Em causa estava o que a família considera ter sido a invasão policial de uma casa em luto, uns dias após a morte de Odair Moniz, e da qual diz terem resultado danos psicológicos e materiais.
A queixa — por crimes de abuso de poder, dano e violação de domicílio por funcionário — foi apresentada no Ministério Público contra o Comando Geral da PSP e também contra desconhecidos, dado que a defesa desconhece a identidade dos agentes alegadamente envolvidos na intervenção.
Odair Moniz, morador no bairro do Zambujal, na Amadora, foi baleado mortalmente por um agente da PSP na Cova da Moura, também no mesmo concelho, desencadeando incidentes em várias comunidades da Área Metropolitana de Lisboa, com autocarros, automóveis, motos e caixotes do lixo incendiados, dos quais resultaram duas dezenas de detidos e pelo menos seis pessoas feridas, umas das quais grave (o motorista de um autocarro).

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

O Estado a que isto chegou!

no inicio uma interessante discussão entre comentadores!
...e depois o estado a que isto chegou?

sábado, 31 de outubro de 2020

Regras são para cumprir, "quer queiram quer não"

para memória futura! 
«Há cidadãos que não se deixam ensinar nem sensibilizar. Eu quero que fique claro que todas as detenções que a PSP tem feito desde o início da pandemia, elas acontecem, portanto, a acção repressiva acontece quando as pessoas não querem nem se deixam sensibilizar. Ponto final». 
Mas quem é ele? Quem se julga o autor destas ameaças? Em que venezuela vive? 
Estas palavras – sic – foram proferidas pelo director nacional da PSP, Magina da Silva, com cara séria e sobrolhos carregados por baixo de uma viseira com que andou, sempre sem máscara, ao lado do ministro da Administração Interna, o socialista Eduardo Cabrita, do presidente da Câmara de Lisboa, o também socialista Fernando Medina, e do presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, o igualmente socialista Pedro Delgado Alves, à margem da inauguração da 41.ª Esquadra de Lisboa, na terça-feira, dia em que foi publicada a Lei que determina o uso obrigatório de máscara nos espaços públicos e imediatamente seguinte à divulgação do diploma que determina a proibição de circulação entre concelhos em todo o território nacional neste fim de semana em que se assinala o Dia de Todos os Santos (dia 1 de Novembro, feriado religioso) e o de Fiéis Defuntos ou de Finados (dia 2). 

Dá-se o caso de, há dias, um professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa ter sido surpreendido no final de uma aula por agentes da PSP plantados à porta da sala para o multar por ter estado a leccionar sem máscara, independentemente de apenas estarem 20 alunos presentes (ou 19 mais o ‘bufo’ que fez a queixa via telemóvel) e de guardar uma distância de uns bons metros (bem além do mínimo de dois recomendados pela DGS) para os estudantes. 
Este professor, pelos vistos, inclui-se naquele conjunto de cidadãos que ‘não querem aprender nem se deixam sensibilizar’. 
O que mais se estranha é que, volvidos dias sobre este insólito caso, continue sem se conhecer reacção digna de registo do reitor da Universidade de Lisboa, nem que o ministro da Administração Interna tenha sido interpelado por alguém.
mais AQUI

domingo, 2 de junho de 2019

movimento Zero

O Movimento Zero nasceu na esquadra de Odivelas e o seu rápido crescimento foi conseguido com a troca de mensagens na app Telegram. O grupo chegou a enviar uma carta aberta ao Presidente da República onde refere que os cinco mi polícias estão “desmotivados e crentes que a integridade institucional está cada vez mais desacreditada”, acrescentando que a primeira medida é precisamente o desempenho de funções “com proatividade nula”, ou seja, fazer apenas o indispensável.
O caso dos oito polícias condenados por sequestro e agressões a moradores da Cova da Moura foi o mote que levou à criação do “Movimento Zero”, um grupo de protesto criado por elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP) contra a falta de apoio da PSP e do Ministério da Administração Interna. Resultado: mais de cinco mil polícias, diz o Correio da Manhã, aderiram ao grupo e pretendem não autuar as infracções de trânsito e apenas intervir nos bairros problemáticos só em situações de extrema gravidade.
Além do caso da Cova da Moura, as declarações feitas por Manuel Morais, ex-vice presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PSP, sobre a existência de racismo na PSP vieram também incentivar a criação do grupo, que garante ser independente de qualquer sindicato. O Movimento Zero pediu aos agentes que assumissem uma postura “educativa” nas fiscalizações rodoviárias e a estabelecimentos, evitando o patrulhamento de bairros problemáticos e pedindo mesmo que não entrem sozinhos nesses locais.

Carlos Torres, presidente do Sindicato Independente de Agentes da Polícia, disse “apoiar a iniciativa, apesar de ser extra-sindical”. “Não temos quem nos defenda”, referiu, citado pelo CM. Já a Direcção Nacional da PSP disse não conhecer este movimento e que não notou qualquer diminuição na actividade operacional. “A PSP desconhece qualquer alegado movimento zero, e o que sabe é pela comunicação social”, referiu a direcção.

sexta-feira, 7 de março de 2014

uma manifestação “à séria” e de gente séria!

quem ganhou?
Tenho a vantagem de estar “fora do futebol” e, por tal, não entendo a política ou os movimentos sociais como: “ganhou”, “perdeu” ou “empatou”.
Mas rendo-me por momentos e entendo que
- na “maior manifestação de sempre” das forças de segurança ganharam todos e
- perdemos nós, quando milhares de agentes de autoridade deixaram os seus postos e consequentemente, durante horas, abandonaram a nossa segurança de pessoas e bens.
Por isso, uns e outros deverão ter consciência das suas vitórias e dai tirar necessárias ilações.
Verdadeiramente quem perdeu foi
- a “imprensa a que temos direito”, vampirescamente sedenta do sangue que não houve e
- o recém-ressuscitado “reviralho” politico,
duas velharias, esquecidas que já não volta aquele “estado novo” que gostavam trazer de novo às suas escritas e tertúlias pseudo-intelectuais …


(a modernidade das técnicas de contenção de manifestantes usada pela PSP convenceu-me. Temos uma polícia que tem muito para ensinar àquilo que nos mostram das congéneres por esse mundo fora! Um case-study para os especialistas de segurança.)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

uma no cravo, outra na...policia!


"A reacção do dispositivo policial às acções hostis dos manifestantes, foi, no geral, adequada e proporcional, sem prejuízo de algumas acções pontuais em que aqueles critérios não foram observados, mas que, aparentemente, terão resultado de acções individuais e não da actuação global do dispositivo".
A conclusão é da inspectora-geral da Administração Interna, Margarida Blasco, no relatório sobre a actuação da PSP no dia da última greve geral, a 22 de Março, divulgado hoje...

quinta-feira, 29 de março de 2012

Chiado em 22 de Março de 2012

Os deputados da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias vão chamar o ministro da Administração Interna para ser ouvido no âmbito da actuação policial durante as “manifestações” no Chiado em 22 de Março de 2012, no dia da chamada greve geral da CGPT que decorreu sem incidentes. 

A audição de Manuel Macedo, proposta pelo Bloco de Esquerda e votada favoravelmente por todos os partidos, foi justificada pela deputada Cecília Honório que fundamentou o requerimento lembrando os “indícios de utilização de força desproporcionada por parte da polícia”.

ver AQUI antes de julgar

domingo, 5 de junho de 2011

desta vez a culpa não é da policia!


No fim da Estrada Militar que vai das Portas de Benfica à Damaia, ergue-se um amontoado de casas cinzentas de betão. Nesta atravancada muralha há apenas uma brecha visível: A rua não tem mais de cinco metros de largo, mas está repleta de azafamados transeuntes.
Fala-se crioulo caboverdiano, a língua oficial do 6 de Maio, um dos ghettos de imigrantes africanos na periferia de Lisboa. Serão cerca de 500 as famílias residentes.

Tudo começou pela 01:30 quando foram atiradas pedras e uma cadeira contra as viaturas da polícia, que efetuava um patrulhamento de rotina.
Foram então detidas seis pessoas e na sequência da condução desses elementos à esquadra registaram-se vários episódios de desordem por parte de moradores no bairro, que partiram vidros, danificaram caixotes do lixo, portas de carros, de prédios e de estabelecimentos comerciais nas imediações do bairro.
"Houve necessidade de uma intervenção para repor a ordem e aí foram detidos mais 11 indivíduos".
não se verificou violência...os média do costume não estavam por perto! 

terça-feira, 10 de maio de 2011

finalmente uma policia bem treinada!

Os problemas começaram por volta da hora de jantar, quando um grupo de 50 pessoas tentou impedir a polícia de efectuar a detenção de um indivíduo suspeito de roubo.
O suspeito recusou ser transportado, agarrando-se a um poste. a multidão atirava pedras, a PSP chegou a disparar tiros para o ar para a tentar controlar.
O homem acabou por ser encaminhado pela polícia e, já na esquadra, quatro amigos forçaram a entrada nas instalações, coagindo e ameaçando agentes. Acabaram também detidos.
Pouco depois, um grupo de três indivíduos era detido por ter incendiado contentores do lixo numa rua situada nas imediações da esquadra.
A PSP está de parabéns pela atitude enérgica que usou sem violencia desnecessária...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

é preciso avisar a Policia... um bom final

"Os incidentes aconteceram quando os trabalhadores já desmobilizavam. Uma delegação sindical tinha uma reunião no Parlamento em São Bento. Os sindicalistas foram impedidos de descer a Calçada da Estrela após o final da acção de protesto e alguns dos manifestantes tentaram forçar a barreira, o que desencadeou a situação de confronto. " «Não foi o José Manuel Marques, sindicalista, que esteve a ser julgado, o que estava em cima da mesa era a actividade e liberdade sindical». Em sentença, proferida hoje, o tribunal considerou que o sindicalista não desobedeceu às autoridades no final de uma manifestação em São Bento. um bom final!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

é preciso avisar a Policia,,,

“O que aconteceu foi a detenção de dois manifestantes por desobediência à ordem de permanecerem a mais de 100 metros da residência oficial”, na Rua da Imprensa, conta o oficial da PSP contactado pelo PÚBLICO. Havia uma barreira e verificou-se “uma violação” dessa barreira.
A polícia acabou por deter, segundo a CGTP, três dirigentes. Dois do STAL e um da Frente Comum de Sindicatos da Função Pública e levou-os para a esquadra de Alcântara, onde continuam detidos.
Os incidentes aconteceram então, quando os trabalhadores já desmobilizavam. Uma delegação sindical tinha uma reunião no Parlamento em São Bento. Os sindicalistas foram impedidos de descer a Calçada da Estrela após o final da acção de protesto e alguns dos manifestantes tentaram forçar a barreira, o que desencadeou a situação de confronto.
É preciso avisar a Policia que "cumprir uma ordem" que viola a Constituição, é crime!
Os sindicalistas detidos já estão em liberdade e serão presentes a tribunal na próxima segunda-feira, pelas 10h00

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ainda a tempo?

Um, dos seis, "blindados civis" com capacidade para transportar 11 polícias chegou a Portugal por via área no domingo à tarde.
Segundo Paulo Flor, porta-voz da PSP, estavam previstoas chegarem para a Cimeira da NATO duas das seis viaturas blindadas, com vista a integrarem a operação de segurança, mas "comprovadamente as viaturas blindadas não foram necessárias para a reunião da Aliança Atlântica”, que decorreu em Lisboa nos dias 19 e 20 deste mês.
No total, o Estado Português vai pagar 1,2 milhões de euros pelas seis viaturas de transporte de pessoal com protecção balística.
Espero que não sejam “inauguradas” no dia 24

domingo, 24 de outubro de 2010

novas trapalhadas ( blindadas )

Quinta-feira, dia 21, o MAI, Rui Pereira, o SecMAI, Conde Rodrigues, o DN da PSP, Oliveira Pereira, e o GC de Lisboa, António Galamba, saíram da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias Assembleia da República sem conseguirem convencer a Oposição, quer da necessidade, quer da oportunidade da compra de seis blindados e 46 viaturas anti-motim para a PSP. Isto é, a Oposição continuou sem perceber onde é que eles conseguiram, nestes tempos de poupança, a verba para blindados, armamento e equipamento, a menos de um mês para a cimeira da OTAN, o acontecimento com que justificam as aquisições. À oposição (os da situação não se pronunciaram) também lhe pareceu ser “muito escuro” o facto de ser o Governo Civil de Lisboa a disponibilizar cinco milhões de euros para a compra daqueles equipamentos numa altura em que há tantos problemas financeiros. O ministro e o secretário de Estado justificaram que as verbas, apesar de só em Setembro passado o Ministério das Finanças as ter libertado, tinham transitado do orçamento de 2009 e que os números eram públicos. jn ps1: O Tribunal de Contas garantiu que ainda não recebeu qualquer pedido de visto para aquisição do equipamento, embora tenha sido essa a informação prestada aos deputados pelo secretário de Estado Rodrigues. dn ps2: O Governo Civil, tipo rent-a-car, vai alugar os equipamentos que adquiriu ou, tipo stand de automóveis, vai vende-los à PSP?

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ajustes directos...

"A guarda manifestou disponibilidade para emprestar os blindados, com ou sem guarnição, mas ao que sabemos, não recebeu resposta", disse ao DN o presidente da Associação Nacional dos Oficiais da Guarda, que representa os comandantes desta força de segurança. A GNR tem disponíveis 13 veículos blindados, que usou no Iraque e que estão agora parados nas garagens da guarda, que podiam ser emprestados à PSP para a operação de segurança da Cimeira da NATO. No entanto, conforme noticiou ontem o DN, o Ministério da Administração Interna (MAI) autorizou a compra de seis veículos novos para a PSP, bem como de diverso outro material e equipamento de ordem pública, no total de cinco milhões de euros. Na altura da missão do Iraque, o MAI comprou 20 blindados e neste momento só tem seis empenhados em Timor e na Bósnia. dn importante ler TRESANDA A CORRUPÇÃO.... por João Carvalho Fernandes em A Revolta

domingo, 25 de julho de 2010

PPD/ p, s, d...

Alberto João Jardim garantiu que o PSD-Madeira não irá convidar o líder nacional do partido para a festa anual do Chão da Lagoa, a "Festa da Autonomia", como passou a ser designada pelo PSD-Madeira nos últimos anos.
"Não quero estar metido naquela política de Lisboa", justificou, ainda por altura das eleições para a presidencia do PSD, e cumpriu...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

anarquistas em emboscada à polícia

Elementos ligados a grupos anarquistas atraíram ontem a polícia para a Travessa da Boa Hora, no centro de Lisboa, através de um telefonema feito para a PSP, alegando excesso de ruído, para agredir os agentes, com pedras e garrafas. Eram cerca de 50 indivíduos e o grau de confrontação atingiu níveis muito violentos, com agressões físicas mútuas, bastonadas e luta corpo a corpo. Foi uma autêntica batalha campal. Segundo fonte policial, este episódio foi o culminar de um a espécie de jogo de "gato e rato" que tinha durado todo o dia. A começar na manifestação da CGTP. … A confirmar-se que se tratou, de facto, de um acto planeado para emboscar a polícia, significa, no entender de especialistas em violência urbana, que estes grupos estão a tornar-se mais organizados e, por isso, mais perigosos. dn Percebe-se, agora, a notícia anteriomente publicada no Semanário Sol. A forma algo ingénua como foi escrita e titulada, Polícia armada agride manifestantes à bastonada, bem como a redacção da notícia de hoje no DN ou na TV!24 - PSP acusada de mais agressões em Lisboa -, demonstram o pouco conhecimento deste tipo de acções de guerrilha urbana, neste nosso país de brandos costumes, que em muitas situações idênticas levam a que os “bandidos” sejam beatificamente alcunhados de “jovens”. As Forças de Segurança e Inteligência afirmam que estes energúmenos são, em Portugal, cerca de uma centena. Seguramente mais que suficientes para iniciar as acções que, préviamente, já estarão preparadas. Aguardemos que tudo tenha ficado por aqui! DN

sábado, 29 de maio de 2010

policia "agride" manifestantes ?

Intervenção da polícia agrediu cerca de 15 pessoas há momentos na Rua das Portas de Santo Antão, em Lisboa. Os agredidos integravam a manifestação de protesto convocada para hoje pela CGTP ... A maior parte dos polícias no local não se encontravam identificados, escreve Frederico Pinheiro no Sol que acompanha o texto com duas fotografias pouco reveladoras do incidente. Uma noticia estranha que a confirmar-se pode ser um rastilho grego A marcha de protesto contra as medidas de austeridade do Governo começou em três locais distintos, concentrou-se na simbólica Rotunda da Républica e percorreu a avenida da Liberdade até á praça dos restauradores de 1640.
Dificil será ignorar o simbolismo dos locais. A organização fala em 300.000 pessoas ligadas á Intersindical da CGPT. A UGT correia de transmissão do Bloco Central não aderiu.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Pereira nos Bombeiros e Portas na Esquadra, aritméticam a nossa segurança…

«O país vai ficar com menos polícia e menos segurança. É a segunda vez no mandato do engenheiro Sócrates que isto acontece e é um erro clamoroso do ponto de vista do planeamento de recursos humanos, quer da PSP, quer da GNR». «Em 2010 não vai haver um único policia a entrar na PSP ou um único guarda da GNR a entrar, mas vai haver aposentações. Para alguém se tornar um polícia operacional são precisos, desasseis meses, sete para fazer o concurso e mais nove para treino e instrução», destacou Paulo Portas na visita desta segunda-feira á esquadra da PSP da Reboleira na Amadora. Antes o ministro Rui Pereira no Congresso Nacional dos Bombeiros, em Setúbal, dissera que, «antes de saírem para a rua, os novos elementos têm que ser recrutados e têm que ter formação», confirmando que os novos dois mil efectivos não estarão nas ruas em 2010 porque a GNR e a PSP apenas vão poder desencadear os concursos para admitir, no total, dois mil novos efectivos, após a assinatura a 24 de Março, de um despacho conjunto de Rui Pereira e Teixeira dos Santos.
nem 2010 ou 2011. Eventualmente 2012. Alguém não aprendeu aritmética...