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domingo, 8 de janeiro de 2012

comunistas querem acabar com as “marcas brancas” ?

«Não estamos contra a distribuição, não somos nem queremos ser inimigos da distribuição, queremos ser parceiros e que haja uma justa repartição de valor e que todos ganhem neste negócio. Que ganhem os produtores, a indústria, a distribuição e também o consumidor», salientou Fernando Cardoso, secretário-geral da FENALAC (Federação Nacional das Cooperativas de Produtores de Leite) no final de uma reunião com o director da loja do Continente de Matosinhos na sequência da manifestação onde 2500 agricultores mostraram descontentamento com políticas de distribuição.
O Partido Comunista que decidiu juntar-se à manifestação "num acto de solidariedade para com os agricultores portugueses" que "decidiram manifestar-se num local emblemático, em frente a uma das principais cadeias de distribuição deste país, a sua legítima e justa indignação", disse Honório Novo e explicou que "o Governo tem de intervir, impondo regras de comercialização que defendam a dignidade dos agricultores em Portugal".dn

Quanto às chamadas marcas brancas, diz o deputado Novo, o que "importa é acabar com aquilo que é a destruição dos agricultores, porque acabar com as marcas brancas significa, por exemplo no leite, deixar de importar leite espanhol".
Estou de acordo! Vamos insistir que as façam encarnadas...

terça-feira, 16 de junho de 2009

"Pode partir para o insulto que eu não descerei a esse nível",

É visível a indisposição que Constâncio provoca cada vez que debita respostas na Comissão de Inquérito. A falta de educação do ainda governador é inconcebível e consegue criar mal estar entre todos os deputados. Honório Novo acusou o governador do Banco de Portugal de não ter respondido às perguntas dos deputados: "Vítor Constâncio já tem matéria de facto e de conteúdo para ter pedido a sua demissão" e numa conferência de imprensa no Parlamento reiterou que está em causa está a recusa do supervisor de facultar à comissão parlamentar de inquérito ao caso BPN uma série de documentos solicitados pelos deputados que a constituem. "A punição para o crime de desobediência qualificada está definida no código penal com pena de prisão ou multa", constatou o deputado comunista! Mas o ainda governador entende que «Não tenho obrigação de saber todos os pormenores de um processo em que eu não estive, em tempo real, directamente envolvido. Não se pode pedir a nenhum responsável do banco central que saiba esses pormenores», E responsabiliza outros, até o anterior Procurador Geral da República, José Souto Moura, nomeado porque “o desfecho do caso BPN podia ter sido diferente se as cartas que recebeu da procuradoria a pedir informação sobre o banco insular tivessem sido mais explícitas”. Pelo meio vai dizendo que «Há uma estratégia de interrogatório inquisitorial durante horas». Também o deputado Nuno Melo, considera que se trata de crime quando uma instituição mente ao supervisor como foi detectado, e acusa a entidade reguladora de ter permitido uma actuação continuada ao longo dos anos de actos irregulares no BPN. "Aconteceu o que aconteceu com o BCP, os clientes do BPP não podem levantar seu dinheiro, nacionalizou-se o BPN e não acontece nada", Constâncio defende-se e acusa o deputado de “ignorância” "Pode partir para o insulto que eu não descerei a esse nível", disse-lhe Nuno Melo.. Textos e Comentários completos aqui, também aqui e mais aqui