Mostrar mensagens com a etiqueta assunçãocristas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta assunçãocristas. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
a Direita e a precipitada decisão de Cristas...
Ele já não é de direita. Ou dito de outra forma: já não é da direita em que os cidadãos com 20 e 30 anos se revêem. Nem sequer é da direita das pessoas mais velhas que viraram as costas ao que o Estado Novo representava.
Ele representa o atavismo da sociedade portuguesa, com a leviandade e a futilidade que caracteriza a forma como exerce o cargo (e que tanto jeito dá à esquerda), como entra em contradição com a necessidade de abertura do país a uma alteração comportamental e a um corte profundo com a protecção injusta atribuída a certos sectores.
[.] O PSD e o CDS ainda não perceberam que o eleitorado que representam em 2019 não é o mesmo de 2009. Não perceberam estes partidos, nem parece que ele o tenha percebido.
É por este motivo que foi precipitada a decisão de Cristas em apoiar-lhe a recandidatura do presidente.
A líder do CDS declarou-o precisamente 7 dias antes de ele ter visitado o bairro Jamaica, para indignação dos polícias. O dissabor que tal causou ao CDS, eleitoralmente ancorado no tema da segurança, não vai ser o primeiro no Largo do Caldas. Outros se seguirão.
in “A direita não devia apoiar a recandidatura de Marcelo” por André Abrantes Amaral
in “A direita não devia apoiar a recandidatura de Marcelo” por André Abrantes Amaral
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
alguém com pele de cor verde
O mais triste é que esta não foi a primeira vez que Costa foi vítima de racismo. Já Sócrates se fartava de o discriminar. Tanto que nunca disse ao seu ministro que andava para ali com uma trafulhice.
.
Era
o telefonema que o António Costa devia ter feito, há uns dias, na sequência do
debate parlamentar em que foi vilmente atacado por Assunção Cristas, essa
perpetuadora do matriarcado branco.
Já
não sei é se Mamadou Ba teria
considerado caso para chamar a bosta da bófia.
É
que duvido que haja um exemplo de queixa de racismo apresentada por alguém com pele de cor
verde, que é o tom com que o raivoso António Costa fica sempre que
debate com a líder do CDS.
No
fim da chamada Costa e Mamadou despedir-se-iam naturalmente com um
“Tá-se nice Mamadou,
respect” e um
“Costa, meu nigga, props
man”.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
quinta-feira, 5 de abril de 2018
há uma austeridade escondida !
Quando o Costa diz que a carga fiscal tem vindo a diminuir continuadamente desde 2015 está errado. O indicador revela uma subida, como os números do INE o demonstram e o próprio Governo já o admitia no relatório do Orçamento do Estado para 2018.
O “primeiro-ministro” tentou dar a mesma justificação que o Centeno havia dado aos deputados na terça-feira durante uma audição parlamentar: o valor da colecta de impostos e contribuições subiu no ano passado devido à criação de emprego e não devido a aumentos de impostos. Com mais emprego, como os números demonstram que aconteceu, há mais pessoas a pagar contribuições para a Segurança Social (e empresas), mais pessoas a pagar IRS e mais dinheiro no bolso das famílias para fazer gastos, o que resulta em mais impostos indirectos para o Estado, como é o caso do IVA ou do imposto aplicado sobre os combustíveis.
O Costa terá sido menos hábil que o seu “ministro” das Finanças — que não disse que a carga fiscal não aumentou, mas sim que o esforço fiscal exigido a cada português não aumentou — a defender que este aumento de receitas não deriva de aumentos de impostos, mas sim de uma coisa boa, o maior crescimento da economia.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
um ordinário na política ...
Para facilitar a compreensão,
transcrevo, na íntegra, a intervenção do senhor primeiro-ministro, de forma a
que possamos compreender em pleno o que foi dito.
Irei responder à sua pergunta, mas
antes disso, não resisto a citá-la. E a citá-la em dezassete de Janeiro deste ano,
dirigindo-se a mim, e eu agora ora dirijo-me a sim. “A minha pergunta é esta:
porque é que não nos fala da dívida?” E a senhora deputada andou apaixonada
pela dívida. Não foi só no dia dezassete de Janeiro, foi também no dia vinte e
sete de Janeiro que me voltou a perguntar pela dívida, e no dia oito de
Fevereiro, e no dia vinte e dois de Fevereiro, e no dia oito de Março, e no dia
vinte e dois de Março, e no dia vinte-seis de Abril, sempre a falar-me da
dívida… Quenhora deputada, porque é que não me fala mais da dívida? Senhora
deputada, já não está preocupada pela dívida?
[Sons de matilha de mastins com cio].
A sen… A senhora deputada tem aquela coerênça do salta-pocinhas. A sua pergunta
é sobre sobre o tema do dia. Agora o tema do dia é o Montepiu : vou-lhe
responder ao Montepiu . Primeiro o Montepiu . O Montepiu num é um banco
quauquer . O Bancopiu é o banco uma associação mutualista . E àçuciação
mutualista também num é uma entidade quauquer . É uma suciedade, é umentidade a
quem milhares de purtugueses confiaram as suas poupanças e peservar àssociação
mutualista é peservar a poupança de milhares de purtugueses . Segundo lugar:
como o dotor Pedro Santana Lopes já teve ocasião de esclarecer , o tema surgiu
depois da Santa Casa da Misericórdia ter manifestado interesse em participar no
sistema financeiro, foi um tema discutido dento da Santa Casa, o governo e o
Banco de Putugal , quer a Santa Casa, quer o guverno, quer Banco de Purtugal
entenderam quiera que num avia nenhum obstáculopolíticoà paticipação , quiera
seguramente do interesse dàçociassão mutualista , e que provavelmente seria do
interesse tamém da Santa Casa. O que foi dito é que num poderia ser feito esse
neg… essa intervenção se num fosse do interesse da Santa Casa e o provedor da
Santa Casa naturalmente, como pimeiro guardião doz interesses da Santa Casa,
tomou a decisão de mandar fazer umstudo , que como onté divulgó ainda num está
concluído, e sem o qual num é possível tomar quauquer decisão. Essa decesão
será tomada nu estrito respeito pela autonomia própria da Santa Casa da
Misericórdia de Lisboa, o governo naturalmente acompanha com interesse o tema,
mas sem o substituir, sem dar instruções, caliás estatutariamente não poderia
fazer. E por isso aguardemos que oestudos tejam concluídos, ca mesa da Santa
Casa tome as decisões que tiver a tomar, e depois aí puderemos pronunciarmos
sobre essa matéria. Agora, o que num queira é fazer aquilo que num existe, qué
pôr o primeiro-ministro a fazer de povedor de Santa Casa porque o ministro num
é provedor da Santa Casa, fazer do provedor de Santa Casa primeiro-ministro,
porque não é. Esse trabalho que tem fuito feito ao longo destes meses cum
grande lealdade e correcção entre o governo, o então governador e assim e… o
então provedor e seguramente continuará a ser assim feito ente o actual governo
e o actual provedor. Muito obrigado senh.
(in ”Transcrição integral e sem sal”por vitorcunha)
(in ”Transcrição integral e sem sal”por vitorcunha)
terça-feira, 24 de outubro de 2017
domingo, 3 de abril de 2016
Ora beijam a Catarina, ora beijam a Assunção…
O PM António Costa é uma personagem
engraçada. Passou dois meses a jurar aos portugueses que tinha uma “maioria
sólida, estável e duradoura.” Com essa maioria, foi para o governo. Mas,
aparentemente, uma maioria absoluta não chega. Ataca o PSD por não colaborar
com o governo e corteja a nova liderança do CDS, beijando com todo o
descaramento a nova líder do CDS em pleno Parlamento. Aliás, aqueles beijos a
Assunção Cristas são os verdadeiros beijos da morte. Costa quer uma maioria
total, com ele no centro como PM, e manobrando-a ao sabor dos seus interesses
do momento:
Ora beija Catarina, ora beija
Assunção.
.
A pressão pela maioria total também
mostra muitos dos maiores defeitos da política portuguesa.
Constitui o que chamo a herança
silenciosa do Estado Novo, e caracteriza-se
por um desejo enorme pelos consensos
nacionais,
pela redução das divergências a radicalismos
e
pela distinção entre “nós” (a
oligarquia do poder) e “eles” (o povo, a maioria dos cidadãos portugueses). O
povo é reduzido a um exército de eleitores a quem convém agradar e conquistar
durante as campanhas eleitorais.
Mas entre as eleições, governa-se
através de negociações e arranjos entre as elites oligarcas.
.
Conhecem-se todos, andaram todos nas
mesmas universidades, frequentam os mesmos restaurantes, convivem com os mesmos
jornalistas, por isso não há nada que não possam resolver. As divergências e a
oposição apenas complicam as arranjos de quem manda.
.
Por definição, o líder do principal
partido da oposição goza de um lugar importante entre a oligarquia. Ao
recusá-lo, Passos Coelho está a ser um “radical.”
E alguns dos que cobiçam a liderança do
PSD, desejam verdadeiramente aceder à oligarquia e participar nos acordos de
restaurantes e gabinetes. Mas não o querem imediatamente, para não terem de
penar anos na oposição. Mais próximo das eleições será mais conveniente.
São os “Costas” do PSD.
(por João Marques de
Almeida no Observador)
domingo, 13 de março de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
(cada vez menos) juros a acrescentar ao empréstimo…
O
PSI20 fechou a cair 0,93% para 5.693,22 pontos.
Os juros da dívida
soberana a 10 anos estiveram a negociar no mercado secundário nos 6,957%,
abaixo dos 6,984% da última sessão.
A dois anos, os juros negociaram
a subir para os 3,477%, acima dos 3,394% de quinta-feira e a 5 anos aumentavam
para 5,103%, acima dos 5,088% da sessão anterior.
A receita fiscal, que inclui impostos directos e
indirectos, caiu 5,8% para os 28.875,40 milhões de euros, entre Janeiro e
Novembro de 2012, após uma queda de 4,6% até Outubro.
O subsector da Segurança Social registou um
excedente de 115,2 milhões de euros nos primeiros onze meses do ano, o que
representa uma diminuição de 847,9 milhões de euros face ao mesmo período do
ano passado.
Os
maiores bancos que actuam em Portugal assinaram um protocolo com o Ministério
da Agricultura que visa criar várias linhas de crédito dedicadas à agricultura
e às pescas, cujo montante global atinge 1,5 mil milhões de euros.
A divida das empresas do setor empresarial do
Estado cresceu cerca de 6 mil milhões para 49,255 mil milhões de euros e ascendia no final de 2011.
O corte de 4 mil milhões de euros na despesa que o
Governo vai apresentar à Troika e que serviria para eliminar as redundâncias
nas funções do Estado não chega para que o esforço do lado da despesa atinja os
dois terços negociados pelo governo socialista em Maio de 2011.
As despesas de saúde e educação vão passar a
ter de ser discriminadas por cada elemento do agregado familiar, no novo anexo
H, da declaração de IRS a apresentar em 2013 que se refere aos rendimentos
auferidos em 2012.
O consumo de combustíveis caiu 9,3%, em
Outubro, menos 0,1% que a verificada no mês anterior,
O Brent do Mar do Norte, negociado em Londres, desceu
1,07% para os 109,02 dólares por barril.
Demitiu-se
Mario Monti. A Itália vai ter eleições em Fevereiro.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
juros a acrescentar ao empréstimo…
O Psi20 fechou, pela oitava sessão consecutiva, a subir 0,27% para os
5.746,47 pontos.
Os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos
mantêm-se a negociar hoje abaixo dos
7%, a níveis de Fevereiro de 2011, que determinaram o pedido de resgate e a
vinda da “tróica”.
A dois anos, os juros seguem a cair para os 3,344%, abaixo dos 3,426% de terça-feira, no valor mais baixo desde
Novembro de 2010.
A
5 anos, os juros seguiam a negociar nos 5,109%, 0,026% acima dos de
quarta-feira.
A dívida pública de Portugal chegou aos 120,5% do
Produto Interno Bruto (PIB) em Setembro.
O Governo aprovou o decreto-lei que determina o
pagamento em duodécimos do subsídio de Natal dos pensionistas em 2013.
O Governo anunciou hoje que decidiu recusar a
proposta de compra do grupo Synergy para a TAP, o único concorrente à
privatização da companhia porque a empresa não deu "as garantias
adequadas". A obrigação de venda consta do ponto 3.30 do Memorando de
Entendimento que o governo “Sócrates” negociou e assinou com a “tróica” em Maio
do ano passado.
A ministra das Pescas, Assunção Cristas, anunciou hoje um aumento global
das quotas de pesca de 2,5 por cento para 2013.
Segundo o INE os agregados familiares em
Portugal tinham em 2011 um saldo médio anual (entre rendimento liquido e
despesas) de cerca de 3.400 euros.
O crédito ao consumo concedido pela banca
portuguesa aos particulares continuou a diminuir em Outubro.
O crédito concedido pela banca às empresas voltou a
encolher em Outubro, pelo 14.º mês consecutivo.
A maioria dos comboios deve ser suprimida na
terça-feira, dia feriado em que se comemora o Natal devido a mais uma greve.
terça-feira, 10 de julho de 2012
a próxima vítima...
Do mesmo modo que as manifs em S. Bento deixaram de ser noticia e se passou à “vaia ao Presidente”, inicialmente tentada com os chavalos da António Arroio e largada por não ter tido o efeito mediático pretendido (os “tugas” não gostaram!), se seguiram as vuvuzeladas ao ministro da economia (pela mesma razão já abandonadas) e os apupos ao ministro Relvas que, por mais algum tempo, irão continuar. A tudo isto acresce o efeito de propagação, em harmónio, bem conhecido dos técnicos de desinformação.
É sabido que os “casos” que dão as “boas” notícias não duram sempre e as de Miguel Relvas, que se seguiram às do ministro Álvaro, de tão espremidas que foram estão a ficar sem sumo.
A notícia da “viagem” da ministra Cristas e acompanhantes é a preparação para uma nova “vítima” que ficará em stand by até se esgotar a actual embora. Parece que “ninguém” dos jornais se apercebeu das outras “viagens” e dos respectivos “acompanhantes” que mundo fora até chegaram à China…
Convenhamos que insinuação do "leva vinte para o rio" merecia um protesto das nossas mulheres mas, bem sei, as que contam "não tem ouvidos"...
Estamos na silly season que para ficar oficialmente inaugurada só nos falta ouvir os “estagiários” dos média começarem a proclamar a palavra-chave: POLÉMICA…
quarta-feira, 11 de abril de 2012
juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI 20 interrompeu hoje uma queda de cinco sessões consecutivas em queda, ao valorizar 0,80%, para 5.308,47.
A taxa sobre a alimentação que o Governo quer aplicar aos supermercados visa obrigar a grande distribuição a contribuir para a segurança alimentar, afirma a ministra Assunção Cristas.
O euro segue hoje a valorizar para 1,3104 dólares após o alívio da pressão sobre a Espanha, um dia depois da Comissão Europeia ter elogiado a determinação do executivo espanhol para cumprir o défice.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
os Muletas e as Bengalas?
Assunção Cristas considerava em 27 Setembro de 2010 que o "corte das despesas" deve ser a medida preferencial para a consolidação das contas públicas nacionais já que, defendeu, a "economia portuguesa já está demasiado asfixiada com impostos".
Cortes nos consumos intermédios do Estado, reorganização de institutos, cortes nas estruturas de gestão das empresas públicas são algumas medidas apontadas pela deputada do CDS-PP, para quem os portugueses "não comportam mais aumento de impostos". JN
e
Em 20 Outubro 2010 Cecília Meireles apresentou ontem uma proposta de corte de 595,5 milhões de euros nas despesas do Estado com consultadorias, publicidade ou transportes do Estado previstas para 2011, afirmando que assim haveria "menos sacrifício dos contribuintes".
Meireles também adiantou ao Diário de Noticias que os centristas têm em mãos uma lista mais longa de cortes, mesmo para além destas despesas de funcionamento. DN
Ainda não passou um ano:
Já se esqueceram ou não os deixam avançar com aquelas e/ou outras propostas?
Lembram-se que o actual parceiro, na altura, não apresentou nenhuma proposta de redução de despesa?
Em qualquer dos casos o que é que estão a fazer no governo? Muletas ou Bengalas?
quarta-feira, 29 de junho de 2011
ajudas comunitárias após 2014
Portugal deverá continuar a receber após 2014 um nível idêntico ao actual de dinheiros de Bruxelas para apoio ao desenvolvimento do país, segundo a proposta da Comissão Europeia que vai ser publicada ainda hoje.
A Comissão Europeia avança ainda a possibilidade de a taxa de co-financiamento comunitário em fundos estruturais e de coesão ser aumentada "de cinco a 10 pontos percentuais" de forma a aliviar o esforço dos orçamentos nacionais, numa altura de aperto na maior parte dos Estados-membros.
Haverá assim a possibilidade de concentrar o mesmo dinheiro de Bruxelas em menos projectos de investimento com um esforço menor para o orçamento nacional. Lusa/Fim
Uma boa noticia para Assunção Cristas, a Ministra QREN…
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Por uma Nova República
Enquanto Miguel Frasquilho, PPD/PSD, diz que números da execução orçamental são «muito preocupantes», Assunção Cristas, CDS-PP, entende que situação não é tão preocupante porque «receita está a aumentar»
Já José Gusmão, BE, considera que as escolha ao nível da despesa têm sido erradas e Vasco Cardoso, PCP, entende que Portugal não precisa de FMI nem de políticas de PS e PSD.
Estas "visões", do que está a acontecer às nossas economia e finanças, reflectem as posições dos políticos e dos partidos políticos que temos.
O PPD/PSD, partido com vocação de governo e com milhares de militantes bem colocados nas autarquias e em empresas institucionais, isto é, dependentes e pagos por todos nós, não consegue perceber que é um dos grandes culpados da situação a que chegámos.
O PP, apresenta a versão moderada de um partido-muleta que provavelmente já acordou com o ainda governo umas entradas para a mesa onde se manjam os nossos impostos.
O BE, da esquerda-chique não alinhará, nem será convidado, em alianças que acabariam com as ilusões daqueles que ainda acreditam na Utopia de uma juventude que se habituou a viver em parental dependência.
O PCP está cada vez mais a cair no partido operário dos meados do século que passou. É passado.
Esta é a panóplia que se nos apresenta e aqueles são, quase quarenta anos depois, iguais aos de 40 anos antes, usando empregos e poleiros para avassalarem uma corja que, pé-ante-pé, destruiu o nosso sonho de 74.
Vinte cinco anos depois o FMI aproxima-se, com as resultados que os mais velhos conhecem, talvez pensando que “às três é de vez”…
Pergunto-me se não devemos tirar as consequências e pedir responsabilidades, não só as politicas, mas a todos quantos, em menos de um quarto século, nos voltaram a empurrar para a beira do abismo que marca o limite da nossa independência.
Responsabilidades a que “os mais velhos”, que deixaram o governo a esta geração que nos desgoverna, também não podem fugir.
Talvez Carrilho, corrido pelos seus pares da mesa dos nossos impostos tenha razão ao escrever o "E agora? Por uma nova República"
Subscrever:
Mensagens (Atom)






