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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

previsão premonitória para as Eleições Presidenciais 2026

em 05Jan2025 a minha
Previsão dos Resultados das Presidenciais Portugal 25 Jan 2026 – 1 Mar 2026

1ª volta "Ka Malo"              27,84 %

              André Ventura        23,15 %

              "An uk as"              21,95 %

              "Ó der ico"               7, 07 %

 2ª volta "Ka Malo"             58,55 %

              André Ventura        41,45 %


domingo, 24 de agosto de 2025

autárquicas 2025 LISBOA: O CHEGA

Idade dos Eleitores
18–34 anos: representam cerca de 21 % do eleitorado nacional (2022), mas em Lisboa têm mais peso na Aliança Democrática (AD – 28 %) e no Chega (25 %) entre os jovens, com o PS apenas a 13 % nesta faixa pordata.pt+12maisliberdade.pt+12sicnoticias.pt+12.
55 anos ou mais: entre os maiores de 65 anos, o PS atinge 48 % nacionalmente, a AD 28 % e o Chega apenas 8 % .
Em resumo, em Lisboa (em linha com o nacional), o Chega capta força sobretudo entre jovens adultos (18–34 a.).
Nível de Instrução Segundo o INE/Pitagórica (exit poll 2022):
sem o Ensino Secundário completo: representam 31 % do total, 
com 7 % a votar Chega, 55 % no PS, e 23 % no PSD
Secundário completo: 34 % do eleitorado – 
Chega tem 10 % aqui; PS 39 %, PSD 28 %.
Ensino superior completo: 35 % 
Chega desce a 5 %; PS 31 %, PSD 36 %.
Assim, o Chega tem maior penetração entre eleitores com menor escolaridade, especialmente aqueles sem secundário .
Distribuição por Partido em Lisboa (2024)
Dados específicos do Concelho de Lisboa nas Legislativas de Março 2024 en.wikipedia.org+12pt.wikipedia.org+12maisliberdade.pt+12:

O Chega obteve cerca de 11,7 % dos votos em Lisboa, um aumento de mais de 6 pontos percentuais desde 2022.




Perfil Combinado (Idade + Educação + Partido)
O Chega em Lisboa tende a ser votado por eleitores:
Mais jovens (18–34 a.) do que na maioria dos outros partidos (c. 25 %).
Com menor escolaridade (sem ensino secundário, ou apenas secundário).
Em termos totais, cerca de 11,7 % dos votos no concelho (2024).
O PS domina os eleitores mais velhos (55+) e os com ensino superior, enquanto 
a AD beneficia de jovens e de níveis variados de escolaridade, mas sobretudo nas franjas menos escolarizadas comparativamente à média nacional.

Resumo Final
Idade: o Chega tem forte apoio entre os jovens (18–34 a.), mas fraco entre os mais velhos (55+).
Educação: o Chega tem mais apoio nos estratos com menos instrução.
Resultado eleitoral (2024): o Chega em Lisboa alcançou 11,7 %, ficando em 3.º lugar.


sábado, 10 de maio de 2025

tendências atuais do eleitorado português

Factores como idade e nível de escolaridade influenciam as preferências partidárias?
🟦 Partido Socialista (PS)
· Idade: Predominância entre os eleitores com 65 anos ou mais, representando 39% do seu eleitorado. PÚBLICO+4Ultraperiferias+4SIC Notícias+4
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com níveis de escolaridade mais baixos; 40% dos que não completaram o 3.º ciclo de ensino manifestam intenção de voto no PS. PÚBLICO+1PÚBLICO+1
🟨 Aliança Democrática (AD – PSD/CDS)
· Idade: Eleitorado distribuído de forma relativamente uniforme entre as faixas etárias; cerca de 24% dos eleitores com 65 anos ou mais. Ultraperiferias
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com ensino superior; 29% dos licenciados manifestam intenção de voto na AD.
🟥 CHEGA
· Idade: Predominância entre os eleitores com idades entre 35 e 64 anos, representando 62% do seu eleitorado. PÚBLICO+1PÚBLICO+1
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com ensino secundário completo; 23% dos eleitores com este nível de escolaridade manifestam intenção de voto no Chega. Visão+1Ultraperiferias+1
🟪 Iniciativa Liberal (IL)
· Idade: Predominância entre os eleitores com idades entre 18 e 34 anos, representando 51% do seu eleitorado. PÚBLICO
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com ensino superior; 66% dos seus eleitores têm formação universitária. Visão
🟩 Bloco de Esquerda (BE)
· Idade: Predominância entre os eleitores com idades entre 18 e 34 anos.
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com ensino superior; 42% dos seus eleitores têm formação universitária.
🟫 CDU (PCP/PEV)
· Idade: Predominância entre os eleitores com 65 anos ou mais. SIC Notícias
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com níveis de escolaridade mais baixos; 36% dos seus eleitores não completaram o ensino secundário. Ultraperiferias+2Visão+2PÚBLICO+2
🟧 PAN
· Idade: Predominância entre os eleitores com idades entre 18 e 34 anos.
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com ensino superior; quase metade dos seus eleitores têm uma licenciatura. Visão
🟨 Livre
· Idade: Predominância entre os eleitores com idades entre 18 e 34 anos.
· Escolaridade: Maior apoio entre os eleitores com ensino superior; 60% dos seus eleitores frequentaram a universidade. Visão


segunda-feira, 5 de maio de 2025

O que é que ele sabe e nós não sabemos?

Aníbal Cavaco Silva deu esta semana um apoio público a Luís Montenegro que, de facto, não teve em nenhum dos dois líderes do PSD anteriores — Durão Barroso e Pedro Passos Coelho — nas campanhas em que saíram vencedores.
Numa entrevista à Rádio Renascença no dia 2 de maio, afirmou que, após “uma análise cuidada”, concluiu que Luís Montenegro “tem qualidades claramente superiores em matéria de competência técnica e política, em matéria de capacidade de liderança do Governo e de defesa dos interesses portugueses na União Europeia” e que “não fica atrás de nenhum dos outros líderes partidários no que se refere à dimensão ética na vida política”– Prometeu também publicar brevemente um texto onde explicará em detalhe os fundamentos dessa avaliação.
Porque para Cavaco Silva que foi líder histórico do PSD e Presidente da República o seu silêncio — ou neutralidade — costumava ser norma em campanhas internas ou legislativas, um pronunciamento tão claro traduz, por isso, uma preocupação atípica com o desfecho eleitoral.
O apoio de Cavaco serve como um contrapeso direto a essas críticas, dando-lhe um selo de aprovação ética vindo da “casa-mãe” do partido.
Embora a previsão seja de vitória de Montenegro, o seu reforço junto dos indecisos e demais eleitores de centro-direita pode ser decisivo para assegurar uma maioria estável e limitar ganhos de partidos como o Chega.

Comparando com Barroso e Passos Coelho
Durão Barroso (2002, 2004): Cavaco tinha sido então Primeiro-Ministro (1985–1995) e, como Presidente da República (2006–2016), manteve distância das campanhas internas do PSD e não fez declarações públicas de apoio a Barroso nas legislativas de 2002 ou 2004.
Pedro Passos Coelho (2011): Tal como Barroso, beneficiou de redes de influência, mas nunca de um endosso pessoal tão explícito de Cavaco enquanto Presidente ou, depois, como ex-chefe de Estado.
O que isto nos diz sobre a percepção interna do PSD?
A disponibilidade de Cavaco para intervir num momento de campanha sugere que, internamente, há receio de que a AD se fragilize face às controvérsias recentes.
Ao destacar “competência”, “liderança” e “ética”, ele tenta consolidar o eleitorado mais tradicional do PSD e, simultaneamente, apelar a independentes e moderados que possam hesitar devido ao caso Spinumviva ou ao reforço do Chega.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

a Ascensão dos Partidos de Direita

Também em Portugal o cenário político está em plena transformação, com o CHEGA a emergir como uma força significativa. As próximas eleições poderão confirmar esta tendência e determinar a direção futura do país. É essencial observar como os partidos de direita, particularmente o CHEGA, continuarão a moldar as intenções de voto e a política nacional nos meses e anos que se aproximam..
De acordo com os dados mais recentes, e contrariando os comentadores do regime, o CHEGA tem mostrado recuperação nas intenções de voto. No último barómetro eleitoral da aximage, este partido passou de 17,3% para 18,6%, demonstrando um crescimento sólido e uma consolidação do seu apoio entre o eleitorado.
Um dos segmentos onde o CHEGA tem mostrado maior força é entre os eleitores mais jovens. Com 23,9% das intenções de voto neste grupo, o partido ultrapassa a AD, que possui 23,5%, e o PS, que está com 22,1%. Este resultado sugere uma mudança no padrão de votação dos jovens portugueses, que cada vez mais parecem inclinar-se para as políticas propostas pelo CHEGA.
Mas a influência do CHEGA também se faz sentir fortemente entre os eleitores de 35 a 49 anos. Neste grupo, o partido quase lidera com 25,5% das intenções de voto, ficando muito próximo do PS, que registra 26,1%. Esta proximidade nas intenções de voto indica que o CHEGA está a ganhar terreno e pode vir a ser um adversário ainda mais forte nas próximas eleições.
.
Se as tendências atuais persistirem, a Assembleia da República poderá ver uma maioria de eleitos dos partidos de direita, o que representaria uma mudança significativa na governança do país. A ascensão do CHEGA, junto com outros partidos de direita, pode trazer novas discussões e políticas ao panorama legislativo português e uma maioria de direita na Assembleia da República pode influenciar diversos setores da política nacional, desde a economia até à educação e saúde. A abordagem das políticas sociais, fiscais e de imigração poderá ser ajustada conforme as novas prioridades dos partidos

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Contra a Corrente

contra a corrente que está a tornar o Observador cada vez mais Público


domingo, 16 de junho de 2024

Pós europeias: O abandonar o do barco!

Os protagonistas são tão politicamente correctos que a reservo para "memória futura". Isto é, para depois das próximas eleições, quando os vir a abandonar o barco...

segunda-feira, 10 de junho de 2024

painéis e paineleiros!


Para comparar com os resultados das Eleições Europeias e tentar perceber quão próximos (ou quanto distantes) estão dos leitores/eleitores…
…e até que ponto foram a os querer condicionar !

quinta-feira, 6 de junho de 2024

arrancam as eleições em que a extrema direita deverá ganhar peso

Alemanha
A acrimónia contra os políticos acontece num momento em que metade dos alemães diz ter pouco ou nenhum interesse nas eleições para o Parlamento Europeu, e dois terços afirmaram estar “bastante insatisfeitos” com as políticas da UE, segundo a mais recente sondagem Infratest Dimap para a ARD. Os mais insatisfeitos, sem surpresa, são os eleitores predispostos a votar na extrema-esquerda (a Aliança Sahra Wagenknecht, BSW, o novo partido crítico das políticas de migração e pró-russo deverá estrear-se com um resultado à volta de 6%) e na extrema-direita (com 15%, a AfD disputa o segundo lugar com os sociais-democratas do SPD e os Verdes). A imigração, a política de asilo e de integração são os maiores desafios da UE para 41% dos inquiridos alemães, seguido dos conflitos internacionais (34%), proteção ambiental e climática (21%) e a economia (20%).


Os democratas-cristãos da CDU/CSU deverão reforçar a votação de forma marginal. Ainda assim, será um resultado que, a confirmar-se, reforça o grupo político do Partido Popular Europeu de Manfred Weber - o candidato oficial em 2019 à presidência da Comissão - e de Ursula von der Leyen, que acabou ficar com o cargo executivo de topo nas instituições europeias. Mas se se tiver em conta que a coligação governamental de sociais-democratas, verdes e liberais acumula divergências de fundo, a CDU/CSU não capitaliza o descontentamento.

Espanha
Os ânimos estão exaltados em Espanha, onde Begoña Gómez, a mulher do primeiro-ministro Pedro Sánchez, foi ouvida em tribunal na qualidade de investigada num caso de tráfico de influências e corrupção em resultado de uma queixa de uma organização de extrema-direita. Sánchez diz ser vítima de uma “montagem grosseira” e o Partido Socialista (PSOE) tenta mobilizar o eleitorado. O mesmo ocorreu do lado dos conservadores do Partido Popular e da extrema-direita do Vox, tendo inclusive o porta-voz do PP comparado Sánchez a Donald Trump. Como é que este caso caído a dias das eleições poderá influenciar o eleitorado é uma dúvida que só se poderá responder no domingo.

Até agora, o PP de Alberto Núñez Feijóo -- que batalhou nos últimos meses, sem sucesso, contra a amnistia dos catalães secessionistas -- estava a liderar as sondagens e em comparação com as europeias anteriores, nas quais obteve 20,1%, se preparava para absorver o eleitorado do Ciudadanos (12,1%). À sua direita, o Vox poderá subir quatro pontos percentuais e chegar aos dois dígitos. Quanto aos partidos do governo, o PSOE deverá rondar os 30%, o que é uma quebra de três pontos em relação a 2019 e menos de dois pontos das eleições gerais do ano passado; e o Sumar terá cerca de metade da percentagem que obteve em 2023, 12,3%. Mas um em cada cinco eleitores estava ainda indeciso, pelo que a distribuição dos 61 lugares - a Espanha é um dos 12 estados-membros a ganhar representação, no caso dois eurodeputados - pode reservar alguma margem para surpresas.

França
Em 2019, a Reunião Nacional de Marine Le Pen obteve mais votos do que o partido de Emmanuel Macron - mas este apresentava-se pela primeira vez às eleições europeias e conseguiu o mesmo número de deputados que o partido de extrema-direita, 23.

Agora, as sondagens indicam que o jovem Jordan Bardella se apresta a encabeçar uma lista que deverá crescer cerca de dez pontos, para 33%, enquanto a candidata de Macron, Valérie Hayer, só entusiasma 15% dos inquiridos. A sua lista, Besoin d'Europe, está a curta distância do ressurgido PS, numa eleição em que os votantes parecem sobretudo exprimir a sua insatisfação para com o presidente da república e para o governo do seu partido, agora liderado por Gabriel Attal.

Itália
O fenómeno de popularidade Giorgia Meloni deverá confirmar-se, com a própria a encabeçar a lista do seu partido, Irmãos de Itália. O partido que mais sofre com a estratégia da primeira-ministra é a Liga de Matteo Salvini, também de extrema-direita. Nas anteriores europeias, a Liga obteve 34,2% e agora deverá receber 9%, enquanto os Irmãos de Itália deverão passar de 6,4% para 27%.

A confirmar-se, Meloni recebe uma dupla validação, a da agenda doméstica, onde prossegue uma agenda do seu campo político, e a da agenda externa, onde se mostra pragmática e seguidora de valores europeus, além de apoiante sem reticências da Ucrânia num país em que o político mais influente das últimas décadas, Silvio Berlusconi, era amigo de Vladimir Putin.

Polónia
É o primeiro teste para as forças pró-europeias da coligação de Donald Tusk, num país vizinho da guerra e cujo eleitorado escolheu em novembro passado travar o caminho isolacionista do Partido Lei e Justiça.

As sondagens apontam para um empate entre estes dois blocos e o antigo presidente do Conselho Europeu não fez por menos, ao afirmar num comício que a escolha é entre “quem quer afastar o drama da guerra” do seu país e de quem estava sempre em conflito com Bruxelas.

quarta-feira, 29 de maio de 2024

painéis e paineleiros !


o que os comentadores 
disseram do
último debate televisivo dos candidatos dos oito partidos com assento parlamentar

sábado, 18 de maio de 2024

As novas direitas nacionalistas e identitárias

[porque em 9 de Junho podemos corrigir ainda mais o 10 de Março]
tome nota:
Das direitas conservadoras, fazem parte o Fidesz, de Órban na Hungria e os polacos do Lei e Justiça;
Das direitas populares, o Rassemblement National, de Le Pen em França e a AFD alemã.
Os Fratelli d’Italia [e o CHEGA de Portugal] estão no meio caminho.
São diferenças naturais porque, ao contrário das esquerdas, fundamentalmente internacionalistas, as direitas, por serem nacionalistas e identitárias, variam de país para país. […]
.
Aqui, em Portugal, o fenómeno CHEGou mais tarde porque associando os valores da Direita ao Estado Novo vencido há cinquenta anos, a Esquerda [e a extrema-Esquerda] conseguiram manter uma forte hegemonia cultural, explorando os complexos de inferioridade e a ânsia de “correcção” das classes políticas dos partidos à direita do PS. […]

O sucesso de André Ventura – que, apesar da feroz oposição quase unânime dos media e da opinião publicada, conseguiu romper a cerca – foi ter aparecido como alternativa para um eleitorado desiludido e afastado da política (os abstencionistas), para parte significativa dos novos eleitores e para os desiludidos com a crise, a precariedade e a decadência da sociedade e do país.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

sábado, 16 de março de 2024

um cravo em abril...

A pouco mais de um mês do cinquentenário do 25 de Abril, a democracia portuguesa mostrou a sua maturidade com a maior descida da abstenção de há décadas e a afluência às urnas de um eleitorado jovem, que, com elevado sentido cívico e vontade de participação democrática, saiu à rua para votar.

No entanto, os comentadores e as forças vivas (e mortas) do regime, que começaram a noite eleitoral a saudar esta mudança (“O povo português é sábio e responde prontamente quando sente que a democracia está em perigo”), acabaram por ter de dar ao (afinal não tão sábio) povo uma lição de democracia:
“É importante que haja mais gente a votar, mas … dependendo do objectivo desse voto”; ou “Eu percebo que o nosso instinto quando vemos a abstenção baixar seja de nos congratularmos do ponto de vista cívico e democrático, mas tudo depende dos partidos que representarem essa queda da abstenção. É arriscado dizermos que a abstenção cair é bom sem sabermos quem foi o maior contribuinte para ela baixar.” (Sic)
Era, de facto, arriscado dizer que era bom, quando já havia indícios de que o maior contribuinte para a queda da abstenção e para o voto jovem pudesse ser um partido “anti-democrático”. O PCP? O Bloco de Esquerda? O Livre? O PAN? Não: os animais propriamente ditos, os Untermensch, os grunhos, os “deploráveis” do Chega, aqueles com quem a Esquerda já tinha dito que ninguém na Esquerda e muito menos na Direita podia falar; os que, liderados pelo único demagogo da política portuguesa, tinham conseguido ludibriar o povo com falsas promessas. Com os barões da democracia parlamentar em pé de guerra perante o engrossar do grupo de sem-maneiras, de pé-descalços, de pobretanas, de iletrados, de novos-ricos da política, enfim perante um grupo fresquinho de “fascistas” (PSD e CDS podiam, por escassos momentos, folgar as costas enquanto o pau ia e vinha em costa alheia), quase nos esquecemos que estas eleições antecipadas foram geradas por uma crise política.

terça-feira, 5 de março de 2024

o PS virgem após a himenoplastia

... e, como não tivessem estado oito anos a brincar aos governos, feita a himenoplastia e com novo líder, avançam virgens para as eleições.
.
Há que branquear Saúde, Educação, Habitação e a brutal Carga Fiscal e para isso os socialistas irão contar com o apoio da Imprensa subsidiada e com os avençados actores que dela vivem...

domingo, 24 de setembro de 2023

CHEGA à Madeira

dos 619 aos 7727 em 3 anos,,,