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quarta-feira, 11 de novembro de 2020
domingo, 4 de novembro de 2018
desfile comemorativo do Centenário do Armistício!
O Armistício de Compiègne foi assinado
em 11 de Novembro de 1918 entre os Aliados e a Alemanha,
Os principais signatários foram o
Marechal Ferdinand Foch, comandante-em-chefe das forças da Tríplice Aliança,
e Matthias Erzberger, representante alemão.
O Desfile Militar Comemorativo do centenário do fim da Primeira Guerra Mundial, em Portugal foi antecipado por “motivos de
Agenda” de Sua Excelência o Venerando Chefe de Estado e Comandante-Chefe das
Forças Armadas que ao que parece não conhecia a data da efeméride. A Casa Civil
e Militar de SExa também parece que a desconhecia!
.... e assim justifica o que as
Forças Armadas merecem!
segunda-feira, 9 de abril de 2018
o "Cristo das Trincheiras"
Na Primeira Guerra Mundial, no
sector português da Flandres, entre as localidades de La Couture e
Neuve-Chapelle, encontrava-se um cruzeiro com um Cristo pregado numa cruz de
madeira, que dominava a paisagem da planície envolvente.
A imagem deste Cristo não era,
obviamente, de origem portuguesa, mas encontrava-se na zona defendida pelo
Corpo Expedicionário Português durante a ofensiva alemã que quase destruiu a 2ª
Divisão de Infantaria.
.
No dia 9 de Abril de 1918, durante
horas a fio, sobre aquela planície caiu uma tempestade de fogo de artilharia,
que a metralhou, a incendiou e a revolveu.
Era a Ofensiva da Primavera de 1918
do exército alemão.
A povoação de Neuve-Chapelle, transformada
em escombros, quase desapareceu do mapa,.
A área ficou juncada de cadáveres e,
entre estes, jaziam 7.500 portugueses da 2ª Divisão do CEP, mortos ou
agonizantes.
No final da luta apenas o Cristo se
mantinha de pé, mas também mutilado: a batalha decepou-lhe as pernas, o braço
direito e uma bala varou-lhe o peito.
Mas, no meio do caos, foi trazida
pelos poucos militares que conseguiram reagrupar-se e regressar às linhas
aliadas.
É quase inimaginável que, debaixo
das barragens de artilharia alemãs, que dizimaram grande parte do contingente
português, a opção de alguns militares fosse a de trazer consigo a imagem de
Cristo, severamente danificada, e a colocassem em local seguro onde pudesse ser
novamente venerada.
.
Em 1958 o Governo Português fez saber ao Governo Francês o desejo de possuir aquele Cristo mutilado: tornara-se um símbolo da Fé e do Patriotismo nacional e passou a ser conhecido como o "Cristo das Trincheiras". Está na Sala do Capitulo do Mosteiro da Batalha sobre o Tumulo do Soldado Desconhecido.
Mais do que um episódio ocorrido
durante a 1ª Guerra Mundial, o "Cristo das Trincheiras" simboliza a
fé que manteve os militares portugueses na linha de frente durante um par de
anos, praticamente sem licenças, mal abastecidos, sentindo-se abandonados por
quem os enviou para combater por algo que a maioria não entendia.
Flanders Fields
a film to commemorate the anniversary of WWI.
The music was composed by Dan Price and is performed by the 2nd Rossendale Scout Group Band who also commissioned the piece.
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