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segunda-feira, 7 de maio de 2012

lá vai mais uma "joia"

Basílio Horta, deputado do PS, apelou hoje ao Governo para que não permita que a Caixa Geral de Depósitos venda a sua participação na Cimpor na OPA da Camargo Corrêa, alegando que a operação vai desmembrar a cimenteira.
A Camargo Corrêa é a maior accionista da Cimpor, com 32,9 por cento, seguida pela também brasileira Votorantim com 21,1 por cento.
esta operação da Camargo Corrêa sobre a Cimpor tem por efeito o desmembramento da empresa. A Camargo Corrêa, de uma forma muito clara, afirma que vai pagar os 21 por cento que a Votorantim tem na Cimpor em activos desta empresa" afirmou o agora deputado socialista. CSJ (IM/VP)

Lamentavelmente a CGD já mostrou disponibilidade para vender a sua participação na Cimpor.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

em estado de clarificação perfeita ?

Pedro Nuno Santos, actual líder do PS/Aveiro e ex-líder da JS, demitiu-se da vice-presidência do Grupo Parlamentar socialista, cargo em que tinha a coordenação da área financeira, devido às várias decisões tomadas pelo partido e nas quais não se revê. O deputado Santos coordenou a acção da bancada durante a discussão do OE-2012. dn 

Depois da demissão de ontem do Nuno Santos, hoje foi a vez de um outro vice-presidente, Horta da Franca, admitir um cenário da sua própria demissão. Entretanto, a Isabel Moreira não se vergava à advertência disciplinar decidida contra ela e o José Lello afirma que quem devia demitir-se era o Zorrinho que recusa a existência de uma crise do PS, considerando que o que está a acontecer na bancada é um processo de clarificação, normal nos partidos, quando há alterações políticas

Crise? ...estão em clarificação perfeita...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

uma má notícia é uma boa notícia!

Elísio Oliveira, director financeiro da PSA - Peugeot Citroen de Mangualde, disse à agencia Lusa que, "face à quebra das economias, nomeadamente europeias, quer no final de 2011, quer às perspectivas de crescimento quase nulo em toda a Europa", o Centro de Produção de Mangualde tem de "rever os programas de produção" e fazer novo ajustamento. A previsão global da produção para este ano deverá situar-se entre os 40 e os 45 mil veículos. A empresa ficará com cerca de 900 trabalhadores.

Confrontado pelo estafeta de serviço, o Partido Socialista, via deputado Horta da Franca, mostrou-se hoje "surpreendido" e "preocupado" com a decisão de acabar com o terceiro turno de produção, não renovando os contratos a 350 trabalhadores que o integram, afirmando não acreditar que o Governo desconhecesse a situação. noticias.pt 

Ó Sr. deputado Basílio Adolfo parece que até as Centrais Sindicais, além dos Socialistas e do Governo, foram apanhadas desprevenidas pela decisão! Estes 350 vão juntar-se aos mais de 1 milhão, a caminho do milhão e meio, de desempregados. Mas temos uma rede de auto-estradas, sem trânsito, um número que desconheço de inúteis estádios, sem espectadores e vamos descobrindo que estão a gorar-se os óptimos contratos das baterias japonesas, dos circuitos integrados alemães e agora dos automóveis franceses.
Mas os tempos de antena, esses, continuam a aumentar porque “uma má notícia é uma boa notícia!”

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

os ministros desconhecidos do governo do Sócrates...



Pedro Nuno Santos, o vice-presidente da bancada do PS, acusa o Governo de nada ter feito para impedir a suspensão do investimento da Nissan e afirma que o executivo do Pinto de Sousa “conseguiu este investimento com muito trabalho”.
O que vice.presidente não explica é como se “lançou a primeira-pedra sem haver um protocolo ou memorando assinado.
Pedro Filipe Soares, o ainda deputado do Bloco de Esquerda, pediu esclarecimentos ao Governo sobre as contrapartidas pedidas pela Nissan para a construção da fábrica e a forma como será compensado o município pelo abandono deste projecto. O Bloco quer saber se o Governo vai exigir “a devolução das contrapartidas prestadas à Nissan”.
Ao que parece o bem informado BE conhece a existencia das contrapartidas que o antigo partido do governo desconhece.
Basílio Horta, também conhecido como deputado do PS, que negociou os protocolos e os memorandos do investimento nas baterias, lamentou que o Governo e a Nissan nunca tenham assinado o memorando de entendimento para a nova fábrica de Aveiro, que está no Ministério da Economia “há mais de um ano”. 

Ó Passos! Ó Alvaro! Ó Gaspar! Então vocês tinham o “memorando” desde 2010 e não o assinaram!
O que é vocês faziam no governo do Pinto de Sousa? Acabei de ve-los na reportagem da rtp disfarçados de Sousa, de Passaro, de Silva.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

a AICEP não vai para os Estrangeiros

"A AICEP, bem como algumas outras estruturas que existem na área da Administração que são relacionadas ou com a chamada diplomacia económica ou com a cooperação económica com o exterior, a opção da orgânica do Governo é colocá-las na dependência do primeiro-ministro", declarou o secretário de Estado da Presidência.

A Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, um instituto público, sai da tutela do Ministério da Economia e fica na dependência do Primeiro-Ministro.
Tudo levava a crer que a “Agência” seria requalificada para trabalhar junto e em objectivos comuns com as nossas embaixadas dando-lhes as competências técnicas de que tanto necessitam numa altura em que captar investimento e reforçar exportações terá que ser prioridade. Em contrapartida receberia um inestimável apoio de diplomatas conhecedores do terreno em que iriam actuar.
Ficou provado, com a gestão Basílio Horta, que não só a AICEP entrou em perniciosas rivalidades com a diplomacia dos países onde actuou, como criou situações difíceis aos Ministérios da Economia, dos Estrangeiros e, quiçá, à Presidência da República.
Entende-se que Passos Coelho queira retirar poder ao seu parceiro de coligação e, talvez, até a Cavaco Silva, seu “adversário” de outros tempos no seu partido.
Não se entende é que, ao manter um instituto público e uma estrutura diplomática paralela, esteja a prejudicar o interesse nacional.

Mas como está na calha a nomeação de um novo presidente, e parte da administração, para a AICEP, acredito que o lugares já esteja prometidos a ex-convidados para ministros e secretários de estado…
Mais uma trapalhada que pode vir a ter consequências politicas.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

contratos 1000, divida 0

On Sunday, Hu presided over the signing of trade agreements and deals on infrastructure, logistics, renewable energy and tourism projects worth $1 billion with Portuguese Prime Minister Jose Socrates. The two sides agreed to work to double their bilateral trade by 2015. "We are willing to take concrete measures to help Portugal cope with the global financial crisis," Hu said. Analysts said that Chinese investment will help revive one of the European Union's frailest economies. Portugal - like France, where Hu spent three days - rolled out the red carpet for the Chinese leader, with ceremonial activities to convey a warm welcome.
Portugal está em 77º lugar nas importações da China, com 222M€, e em 65º, como importador de 1.1M€ de artigos chineses.
Interessante uma resposta "chinesa", a Basilio Horta, que havia referido que Beijing podia beneficiar de uma gateway to Europe and to other Portuguese-speaking countries:
China has already developed relations over the years with such countries, notably Brazil and Angola. China's trade with Lusophone countries has boomed, exceeding $58.5 billion between January and August this year, but its trade with Portugal is still very low.
Parece que em dinheiros para a "divida" ficámos em branco! Vamos ver o que dá o Forum China-Portugal, em 14-15 de Novembro, onde estará o 1º Ministro Chinês. Talvez venha "algum". O nosso primeiro, de mão estendida á esmola, vai a caminho...

terça-feira, 25 de maio de 2010

uma cabeça cheia de nada...

O AICEP, queixa-se que empresas têm dificuldades de financiamento. O sec da Economia adianta que o ‘plafond’ de 750 milhões de euros da PME Investe 5 foi atingido e que o Governo está a negociar as condições de uma nova linha de crédito. Outro sec, o Adjunto, da Indústria e da Inovação, revela que “no prazo máximo de quinze dias” serão conhecidos os termos da negociação para a nova linha de crédito. Os xatos do CDS-PP exigem ao Governo que esclareça se foi ou não suspenso o quinto programa de apoio ao crédito às pequenas e médias empresas e quais os 'fundamentos' para esta decisão. O ministro da economia afirma que "O governo tem intenção de manter a linha de crédito especial para as pequenas e médias empresas, ao contrário do que denuncia o CDS/PP." O ainda primeiro ministro recusou fazer declarações aos jornalistas e vai à América... a ver se enche a "mão cheia de nada".