Mostrar mensagens com a etiqueta salazar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta salazar. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de abril de 2024

SALAZAR

António de Oliveira Salazar


GCTE • GCSE • GColIH • GCIC 
(Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de abril de 1889 — Lapa, Lisboa, 27 de julho de 1970)

domingo, 26 de julho de 2020

Salazar



António de Oliveira Salazar, conhecido apenas pelo último nome, foi o primeiro ministro de Portugal durante 36 anos (1933 até 1968).
Salazar nasceu em Vimieiro no dia 28 de abril de 1889.
O político era filho de um feitor (António de Oliveira) responsável por uma propriedade no pequeno povoado Vimieiro, situado no concelho de Santa Comba Dão. A mãe do estadista chamava-se Maria do Resgate Salazar. O casal teve três filhos: António e mais duas irmãs.
Salazar ingressou em Outubro de 1900 no seminário de Viseu onde permaneceu por oito anos. Quando saiu do seminário, começou a dar aulas em uma escola de Viseu e actuou também como professor particular.
Formou-se em direito em 1914 pela Universidade de Coimbra. É em Coimbra, aliás, que Salazar ingressa na vida política tendo liderado o Centro Académico de Democracia Cristã.
Tornou-se professor da mesma instituição em 1917 ocupando a disciplina de Ciências Económicas, após ter se especializado em Economia.
Salazar foi um dos responsáveis pela fundação do Partido Centro Católico (1921).
Após a derrubada do governo parlamentar - em maio de 1926 - recebeu um convite para assumiu o posto de ministro das finanças, mas não obteve a autonomia que desejava.

Dois anos mais tarde, António Oscar de Fragoso Carmona, então presidente, deu ainda mais poder à Salazar e lhe ofereceu todo o controle das contas públicas - em 28 de abril de 1928 Salazar assumiu o cargo de Ministro das Finanças.
À frente do ministério, conseguiu inverter o problema do déficit público e transformou-o em superávit. Com o saldo positivo, pode ajudar a desenvolver o país.
No dia 5 de Julho de 1932, Salazar foi nomeado primeiro ministro por Carmona. O período em que esteve no poder foi marcado pelo conservadorismo, pelo autoritarismo, pelo nacionalismo e pela influência de um pensamento católico.
Os seus anos à frente do país ficaram conhecidos como "Estado Novo Português". Foi um período marcado, especialmente, pelo fim das liberdades políticas - Assembleia Nacional da época era composta apenas por aliados do partido de Salazar - e pelo forte investimento na área militar.
Salazar também actuou como ministro das Finanças (1928-1968), ministro das Colónias (1930), ministro da Guerra (1936-1944), ministro das Relações Exteriores (1936-1947) e ministro da Defesa Nacional (1961-1962).

segunda-feira, 20 de abril de 2020

O país que manda e o país que obedece!


No país que obedece, há cidadãos a ser detidos por "crime de desobediência" - por recusarem levantar-se de um banco público onde estão sentados sem ninguém ao lado, por caminharem solitariamente junto à praia.
No país que obedece, vemos compatriotas submetidos a "cercas sanitárias" impostas por autarcas armados em xerifes ou líderes regionais sequiosos de palco público em concelhos onde existem "dez novos casos" (!) de infectados.
No país que obedece, milhares de pessoas são impedidas de assistir a funerais de familiares e amigos, em nome das drásticas regras sanitárias, e há gente que chora por não ter sido autorizada a despedir-se de um ente querido. Nunca terão segunda oportunidade para o fazerem.
Entretanto, 
no país que manda, a casta - integrando largas dezenas de pessoas pertencentes a grupos de risco - prepara-se para reunir, à porta fechada, em festiva violação das normas que parecem dirigir-se só aos outros, entre despropositadas e até insultuosas loas retóricas à "liberdade" em pleno estado de emergência. Num momento da vida nacional e mundial que devia ser de recolhimento e luto, não de celebração seja do que for.
 (in “a Casta” por Pedro Correia no Delito de Opinião)

sábado, 18 de agosto de 2018

Onde estavas quando Salazar caiu da cadeira?

Os dias do fim de quem teimava em não deixar o poder. 
Onde estavas nesse mês de Agosto de há 50 anos em que o regime acabou sem saber que estava a acabar? 
.

 .