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domingo, 23 de outubro de 2022

Um boneco de Soros na Assembleia da República

Passou algo despercebida a votação de um projecto de resolução levado recentemente à AR mas que tem um certo significado e importância para se perceber como certos lóbis supranacionais penetram no parlamento nacional.
Falo do projecto apresentado pelo Livre para que o governo português tomasse medidas concretas contra o governo de Viktor Orbán com base no incumprimento húngaro do mecanismo de “Estado de Direito” da U.E., um procedimento que foi inventado precisamente para legitimar o corte de fundos e a perseguição aos governos que ousem rejeitar as directivas ideológicas nefastas que são impostas aos europeus através das instituições da U.E.
O propósito final desse mecanismo é retirar o financiamento aos governos refractários, chantageando-os a cederem ou, caso não o façam, potenciar o surgimento de crises internas que levem à sua queda.
Sabemos bem que o suposto incumprimento do mecanismo de “Estado de Direito” por parte do governo húngaro resulta simplesmente da sua recusa em permitir a actuação livre dos lóbis de Soros no país, consentindo a disseminação interna da ideologia de género e aceitando as políticas migratórias que visavam transformar a sua nação numa mixórdia multiétnica similar à que criaram nas nações da europa ocidental.
Ora, não é por acaso que esta proposta tenha sido levada à AR pelo Livre e através do deputado Rui Tavares, como também não é por acaso que o personagem ande há vários anos a ser insistentemente promovido na comunicação social. Sempre esteve ligado a interesses financeiros muito poderosos e com significativa penetração nos Media.
Rui Tavares é um dos políticos portugueses alinhados com as agendas da rede de George Soros. É aliás uma das mais antigas figuras portuguesas ligadas a esse lóbi global.
Foi este Tavares, que as televisões conseguiram meter na AR, que em 2013 escreveu o primeiro relatório do Parlamento Europeu a acusar o governo de Orbán por supostos desrespeitos ao “Estado de direito democrático”. Posteriormente, um outro relatório, na mesma linha argumentativa mas com um foco maior na desobediência húngara à política de acolhimento de “refugiados” da U.E., foi apresentado em 2018, por mais uma das figuras “amigas” de Soros e membro da mesma bancada parlamentar de Rui Tavares (Greens – European free Alliance), a deputada holandesa Judith Sargentini. Na altura Orbán falou abertamente deste documento, que seguia as linhas do anterior, como sendo elaborado pela rede de actores de Soros no Parlamento Europeu.
As fundações do que mais tarde viria a originar o tal “mecanismo” do “Estado de Direito” que agora permitem à U.E. chantagear países como a Hungria ou a Polónia foram lançadas com aqueles relatórios.
A convergência de Rui Tavares com a rede de George Soros é antiga e já conheceu vários episódios. Tavares consta, desde 2015, na lista de membros da Open Democracy, uma das mais importantes ONG’s da Open Society de Soros (e também financiada por lóbis como as Fundações Rockefeller e Ford). Mas já em Fevereiro de 2014, meros 6 meses depois da apresentação do seu relatório no Parlamento Europeu, encontramos intervenções de Tavares publicadas no site da Open Democracy. (1)
Noutro exemplo recordamos que em 2016 o líder do Livre foi eleito membro do Conselho de uma organização transnacional denominada “Europen Alternatives” que era também financiada pela Open Society. (2)(3)
A verdade é que Orbán é o grande espinho que continua atravessado no caminho daqueles
que pretendem destruir a identidade histórica das nações europeias.
Foi o próprio Orbán que melhor o formulou:
“Grandes forças estão de novo em movimento para erradicar as nações da Europa e unificar o continente sob a égide de um império global. A rede Soros, que se tem tecido através da burocracia europeia e da sua elite política, tem vindo a trabalhar há anos para fazer da Europa um continente de imigrantes. Hoje a rede Soros, que promove uma sociedade global aberta e procura abolir os enquadramentos nacionais, é a maior ameaça enfrentada pelos Estados da União Europeia. Os objectivos da rede são óbvios: criar sociedades abertas multiétnicas e multiculturais, acelerando a migração, e desmantelar a tomada de decisões nacionais, colocando-a nas mãos da elite global.”(4)
Os “amigos” de Soros espalhados pelas diferentes assembleias europeias estão a tentar agravar o cerco ao governo húngaro. Foi Soros, a própria voz de comando da Hidra, que deu o mote, numa coluna de opinião onde instava a U.E. a ser lesta e decidida na aplicação de sanções à Hungria (5). As cabeças da Hidra limitam-se agora a fazerem, na medida do que podem, o trabalho complementar nos diversos parlamentos onde operam. É assim que esta proposta do Livre deve ser lida. 
(2) https://partidolivre.pt/.../rui-tavares-eleito-para-o...
(3) https://thesaker.is/george-soros-open-society-foundation.../
(4) https://miniszterelnok.hu/europe-must-not-succumb-to-the.../
(5) https://www.project-syndicate.org/.../europe-must-stand...


quinta-feira, 5 de julho de 2018

o como e o porquê da Moção de Censura que derrubou o Governo da Espanha.

(talvez seja um pouco “teoria da conspiração”, mas já assistí a tantas que se revelaram verdadeiras...
Agora, “politólogos”, façam o vosso trabalho!)

“Alrededor de la siete de la tarde”, Sánchez e Soros começaram a reunião, que não estava na agenda pública do presidente. A conversa durou cerca de uma hora e meia. No mesmo, havia outras duas pessoas não identificadas que poderiam ser consultores financeiros.
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Acontece que Sanchez recebeu em Moncloa um especulador nato, com um perfil de investidor que sempre foi cercado por uma aura de controvérsia, apenas países com uma significativa instabilidade ou problemas financeiros tendem a estar na mira de Soros.
Relembro que a transação financeira que o fez saltar para a ribalta da fama foi o ataque feito contra a libra britânica em 1992.
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Recentemente, entre dezenas de milhares de e-mails da sua fundação base, a Open Society Foundations, havia um com uma relevância especial, intitulado "The Open Society Institute resultados de políticas e Atividades Actualização Europeia" descreve as iniciativas que a fundação de George Soros tem impulado no Parlamento Europeu por pressão direta para vários partidos políticos e governos europeus.

«El Open Society European Policy Institute y la red de la Open Society han publicado una lista con los parlamentarios del Parlamento Europeo propensos a apoyar los valores de la Open Society del multimillonario George Soros, bajo el título "Reliable allies in the European Parliament" 

Entre los 24 diputados españoles que aparecen en la lista, figuran parlamentarios de todo el arco político, desde partidos separatistas hasta el partido Popular (?), pasando por socialistas, de Ciudadanos, de Izquierda Unida o miembros de Podemos. Entre los nombres destacan los de Pablo Iglesias (Podemos), Elena Valenciano (PSOE), Santiago Fisas, Javier Nart (Ciudadanos), Maite Pagazartundúa (UPyD), Javier Couso (IU), Juan Fernando López Aguilar (PSOE), Teresa Rodríguez (Podemos), Izaskun Bilbao (Partido Nacionalista Vasco), Jordi Sebastiá (Compromís), Josep Maria Terricabras (Esquerra Republicana de Catalunya), o Ramon Tremosa (Convergencia Democrática de Cataluny)”»
mais AQUI

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

dos velhos yuppies ao "Pânico absoluto" nas Bolsas de todo o mundo

As bolsas mundiais já perderam mais de 3,1 biliões de euros desde que a crise da dívida soberana na zona euro se intensificou, no princípio da semana passada, de acordo com a contabilização feita pela agência Bloomberg. visao
Estavamos a iniciar o século, os yuppies dos anos 80 começavam a ficar carecas, barrigudos e a entrar na crise da meia-idade. O ambiente altamente competitivo que levaram e viveram nas empresas era-lhes desfavorável face às gerações mais novas. Mas como precisavam de manter elevados os valores das suas adrenalinas, descobriram um novo “métier”: a especulação bolsista, gerindo, na maioria das vezes, a fortuna de outros de modo a aumentar as suas.
Usando engenharias financeiras cada vez mais sofisticadas, os ex-yuppies, reciclados para especuladores, promoveram as “altas bolsistas”  em que cotações nada tinham a ver com o valor real das acções das companhias que as emitiam.

Pouco a pouco, o valor das acções parece querer aproximar-se do real.
A queda dos indices é inevitável...
Talvez por isto, George Soros tenha fechado e se reformado!