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domingo, 5 de outubro de 2025

Sondagem, Freguesias, Lisboa, Intrapolls

Estimativa de resultados com as percentagens esperadas para Lisboa.
Os resultados são fruto de uma extrapolação avançada que leva em conta diversos resultados históricos na cidade.
A percentagem de Lisboa é baseada no modelo Híbrido.
O estudo resultante nas percentagens do município não é uma sondagem, já que a amostra não é representativa do universo de eleitores portugueses, sendo esta constituída apenas por participantes voluntários, a amostra foi tratada e ajustada em função das caraterísticas sociodemográficas e de intenção de voto reportadas, foi também mesclada com outras componentes como análise Ai, tendências históricas e tendências das sondagens autárquicas publicadas na imprensa). 05/10/2025 (Intrapolls)

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

a bolha estala e o CHEGA lidera uma sondagem nacional

a ira do povo, quando eclode, é terrível
51 anos depois, a ordem política estremece
Pela primeira vez em 51 anos de democracia, um partido que não é nem o Partido Socialista nem o Partido Social Democrata surge na liderança de uma sondagem nacional. O barómetro da Aximage, que o Diário de Notícias publicará esta sexta-feira, dia 12, coloca o Chega em primeiro lugar nas intenções de voto para legislativas — um dado de enorme relevância política e simbólica.
O partido de André Ventura recolhe a preferência da maioria dos inquiridos quando questionados sobre em que partido ou coligação votariam se as eleições legislativas fossem no próximo domingo. E fá-lo assumindo, de facto, o papel de principal força da oposição — papel que, notoriamente, José Luís Carneiro nunca conseguiu encarnar de forma convincente.
Uma nova geração está a levantar voo
“O mundo mudou, no meu caso esta será pela segunda vez, há os que não o perceberam e os que estrebucham! Mas lutar contra o que é novo é pouco assisado. Com o que for bom ou com o que for mau, o Mundo, já é dos nossos mais novos, demos-lhes asas e eles já voam.”
É isso mesmo: o mundo mudou. A nova geração já não aceita as velhas barreiras mentais e partidárias, e o país começa finalmente a espelhar essa mudança.
O fim anunciado do velho duopólio
Durante os últimos seis anos, o sistema político e mediático não falou de outra coisa: André Ventura e o Chega, o Chega e André Ventura. E, claro, as famosas “linhas vermelhas”, essas barreiras imaginárias que os partidos do regime inventaram para manter o seu oligopólio de poder.
Como todos os sistemas que duram demasiado tempo sem se adaptarem, o regime cristalizou: protegido por uma teia de cumplicidades entre partidos, comentadores e aparelhos de Estado, tornou-se incapaz de verdadeiras reformas. Enquanto isso, os problemas reais de largas franjas da população eram tratados como “invenções” ou “exageros” — um paternalismo arrogante que alienou milhões de cidadãos.
O povo foi-se afastando, mas os “representantes” continuaram a fingir que nada se passava.
O tribuno da plebe
Quando, como na velha Roma, surgiu um “tribuno da plebe” disposto a dizer o que muitos sentiam, os patrícios do regime escolheram atacar o mensageiro em vez de escutarem a mensagem. Não tentaram resolver os problemas; preferiram encenar indignação moral, agitar fantasmas e multiplicar campanhas de demonização.
De certa forma, deram a Ventura e ao Chega um palco constante — mas recusaram-se a atribuir-lhes responsabilidades, preferindo tratá-los como um fenómeno exótico e passageiro. A “bolha” acreditou que bastaria gritar “populismo” para tudo voltar ao normal.
A ira do povo
Mas, como advertiu Marat no auge da Revolução Francesa, “a ira do povo, quando eclode, é terrível”.
Ignorada durante demasiado tempo, essa ira começou agora a traduzir-se em votos — e em sondagens que mostram o esboroar do velho regime de alternância controlada.
Mesmo agora, muitos insistem em negar a realidade. Mas, como escreve o professor Rui Albuquerque, “de vitória em vitória — ou melhor, continuando a desvalorizar a realidade — o estoiro era previsível e será inevitável”.
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O barómetro da Aximage entrevistou cerca de 570 pessoas entre 2 e 5 de Setembro, com uma margem de erro de 4,1%. E poderá ficar para a História como o primeiro a registar o início do fim da ordem estabelecida.
Fontes:
Rui Albuquerque – no Facebook

 

 

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

O fim da esquerda tradicional e o “efeito bumerangue” mediático

Estamos a assistir não apenas ao declínio da esquerda tradicional, mas também ao fim do sistema de bastidores que governou o país com alternância previsível entre dois partidos. O vazio que se abriu foi ocupado por uma nova força política que soube vestir a pele do antissistema.
O paradoxo é este: o que os média acreditaram ser o antídoto contra o CHEGA, pode muito bem ter-se tornado no seu principal aliado de crescimento.
As sondagens mais recentes, como a da Intercampus, confirmam duas realidades que se cruzam no presente político português:
O desgaste profundo do PS e a falta de uma alternativa clara no PSD.
O desaparecimento da esquerda radical como força eleitoral relevante.
O BE já não é novidade; o PCP perdeu bases sociais e influência sindical. A chamada extrema-esquerda sobrevive mais no tempo de antena mediático do que nas urnas. Essa deslocação do peso da política para os comentadores é, por si só, sinal de decadência.
O CHEGA e a revolta de duas gerações
Nesse vazio, emerge o CHEGA. É verdade que tem uma base sólida entre os mais velhos (acima dos 70 anos), mas também consegue atrair uma franja jovem, desiludida com a política tradicional e que encontra nas redes sociais um espaço de mobilização.
Para ambos, o denominador comum é a sensação de que o sistema faliu: a alternância previsível entre PS e PSD/CDS deixou de oferecer respostas.
O papel dos média: combate ou combustível?
Há uma ironia difícil de ignorar: a hostilidade militante dos chamados “média de referência” contra o CHEGA acabou por ser um combustível inesperado.
Nos mais velhos, provocou um reflexo de defesa: sentiram que o partido é alvo de uma perseguição injusta e, por isso, merece ser protegido.
Nos mais jovens, gerou uma atitude de desafio: se os jornalistas do regime o demonizam, então talvez seja precisamente essa a alternativa que quebra o conformismo.
Em ambos os casos, aquilo que pretendia ser confronto e exclusão transformou-se em legitimação e curiosidade.


terça-feira, 15 de abril de 2025

as Linhas Vermelhas e a Política de Exclusão

A Emergência de Novos Desafios
A Alemanha está actualmente no centro de uma agitação política significativa. Embora o novo governo ainda não tenha oficialmente tomado posse, as tensões políticas são palpáveis, refletindo-se nas recentes sondagens e nas reações do público. Este período de transição e incerteza destaca as complexidades da política alemã e os desafios que o novo governo enfrentará.
Os resultados da sondagem mais recente representam um momento marcante no cenário político europeu. Pela primeira vez, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) liderou uma sondagem nacional, ultrapassando a União Democrata-Cristã (CDU) por um ponto percentual. Esta conquista do AfD é particularmente significativa num contexto onde a formação do novo governo está prestes a ser apresentada.
No dia 16 de abril, será revelado o novo governo alemão, resultante de um acordo entre os partidos democratas cristãos CDU/CSU e o socialista SPD. Contudo, a decisão de excluir a AfD, o segundo partido mais votado, das negociações para a formação do governo gerou um descontentamento considerável entre os eleitores.
A insatisfação com a exclusão da AfD foi refletida nas últimas sondagens, onde a CDU registou uma queda desde as eleições de final de fevereiro. Esta diminuição do apoio à CDU parece ter beneficiado a ascensão do AfD, que agora se encontra numa posição inédita de liderança em sondagens nacionais. A ascensão do AfD, um partido frequentemente associado a posturas eurocéticas, levanta questões sobre o futuro da política alemã e a direcção que o país tomará.
Tanto na Alemanha como em Portugal, as chamadas "linhas vermelhas" ou a política de "não é não" têm-se mostrado ineficazes. Na Alemanha, a exclusão da AfD das negociações para a formação do governo não fez diminuir o apoio ao partido; pelo contrário, parece ter galvanizado os seus eleitores. Este fenómeno sugere que a estratégia de marginalizar certos partidos pode ter o efeito oposto ao pretendido, fortalecendo a sua base de apoio em vez de enfraquecê-la.
O desenvolvimento na Alemanha tem reverberações que vão além das suas fronteiras. O fortalecimento de um partido como o AfD, que muitas vezes adopta uma postura crítica em relação à União Europeia, pode influenciar as dinâmicas políticas em toda a Europa. Outros países poderão observar de perto como a Alemanha lida com esta nova configuração política e tirar lições para as suas próprias estratégias eleitorais e de governança.
O novo governo alemão enfrentará vários desafios imediatos. Primeiro, terá que abordar a crescente polarização política e encontrar maneiras de unir uma sociedade cada vez mais dividida. Segundo, a gestão da economia, especialmente num período de incertezas globais, será crucial. E terceiro, a política externa, incluindo as relações com a União Europeia e outras potências mundiais, requererá uma abordagem equilibrada e estratégica.
Os recentes desenvolvimentos políticos na Alemanha destacam um período de mudança e incerteza. A ascensão do AfD nas sondagens, a formação do novo governo e as reações do público alemão são indicativos de um cenário político em evolução. À medida que a Alemanha se prepara para apresentar o seu novo governo, as atenções estarão voltadas para como este navegará os desafios internos e externos que surgirem. Em última análise, a resposta a estas questões moldará não apenas o futuro da Alemanha, mas também terá implicações significativas para a política europeia em geral.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

valem o que valem em 14Janeiro2025

Entre os 400 inquiridos no estudo, 62% aprovam a atuação do Governo — entre eles, metade daqueles que dizem votar no PS — sendo que 53% avaliam positivamente o desempenho do primeiro-ministro, Luís Montenegro, ao mesmo tempo que 38% lhe dão nota negativa. Já o líder do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos, recebe 31% de avaliações positivas contra 59% de opiniões negativas, sendo que cerca de 40% de quem diz votar no PS reprova a atuação do líder. Entre os dirigentes avaliados, André Ventura, líder do Chega, é o que tem pior nota, com 69% dos inquiridos a fazerem uma avaliação negativa.
Às 400 entrevistas telefónicas feitas para a sondagem, e que decorreram entre os dias 28 de dezembro de 2024 e 5 de janeiro de 2025, corresponde uma margem de erro máxima de +/- 5% para um nível de confiança de 95,5%. A amostra foi recolhida de forma aleatória junto de eleitores portugueses recenseados, tendo sido estratificada por género, idade e região. A taxa de resposta foi de 65,36%.


sexta-feira, 31 de março de 2023

…quem mais cresce?

PS tomba, PSD empata e CHEGA é o que mais cresce!
PS e PSD têm exatamente a mesma percentagem de intenções de voto - 30% -, sendo que os socialistas, em relação ao estudo anterior de dezembro de 2022, registam uma queda de 7 pontos nas intenções. O PSD que sobe um ponto.
Segue-se o Chega, com 13%, uma subida de 4 pontos percentuais, estatisticamente significativa. 
Mais atrás surge, sem alterações face a Dezembro, o BE (5%, mas desceu dois pontos), a CDU (5%) e a Iniciativa Liberal (4%, sobe dois pontos), o PAN (2%, desce um ponto), o CDS-PP (2%) e o Livre (1%).

segunda-feira, 18 de julho de 2022

TRAMBOLHÃO !

Costa, com a “mãozinha” da comunicação social, lá foi vendendo a sua banha-da-cobra até chegar à maioria absoluta. De promessa em promessa, quais fake news toleradas, valeu tudo, desde o silêncio cúmplice do presidente ao assobiar para o lado de quem tem o dever de escrutinar. Mas o trambolhão político é tal que é o próprio primeiro-ministro a manifestar choque com a falta de reformas estruturais que o próprio não fez.
Passados 100 dias da tomada de posse do XXIII governo constitucional, a ilusão começa a esbarrondar.
Com estrondo!

A autoridade do primeiro-ministro é diminuída pelo principal par.
O presidente é registado, de selfie em selfie, como um adereço da República.
Os cidadãos estão zangados, sentem-se enganados.

O fantasma do fascismo já não chega para explicar os falhanços sistematicamente desculpabilizados.
Nem a pandemia, nem a Guerra na Europa, podem servir de álibi, porque os seus efeitos devastadores ainda não se fazem realmente sentir.
O país contínua vulnerável, adiado, à mercê de mais um qualquer “amplo consenso”, obra faraónica, salvador com ou sem boné, gola e estrelas.
O balanço da governação é mais cidadãos sem médico de família, mais famílias que precisam de apoio para comer, mais sem-abrigo, mais dívida, mais impostos e mais inflação, em suma, demasiado caos, desfaçatez política e impunidade.
Será suficiente para desta vez despertar os portugueses?
O debate do Estado da Nação marca o regresso aos tempos da maioria de Sócrates, aos fumos da corrupção, à compra e venda na comunicação social, a mais e mais anúncios e truques.
A receita pode ser sempre a mesma, mas a fuga está cada vez mais difícil. (por ruicostapinto em cronicas modernas)


O PSD de Luís Montenegro ganha terreno ao conseguir obter 30,1% das intenções de voto face aos 25,2% registados em Abril no barómetro da mesma empresa.
Já o PS parece acusar o desgaste gerado pela crise económica e as polémicas no Governo ao recuar para 35,8, perdendo perto de 5 pontos percentuais face aos 40% obtidos em Abril.
Em terceiro lugar surge o Chega, que reforça a sua posição para os 10,2% face aos 7,8% registados em Abril passado, deixando para trás a Iniciativa Liberal com 6,1%.
Na Extrema-Esquerda, o Bloco reforça um pouco o seu peso, passando de 4% para 5,6%, uma tendência que é inversa à da CDU que passou de 4,1% para 3,3%. Surge depois o Livre com 2% de intenções de voto, seguido do PAN com 1,4%. O CDS volta a descer dos 2,2% para os 1,4%.

domingo, 30 de janeiro de 2022

valem o que valem!

 

aos 7 de Janeiro...
Em terceiro, ficaria o Bloco de Esquerda e a CDU empatados dos 6%, seguido do Chega e da Iniciativa Liberal com 5%, que seriam a quinta e a sexta força política.

Mais distantes estão o CDS e o PAN, que não iriam além dos 2%. O Livre ficar-se-ia por 1% e ainda não é claro se conseguiria eleger um deputado. Há ainda 3% das intenções de votos que iriam para outros partidos, valor que também inclui nulos e brancos.
(https://observador.pt/2022/01/07/sondagem-ps-sem-maioria-com-38-psd-aproxima-se-be-e-cdu-empatados-em-terceiro-chega-e-il-com-5/)

sondagem para o Espesso!

 


domingo, 23 de janeiro de 2022

CDS pode ficar fora do Parlamento1

aos 13 de Janeiro de 2022 a alegada jornalista Leonete Botelho aparentemente com base numa sondagem da Universidade Católica informava que
              “na última semana, o PS voltou a subir e o PSD perdeu dois pontos percentuais, apesar de António Costa ter perdido reputação como primeiro-ministro e Rui Rio ter ganho pontos nesse campeonato. CDS pode ficar fora do Parlamento.”.
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”O PS pode estar a três deputados de distância da maioria absoluta tão desejada por António Costa, de acordo com o melhor dos cenários previstos na sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica Portuguesa para o PÚBLICO, RTP e RDP-Antena 1 feita nos últimos dias. Na última semana, o PSD liderado por Rui Rio perdeu dois pontos percentuais nas intenções de voto, aumentando para nove pontos a distância em relação ao PS, tal como acontecia em Novembro passado.”

 

domingo, 5 de dezembro de 2021

valem o que valem...

Se as eleições legislativas fossem hoje (5 de Novembro) 
o PS seria o vencedor (38,5%), sem maioria absoluta, mas com 14 pontos de vantagem sobre o PSD (24,4%), segundo a sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. A Esquerda continuaria a ser maioritária no Parlamento, com o BE em terceiro (8,8%), à frente do Chega (7,7%). Seguem-se Iniciativa Liberal (4,7%), CDU (4,6%), PAN (2,8%) e CDS (2%).

domingo, 29 de agosto de 2021

valem o que valem!


sondagem da Aximage
 indica que 

59% pretendem votar em Rui Moreira,
12% Tiago Barbosa Ribeiro do PS,
12% Vladimiro Feliz do PSD,
  6% Ilda Figueiredo, da CDU,
  4% Sérgio Aires do BE,
  2% Bebiana Cunha, do PAN e
  1% António Fonseca do Chega